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O que é a insulina e qual a sua função para os diabéticos?

A insulina é um hormônio essencial para o controle dos níveis de glicose no sangue, mas que pode estar alterado em pessoas com diabetes. Neste artigo, você vai aprender o que é a insulina, qual a sua função, como ela age no organismo e como ela pode ser usada no tratamento do diabetes.

O que é a insulina?

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, que é responsável por transportar a glicose do sangue para o interior das células, para que seja usada como fonte de energia. 

A insulina é produzida principalmente após as refeições, quando a quantidade de açúcar no sangue aumenta.

Qual a função da insulina?

A função da insulina é controlar o nível de glicose no sangue, permitindo que ela seja absorvida pelas células e usada como energia ou reserva de gordura. A insulina também estimula a síntese de proteínas e reduz a produção de glicose pelo fígado.

Quando a produção de insulina é insuficiente ou ausente, como no diabetes, o açúcar não consegue ser levado para o interior das células e, por isso, acaba se acumulando no sangue e no resto do organismo, provocando complicações como retinopatia, insuficiência renal, ferimentos que não cicatrizam e até favorecendo o AVC, por exemplo.

Como a insulina age no organismo?

A insulina age como uma chave para a glicose entrar nas células e ser utilizada como fonte de energia. Ao mesmo tempo em que a insulina atua promovendo a diminuição da quantidade de açúcar circulante, há aumento da produção de outro hormônio, o glucagon. 

O glucagon possui ação contrária à insulina, de forma que atua liberando a glicose que está armazenada na gordura, fígado e músculos para o sangue, para que o corpo utilize quando os níveis de açúcar estão muito baixos, como durante um período de jejum, por exemplo. 

A ação destes 2 hormônios, insulina e glucagon, é muito importante para equilibrar a quantidade de glicose no sangue, impedindo que fique em excesso ou em falta.

Como a insulina pode ser usada no tratamento do diabetes?

O diabetes é uma doença crônica que pode ter origem genética ou estar relacionada a hábitos de vida. Existem dois tipos principais de diabetes: o tipo 1 e o tipo 2.

O diabetes tipo 1 ocorre quando o pâncreas não produz insulina ou produz em quantidade muito baixa. Isso faz com que o nível de glicose no sangue fique muito alto, podendo causar danos aos órgãos. 

As causas do diabetes tipo 1 ainda não são totalmente conhecidas, mas podem envolver fatores autoimunes, ambientais ou virais.

O diabetes tipo 2 ocorre quando o pâncreas produz insulina, mas as células do corpo não respondem adequadamente ao hormônio, tornando-se resistentes à sua ação. Isso também faz com que o nível de glicose no sangue fique elevado, podendo causar danos aos órgãos. 

As causas do diabetes tipo 2 estão relacionadas a fatores como obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada, envelhecimento e histórico familiar.

O tratamento do diabetes depende do tipo e da gravidade da doença. Em geral, envolve o controle da glicemia através de medicamentos orais ou injetáveis, como a insulina sintética, além de mudanças no estilo de vida, como alimentação saudável e prática regular de exercícios físicos .

A insulina sintética é uma forma de substituir ou complementar a produção natural do hormônio pelo pâncreas. Ela pode ser classificada em diferentes tipos, de acordo com o tempo que leva para iniciar seu efeito e a duração da sua ação. Os principais tipos são:

  • Insulina de ação rápida: esse tipo de insulina inicia seu efeito cerca de 10 a 15 minutos após sua aplicação subcutânea, sendo normalmente indicada para corrigir os picos de hiperglicemia, ou controlar os níveis de glicose no sangue após a alimentação;
  • Insulina de ação intermediária: tem um início de ação de cerca de 1 a 2 horas após a aplicação subcutânea, atingindo um pico entre 4 a 6 horas e tendo um efeito que pode durar até 12 horas, sendo geralmente indicada para controlar os níveis de glicose entre as refeições ou durante a noite, por exemplo;
  • Insulina de ação prolongada: tem um início de ação lento, cerca de 1 hora após a aplicação subcutânea, mas tem um efeito constante que pode durar até 24 horas, sendo normalmente indicada para manter os níveis basais de glicose durante o dia e a noite.

