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Existe método anticoncepcional melhor indicado para adolescentes?

Escolher o melhor método anticoncepcional para adolescentes pode ser uma tarefa difícil e estressante para muitos jovens.

 

Muitas meninas na adolescência têm pouco ou nenhum conhecimento correto de formas apropriadas de contracepção. Essa situação tem um impacto negativo na saúde e na qualidade de vida. As altas taxas de gravidez na adolescência observadas nos últimos anos são um reflexo disso.

 

Continue lendo este conteúdo para saber qual o melhor método contraceptivo para essa fase!

 

 

Qual o melhor método contraceptivo na adolescência?

Alguns critérios devem ser seguidos na hora de selecionar um anticoncepcional para adolescentes, assim como para qualquer mulher.

Alguns critérios devem ser seguidos na hora de selecionar um anticoncepcional para adolescentes, assim como para qualquer mulher. De acordo com a SBP e a Federação das Sociedades Brasileiras de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), a decisão deve levar em consideração:

 

  • Facilidade de acesso e preferência a certo método anticoncepcional;
  • Menor custo;
  • Baixa dosagem;
  • Tempo de atuação;
  • Possibilidade de reversão.

 

Esses critérios devem ser considerados em consulta com um ginecologista ou outro profissional de saúde para determinar o melhor método contraceptivo.

 

Apesar de muitas adolescentes escolherem as pílulas anticoncepcionais da maneira como são comumente usadas, elas não são o método de prevenção mais eficaz. Confira logo abaixo quais são os métodos anticoncepcionais mais indicados para adolescentes!

1. Implante

 

Este anticoncepcional reversível de ação prolongada é um dispositivo de plástico flexível do tamanho de um fósforo que o médico insere sob a pele, geralmente na parte superior do braço, e pode evitar a gravidez por pelo menos três anos antes de precisar ser substituído.

 

Ele também contém o hormônio progesterona, que impede a liberação dos óvulos pelo ovário. É o método mais eficiente de controle de natalidade, com uma taxa de falha de um ano significativamente menor do que uma em cem (0,05%).

 

Em geral, a fertilidade retorna rapidamente quando remove o implante.

2. LARCs – Métodos contraceptivos de Longa Duração

 

Os LARCs são as opções mais eficazes e de baixa falha de anticoncepcional. Os tipos mais comuns são os DIUs de cobre, os DIUs de prata ou os hormonais e o Implanon.

 

Por terem uma longa duração, significa que não exigem trocas frequentes ou administração diária. Os LARCs podem ser excelentes opções contraceptivas para adolescentes.

 

Porém, é fundamental observar que a autorização de um responsável pode ser necessária para a colocação de alguns desses métodos.

3. Anel vaginal

 

Um anel contendo hormônio é colocado na vagina da paciente uma vez por mês, onde bloqueia a liberação do óvulo por três semanas. Como resultado, ele deve ser removido por uma semana para permitir que a menstruação ocorra.

 

Durante um ano de uso, cerca de nove em cada cem mulheres engravidam com este método.

4. Adesivo

 

O adesivo também contém um hormônio que é absorvido pela pele e impede a liberação ovariana. Ele deve ser substituído a cada semana por três semanas, seguido por uma semana de folga para permitir a menstruação.

 

Tal como acontece com o anel, há uma taxa de falha de nove por cento.

5. Pílula

 

É preciso tomar a pílula anticoncepcional após o primeiro dia de menstruação. A partir daí, deve tomar todos os dias no mesmo horário. Caso seja uma pílula que requer uma pausa, deve ser tomada por 21 dias, seguido por um intervalo de 7 dias e o início de uma nova cartela.

 

Não é necessário esperar até o fim da menstruação para começar uma outra cartela. Na maioria das vezes, uma mulher sangra durante o período de pausa entre cartelas, apesar do fato de isso não ser uma regra.

 

Este método também tem uma taxa de falha de dez por cento no primeiro ano de uso. A pílula deve ser tomada todos os dias e o uso inconsistente é a causa mais comum de erros. Há dois tipos, embora apenas um que contém dois hormônios – estrogênio e progestina, seja receitado para adolescentes.

6. Anticoncepcional injetável

 

As injeções anticoncepcionais funcionam de maneira similar às pílulas, sendo o bloqueio do óvulo o principal mecanismo de ação. Há a conveniência de ter sua administração a cada 30 dias ou a cada 90 dias, assim como o lado ruim de ser uma injeção.

 

A aplicação deve ser feita na região dos glúteos e a área de injeção não deve ser massageada. Hoje, temos as seguintes injeções anticoncepcionais mensais disponíveis no Brasil:

 

  • Mesigyna;
  • Noruega;
  • Perlutano;
  • Ciclofmina.