A escolha do tipo deve ser feita pelo médico endocrinologista, de acordo com as necessidades e as características de cada paciente. A dose e o horário da aplicação também devem ser definidos pelo médico, levando em conta fatores como o peso, a alimentação, a atividade física e os resultados dos exames de glicemia.

A aplicação da insulina deve ser feita na camada subcutânea da pele, ou seja, entre a pele e o músculo. As regiões mais indicadas para a aplicação são o abdômen, as coxas, os braços e as nádegas, pois são locais que apresentam maior quantidade de gordura subcutânea. É importante variar o local da aplicação para evitar a formação de nódulos ou alterações na pele .

Conclusão

A insulina é um hormônio vital para o funcionamento do organismo, especialmente para os diabéticos, que precisam controlar os níveis de glicose no sangue para evitar complicações. Por isso, é fundamental seguir as orientações médicas sobre o uso da insulina sintética, bem como adotar hábitos saudáveis que contribuam para a prevenção e o tratamento do diabetes.

Espero que este artigo tenha sido útil para você. Se você gostou, compartilhe com seus amigos e deixe seu comentário. Até a próxima! 

 

Saúde da mulher: 11 cuidados essenciais que precisa ter!

A saúde da mulher é um tema muito importante e que merece atenção especial. Afinal, as mulheres passam por diversas mudanças físicas, hormonais e emocionais ao longo da vida, que podem afetar o seu bem-estar e a sua qualidade de vida.

Por isso, é essencial que as mulheres conheçam o seu corpo, saibam quais são os seus direitos e os seus deveres, e busquem orientação médica sempre que necessário.

Neste artigo, vamos falar sobre os principais cuidados que a mulher precisa ter com a sua saúde em todas as fases da vida, desde a infância até a terceira idade. Acompanhe!

A saúde da mulher na infância

A infância é uma fase de crescimento e desenvolvimento, tanto físico quanto psicológico. Nessa fase, é importante que as meninas tenham uma alimentação saudável e equilibrada, rica em nutrientes essenciais para o seu organismo.

Também é importante que as meninas pratiquem atividades físicas regularmente, para fortalecer os músculos, os ossos e o sistema imunológico, além de prevenir o sobrepeso e a obesidade.

Outro aspecto importante na infância é a vacinação. As meninas devem receber todas as vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde, para se protegerem de doenças graves, como o sarampo, a rubéola, a caxumba, a hepatite B e o HPV.

Além disso, as meninas devem receber orientação sobre a higiene íntima, para evitar infecções e irritações na região genital. 

É importante ensinar as meninas a lavar a vulva com água e sabonete neutro, sem esfregar ou usar produtos perfumados. Também é importante trocar a calcinha diariamente e evitar roupas apertadas ou sintéticas.

A saúde da mulher na adolescência

A adolescência é uma fase de transição entre a infância e a vida adulta. Nessa fase, ocorre a puberdade, que é o processo de maturação sexual e reprodutiva. 

A puberdade se manifesta por meio de sinais físicos, como o crescimento dos seios, dos pelos pubianos e axilares, o alargamento dos quadris e o início da menstruação.

A menstruação pode causar alguns desconfortos físicos e emocionais nas adolescentes, como cólicas, inchaço, alterações de humor e acne. 

Para aliviar esses sintomas, é recomendado manter uma alimentação saudável, beber bastante água, fazer exercícios físicos leves e usar analgésicos ou antiespasmódicos com orientação médica.

Outro aspecto importante na adolescência é a sexualidade. Nessa fase, as adolescentes começam a ter interesse pelo sexo oposto ou pelo mesmo sexo, e podem iniciar a sua vida sexual. 

É fundamental que as adolescentes recebam orientação sobre sexo seguro e responsável, para evitar gravidez indesejada e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Além do preservativo, as adolescentes que já iniciaram a vida sexual devem consultar um ginecologista para escolher o método contraceptivo mais adequado para elas. 

Outro cuidado que as adolescentes devem ter com a sua saúde é realizar exames ginecológicos periodicamente. 

O exame mais comum é o Papanicolau, que consiste na coleta de células do colo do útero para detectar possíveis alterações ou infecções. 

O Papanicolau deve ser feito anualmente ou de acordo com a recomendação médica.

A saúde da mulher na idade adulta

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A idade adulta é uma fase de consolidação da vida pessoal e profissional da mulher. Nessa fase, muitas mulheres optam por engravidar e ter filhos, o que requer cuidados especiais antes, durante e depois da gestação.

Antes de engravidar, é importante que a mulher faça um planejamento familiar, ou seja, decida quando e quantos filhos quer ter, e converse com o seu parceiro sobre isso. Também é importante que a mulher faça um pré-natal, que é um acompanhamento médico que visa garantir a saúde da mãe e do bebê.

Durante a gravidez, a mulher deve manter uma alimentação saudável e equilibrada, rica em ácido fólico, ferro, cálcio e proteínas. 

Praticar atividades físicas moderadas durante a gravidez, com orientação médica. Os exercícios físicos ajudam a controlar o peso, a melhorar a circulação sanguínea, a fortalecer os músculos e a aliviar o estresse. 

Ela deve se preparar para o parto com antecedência, escolhendo o local e o tipo de parto que deseja ter. O parto pode ser normal ou cesárea, dependendo das condições da mãe e do bebê. 

 

A saúde da mulher na menopausa

A menopausa é a fase da vida da mulher em que ocorre a cessação definitiva da menstruação. Ela ocorre em média aos 50 anos de idade, podendo variar de acordo com cada organismo. A menopausa é causada pela diminuição dos hormônios femininos (estrogênio e progesterona), que regulam o ciclo reprodutivo da mulher.

Pode causar alguns sintomas físicos e emocionais nas mulheres, como ondas de calor, suores noturnos, secura vaginal, diminuição da libido, alterações de humor, insônia e depressão. Esses sintomas podem variar em intensidade e duração de acordo com cada mulher.

A menopausa também aumenta o risco de algumas doenças na mulher, como osteoporose, doenças cardiovasculares e câncer de mama e de útero. Por isso, é importante que a mulher faça um acompanhamento médico regular na menopausa, para prevenir e tratar possíveis complicações. O médico pode indicar alguns exames, como o de sangue, o de urina, o de mamografia, o de densitometria óssea e o de ultrassom transvaginal.

A saúde da mulher na terceira idade

A terceira idade é uma fase de envelhecimento do organismo, que pode trazer algumas limitações físicas e mentais. Nessa fase, é importante que a mulher mantenha os cuidados com a sua saúde em todas as áreas, para garantir uma vida longa e saudável.

A mulher deve fazer um acompanhamento médico regular na terceira idade, para prevenir e tratar possíveis doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, artrite e Alzheimer. O médico pode indicar alguns exames, como o de sangue, o de urina

Por isso, é importante que a mulher faça um acompanhamento médico regular na menopausa, para prevenir e tratar possíveis complicações. É necessário manter uma alimentação saudável e equilibrada na terceira idade, rica em nutrientes essenciais para o seu organismo. Evitar o consumo excessivo de gorduras, açúcares, sal e álcool. 

Conclusão

A saúde da mulher é um tema muito importante e que merece atenção especial em todas as fases da vida. A mulher deve conhecer o seu corpo, os seus direitos e os seus deveres, e buscar orientação médica sempre que necessário.

Deve adotar hábitos saudáveis para melhorar a sua qualidade de vida e prevenir doenças. Entre em Contato Conosco!

Dor no coração? Veja quais as principais causas | AGORA

Quando o assunto é sobre ter “dor no coração“, normalmente quer dizer “dor no peito”, que pode se manifestar como qualquer coisa, desde uma pontada aguda até uma dor surda.

Ela pode ser ardente ou opressiva às vezes. Em alguns casos, essa dor irradia da área peitoral para a mandíbula, as costas, um ou ambos os braços.

O que, portanto, poderia ser “dor no coração”? Uma série de problemas diferentes são capazes de causar várias formas de dor no peito. As causas mais letais envolvem o coração ou os próprios pulmões.

Neste conteúdo, falaremos sobre alguns problemas que podem causar essa dor no peito. Caso tenha interesse em saber sobre o assunto, basta continuar com a leitura!