 

Já trimestral tem a Depoprovera.

 

As injeções anticoncepcionais podem ser uma combinação de estrogênio e progesterona (todas as mensais) ou apenas progesterona (trimestral – depoprovera).

 

O estrogênio usado nas injetáveis mensais é natural e, como resultado, mais fisiológico que os usados nas pílulas anticoncepcionais com etinilestradiol. Dessa forma, o tipo e intensidade dos efeitos colaterais das injeções costumam ser diferentes.

7. Preservativos

 

Este é o único método que pode prevenir doenças sexualmente transmissíveis e deve sempre ser feito em conjunção com outros métodos. O preservativo masculino, um fino revestimento que se coloca no pênis, tem uma taxa de gravidez de 18%.

 

Já os preservativos para mulheres, também conhecidos como bolsas vaginais, tiveram uma taxa de falha de 21 por cento, em comparação com 22 por cento para coito interrompido.

 

 

Métodos não indicados para adolescentes

A ligadura das trompas e vasectomia não são ideais como métodos anticoncepcionais para adolescentes. Mini Pílulas e injeções trimestrais não devem ser feitas antes dos 16 anos.

A ligadura das trompas e vasectomia não são ideais como métodos anticoncepcionais para adolescentes. Mini Pílulas e injeções trimestrais não devem ser feitas antes dos 16 anos.

 

Os métodos de tabela, muco cervical e temperatura basal, por outro lado, não são bons porque precisam de muita disciplina e planejamento.

Quais são os métodos contraceptivos indicados para adolescentes?

 

As adolescentes podem usar a maioria dos métodos anticoncepcionais disponíveis em geral. Porém, alguns são mais apropriados para uso neste momento da vida, sendo o principal, a camisinha!

 

O único método que fornece proteção dupla é a camisinha, além de prevenir gravidez também previne DST. Para falar de outros métodos… A partir da primeira menstruação, pílulas e injeções mensais podem ser feitas na adolescência.

 

O DIU, por outro lado, as adolescentes podem usar, mas se elas nunca tiveram filhos, correm o risco de expulsá-lo. A decisão de usar um método anticoncepcional específico requer uma avaliação abrangente da saúde de uma mulher.

 

Isso é muito mais importante no caso da faixa etária juvenil, porque o organismo ainda está em desenvolvimento. Há uma variedade de métodos contraceptivos eficazes para qualquer faixa etária.

 

Como resultado, o primeiro passo para iniciar o uso de anticoncepcionais em adolescentes é procurar aconselhamento médico. Marque uma consulta no Acesso Saúde para saber qual é a melhor opção!

 

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7 infecções sexualmente transmissíveis mais comuns em Manaus

Vírus, bactérias e outros microrganismos causam Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Elas são transmitidas principalmente por contato sexual (oral, vaginal, anal), sem o uso de um preservativo masculino ou feminino, com uma pessoa infectada.

 

Continue lendo este conteúdo para conhecer quais são as IST mais comuns e como tratar!

 

 

Quais as doenças sexualmente transmissíveis mais comuns em Manaus?

O número crescente de casos de sífilis em Manaus gera preocupação nas autoridades:

O número crescente de casos de sífilis em Manaus gera preocupação nas autoridades: mais de mil casos ocorreram em 2017. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o número quase dobrou em 2018 para mais de 1.900 casos de sífilis na capital da Amazônia.

 

Além da sífilis, Manaus também registrou cerca de 680 casos de HIV somente nos primeiros seis meses de 2019. Nos últimos 20 anos, a Aids, uma doença causada pelo HIV, matou cerca de 17.800 da população amazonense.

 

E entre 2000 e 2017, as hepatites virais levaram a óbito mais de 1.300 dos amazonenses.

 

Os números mostram que mais de 158 milhões de pessoas contraíram sífilis no Brasil durante um ano. Além disso, por volta de 900 mil pessoas no país estão infectadas com HIV e 135 mil dessas pessoas possivelmente não sabem que têm a doença.

 

Segundo estatísticas oficiais, a maioria das infecções por HIV ocorre em pessoas de 20 a 34 anos em todos os estados.

 

1.473 casos de sífilis adquirida, 920 casos de sífilis em gestantes e 220 casos de sífilis congênita estavam entre os 2.613 casos da doença registrados em Manaus.

 

 

Quais são as doenças sexualmente transmissíveis mais comuns?

Como o nome sugere, as ISTs abrangem todas as doenças e infecções disseminadas por contato sexual (ou íntimo).