 

O que pode causar dor no coração?

A dor no peito na maioria das vezes é relacionada a um infarto. Essa dor é descrita como um aperto, pressão ou peso no coração que dura mais de 10 minutos e pode se expandir para os braços, costas ou outras partes do corpo. Está tipicamente relacionado com o formigamento dos braços.

Embora possa preocupar, uma dor no peito nem sempre é sinal de infarto do miocárdio. Existem outras condições em que a dor no tórax, ao redor do coração, é o principal sintoma. Confira logo abaixo algumas delas!

1. Ansiedade 

A ansiedade costuma ser sentida em níveis mais elevados quando há um conflito no trabalho, um problema financeiro ou um desentendimento com um parceiro, por exemplo.

Os pensamentos de preocupação geralmente vêm antes dos sintomas físicos. Porém, se estiverem presentes o tempo todo na cabeça da pessoa, podem causar crises que incluem:

  • Batimentos cardíacos acelerados;
  • Respiração rápida;
  • Suor frio;
  • Dificuldades para respirar;
  • Náusea;
  • Tontura;
  • Medo de morrer.

2. Pressão alta

O aumento da pressão arterial pode causar dor no peito, portanto, as pessoas com pressão alta devem buscar atendimento médico imediatamente ao primeiro sintoma.

A maioria das dores no coração são associadas ao infarto, mas diversas outras causas desde mais simples a mais complicadas, podem motivar este sintoma

3. Ataque cardíaco

Mesmo que um ataque cardíaco não seja a única opção quando há dor no peito, geralmente é a primeira opção quando se trata dessa condição. Ocorre com mais frequência em pessoas que têm pressão alta, mais de 45 anos, fumam ou têm colesterol alto.

O infarto, ou ataque cardíaco, é tipicamente sentido como um aperto, mas também pode ser sentido como uma furada, pontada ou queimação que pode se expandir para as costas, mandíbula e braços, provocando uma sensação de formigamento.

4. Doenças respiratórias e pulmonares

Doenças como pneumonia, bronquite e embolia pulmonar podem provocar dores próximas ao coração, e as pessoas que desconhecem as características desses problemas tendem a confundir com doenças cardiovasculares.

As dores pulmonares aparecem quando respiramos profundamente e são acompanhadas de outros sintomas como:

  • Tosse;
  • Febre;
  • Alterações no ritmo e na qualidade da respiração.

5. Problemas digestivos

Problemas digestivos como refluxo gastroesofágico estão ligados ao desconforto no peito. Esse problema se desenvolve quando a válvula que separa o estômago do esôfago se abre de modo inadequado, o que faz com que o ácido estomacal chegue ao esôfago, que não está pronto para ter contato com a substância e acaba se lesionando.

Em resposta a isso, você pode sentir uma queimação e ardor, semelhantes a uma cólica na região do peito, que tende a ser confundida com um ataque cardíaco. Rara, essa dor só é descoberta depois que cada exame exclui a possibilidade de infarto.

O uso de medicamentos que impedem a secreção ácida é usado para tratar a doença do refluxo gastroesofágico. Além disso, é necessário ter algumas mudanças nos hábitos alimentares, bem como reduzir o uso de álcool e tabaco. 

Em estágios mais avançados, torna-se necessária a cirurgia para a criação de uma válvula artificial, que impede que o conteúdo do estômago retorne ao esôfago e provoque a queimação novamente.

6. Síndrome do pânico

A Síndrome do Pânico é um transtorno na qual episódios repentinos de ansiedade e medo levam a sintomas como:

  • Falta de oxigênio;
  • Sudorese;
  • Formigamento;
  • Perda de autocontrole;
  • Zumbido nos ouvidos;
  • Palpitações;
  • Dores no peito. 

Essa síndrome afeta mais as mulheres no final da adolescência e no início da idade adulta. Em muitos casos, a dor sentida na síndrome do pânico é confundida com a dor de um infarto, no entanto, há certas características que as diferenciam. 

A dor associada à síndrome do pânico é tipicamente constante, concentrada no peito, tórax e pescoço, e fortemente correlacionada com situações que envolvem ansiedade, tensão e medo.

7. Dores musculares

Depois de praticar uma atividade física mais extenuante, o corpo pode responder experimentando a conhecida dor pós-treino que todo mundo já experimentou em algum momento. O perigo surge quando uma pessoa acaba ultrapassando os seus limites ou experimenta um estresse extremo. 

Se for esse o caso, é provável que seu corpo tenha problemas para “combater” a inflamação provocada pelo exercício, o que resultará em dor intensa na região do peito e em outras áreas do corpo.

Além disso, não é raro que muitos pacientes que procuram atendimento de emergência após sentirem dor no peito, realmente sintam dores musculares em vez de um ataque cardíaco, devido a problemas com seus sistemas de movimento.

8. Úlcera estomacal

O coração e os pulmões são os órgãos mais conhecidos por estarem localizados no peito, mas eles não são os únicos.

Outros órgãos importantes, como o estômago, estão abaixo deles e podem causar desconforto se forem afetados por uma doença ou lesão.

Uma delas é a úlcera, uma inflamação que pode levar a feridas estomacais e frequentemente causa dores ao redor do abdômen. Em alguns casos, a dor pode irradiar para cima, atingindo o centro do tórax.

Essa doença costuma vir acompanhada por sintomas mais incômodos do sistema digestivo, como náuseas, vômitos e estufamento.

9. Outras doenças cardiovasculares

Além do infarto, problemas com o fluxo das contrações cardíacas (arritmias) podem resultar em acúmulo de pressão na região torácica.

Do mesmo modo, uma breve obstrução do fluxo sanguíneo para o coração, conhecida como isquemia, pode causar dor no peito – chamada de angina.

10. Gases em excesso

O excesso de gases no intestino pode exercer pressão sobre outros órgãos, e essa pressão pode resultar em dor. Esse desconforto é caracterizado pelo fato de que normalmente se sente como fortes cãibras que vêm e vão rapidamente.

11. Episódios de tosse

Outra circunstância que pode sobrecarregar os músculos do tórax é uma sessão prolongada de tosse. O esforço por alguns minutos para tossir pode causar dores no peito.

A boa notícia é que a dor muscular melhora com o repouso, compressas mornas na área e, em certos casos, com relaxantes musculares prescritos.

12. Problemas na vesícula e fígado 

A presença de pedras pode causar inflamação na vesícula biliar. O desconforto criado, na maioria dos casos insuportável, pode chegar até o peito.

A dor é caracterizada por um desconforto no peito direito que frequentemente irradia para o ombro direito e abdômen. Há também uma chance de que a dor no peito esteja relacionada a algum tipo de problema com o fígado.

 

 

Quando a dor no coração é preocupante?

Agora, vamos falar sobre a maior preocupação quando o assunto é dor no coração: o infarto. Como é essa dor? Sabe-se que a dor no peito que pode ser causada pelo infarto do miocárdio é bastante intensa, localizada no meio do peito e que vem junto com uma sensação de queimação.

A dor de alguns minutos se estende para o pescoço, mandíbula e braços. Na maioria dos casos, um formigamento atinge o braço esquerdo. Neste caso, é essencial procurar atendimento médico imediato.

Como você deve ter percebido, a dor no peito pode indicar qualquer coisa, desde nada sério até um infarto iminente. Por isso, é fundamental entender quando é preciso se preocupar com esse tipo específico de dor. 

No geral, os sintomas mais frequentes de dor no peito que podem ser sinal de um ataque cardíaco.

A dor no peito é preocupante em diversas situações, mas conhecer o sintomas de quando há sinal de infarto é essencial

Quando a dor no peito vem junto com falta de ar repentina

Qualquer dor no coração merece atenção. É aconselhável ir ao pronto-socorro imediatamente se sentir dor persistente e falta de ar sem causa ou que nunca tenha sentido antes.

O alerta é mais grave para quem possui fatores de risco para doenças cardíacas, incluindo:

  • Diabetes;
  • Pressão alta;
  • Tabagismo;
  • Colesterol alto;
  • Síndrome metabólica;
  • Histórico familiar de problemas cardíacos.