Como o nome sugere, as ISTs abrangem todas as doenças e infecções disseminadas por contato sexual (ou íntimo). Dentro desta classe, há uma variedade de doenças que podem ser causadas por bactérias, vírus ou parasitas.

 

Entre as ISTs mais comuns estão:

1. Clamídia

 

A Clamídia pode causar sintomas como um corrimento amarelado e espesso, vermelhidão nos órgãos genitais, dor na pelvis e durante contato íntimo. Mas, na maioria das vezes, a doença não provoca sintomas e a infecção passa despercebida.

 

A doença ocorre por uma bactéria, que pode ser disseminada através de contato íntimo sem proteção ou do compartilhamento de brinquedos sexuais.

2. Gonorreia

 

A gonorreia é uma infecção bacteriana que pode afetar homens e mulheres e se espalha através de contato sexual sem proteção ou por meio de brinquedos sexuais.

 

As bactérias podem causar:

 

  • Dor urinária;
  • Corrimento amarelado semelhante a pus;
  • Hemorragia vaginal fora da menstruação;
  • Dor abdominal;
  • Bolinhas vermelhas na boca ou dor durante um relacionamento íntimo.

3. HPV – Verrugas genitais

 

Esta infecção ocorre pelo papilomavírus humano (HPV), que faz com que lesões cresçam na pele dos órgãos genitais das mulheres e homens também. As lesões podem ter uma textura lisa ou áspera e uma cor que varia com o tom da pele, não causam dor mas são incômodas e contagiosas.

 

Embora não haja cura para verrugas genitais porque o vírus HPV permanece presente no corpo adormecido, há um tratamento que envolve a aplicação de pomadas como Aldara ou Wartec nas verrugas.

4. Herpes genital

 

Herpes genital é uma doença contagiosa, causada pelo vírus do herpes genital e causa pequenas bolinhas vermelhas na pele muito próximas, com um líquido rico em vírus, de cor amarela e com vermelhidão ao redor.

 

Eles podem provocar febre e dor no trato urinário, e corrimento em mulheres.

 

Aciclovir, Valaciclovir ou Fanciclovir devem ser usados ​​para ajudar a reduzir o desconforto causado pelos sintomas, já que a infecção não tem cura e os sintomas podem levar até 20 dias para sumir.

5. Tricomoníase

 

A tricomoníase é causada por um parasita que provoca sintomas como um corrimento com mau cheiro e espumoso, de cor verde-amarelado ou acinzentado, além de fortes coceiras e inchaço da genitália.

 

A infecção não é muito comum e pode se espalhar pelo compartilhamento de toalhas, banho ou uso de jacuzzi.

6. Sífilis

 

Sífilis é uma doença que causa hematomas nas mãos e pés que não sangram nem provocam dor. Assim como também é capaz de causar cegueira, paralisia e problemas cardíacos, com transmissão ocorrendo por meio de sangue contaminado e compartilhamento de seringas ou agulhas.

 

Os primeiros sintomas aparecem 3 a 12 semanas após a infecção. O tratamento é feito com medicamentos como Penicilina G ou eritromicina, e quando feito de forma adequada, há potencial de cura.

7. AIDS

 

A AIDS causa sintomas como:

 

  • Febre;
  • Dor de cabeça;
  • Suor;
  • Sensibilidade à luz;
  • Dor de garganta;
  • Dor de estômago;
  • Vômito;
  • Diarreia.

 

A doença não tem cura, somente tratamento para aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

 

 

Onde tratar DST em Manaus?

 

As infecções sexualmente transmissíveis podem ser tratadas ou controladas, de acordo com a gravidade. O tratamento de pessoas com IST melhora sua qualidade de vida e interrompe o ciclo de transmissão dessas infecções.

 

O diagnóstico de uma IST pode ser feito com base nos sintomas e no exame dos órgãos genitais, e pode ser confirmado com exames como Papanicolau e Schiller.

 

O médico pode recomendar um exame de sangue para determinar a causa da doença e o tratamento mais adequado. O local mais conveniente para você fazer seus exames em Manaus é o Acesso Saúde, com mais de 3.000.000 exames laboratoriais e de imagem.

 

Apesar de algumas DST, como clamídia, gonorreia e sífilis terem cura com tratamento adequado, outras, como a AIDS, não têm.

 

E podem ser extremamente debilitantes, pois o sistema imunológico da pessoa fica gravemente comprometido, expondo-a a uma variedade de agentes infecciosos.

 

A melhor maneira de evitar uma DST é usando um preservativo em todos os contatos íntimos. Isso evita o contato direto entre os órgãos genitais, bem como o contato com o agente infectado.

 

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