Quando a dor ocorre com frequência 

Em circunstâncias em que os episódios de dor se tornam repetitivos, é imperativo procurar a ajuda de um clínico geral ou cardiologista. Em alguns casos, é possível determinar a causa dessa condição com apenas uma consulta, mas se tiver dúvidas, o médico pode solicitar mais exames para confirmar o diagnóstico.

Quando há dor intensa no tórax

Como o sintoma mais típico de um infarto, a dor intensa na região do tórax pode irradiar para os braços, ombros, abdômen e queixo.

O desconforto pode durar cerca de 20 minutos, o que mostra que a pessoa está realmente sendo atacada e que as artérias estão com problemas.

Além disso, é possível que surjam dores agudas que duram apenas alguns minutos e indicam que as artérias não estão totalmente entupidas, mas dão sinais de alerta de que não estão funcionando normalmente.

Fraqueza 

Algumas doenças que afetam o coração, incluindo insuficiência cardíaca, reduzem a quantidade de sangue que flui pelo corpo.

Isso resulta em menos oxigênio para distribuir por todas as partes do nosso corpo. E quando isso ocorre, os músculos não são capazes de se contrair de forma adequada, resultando em extrema rigidez, o que dificulta o desenvolvimento de atividades do dia a dia como correr ou subir escadas.

Suor frio repentino

O corpo reage a situações de estresse e ansiedade produzindo suor frio, especialmente na testa, mãos, pés e axilas. O suor frio persistente é tido como um sinal comum de infarto, hipertensão, hipotensão e arritmia.

Inchaço

Inchaço nas pernas, pés e tornozelos podem indicar insuficiência cardíaca porque a doença pode levar à retenção de líquidos.

Isso ocorre porque o sangue passa a acumular quando o coração não o bombeia adequadamente. É como se houvesse um retenção do sangue, o que provoca inchaço generalizado no corpo. Torna-se mais evidente nas pernas devido a questões gravitacionais.

Tontura e desmaio

Tonturas e desmaios acontecem por causa da queda brusca de pressão e podem suceder um ataque cardíaco. Ambos também são sinais de origem cardíaca e recebem diversos nomes, por exemplo:

  • Síndrome vasovagal;
  • Síncope neurocardiogênica;
  • Síncope reflexa.

O desmaio (síncope) é quando ocorre a perda de consciência de forma rápida e repentina. É comum sentir vertigem segundos antes do desmaio. 

Tosse constante

Quando o coração é incapaz de bombear o sangue para o restante do corpo, os líquidos bombeador retornam para outras regiões, por exemplo:

  • Pulmões;
  • Fígado;
  • Trato gastrointestinal;
  • Braços;
  • Pernas.

Como frequentemente há excesso de líquido nos pulmões, a tosse contínua também pode ser um sinal de problemas cardíacos.

Esse acúmulo de líquido pode resultar de uma insuficiência cardíaca congestiva, que também causa a tosse e chiado. Isso faz com que as pessoas confundam esse com asma ou outras doenças pulmonares.

 

O que devo fazer quando o coração dói?

Não importa a idade, qualquer dor no coração deve ser observada, suas características avaliadas e, se necessário, deve ser avaliada por um profissional, neste caso um cardiologista.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), os problemas cardiovasculares são atualmente a maior causa de mortes no mundo, sendo responsáveis por cerca de 200 mil mortes por ano só no Brasil.

Portanto, se você (ou alguém próximo a você) apresentar alguns dos sintomas listados neste artigo, consulte um cardiologista imediatamente e mantenha a calma.

Se for preciso, o médico solicitará os exames apropriados para o diagnóstico e não esqueça de compartilhar este conteúdo com os seus amigos e em suas redes sociais!

13 cuidados indispensáveis que todo homem precisa ter com a saúde!

Apesar do recente aumento de conscientização masculina, a maioria dos homens continuam colocando sua saúde e exames em segundo plano.

O estereótipo de que os homens são mais desorganizados no que diz respeito ao autocuidado é verdadeiro e, com isso, os homens vivem cerca de 7,2 anos a menos que as mulheres. Porém, colocando em prática alguns hábitos bons para a saúde masculina, é possível reverter isso.

Continue lendo este conteúdo para saber quais cuidados os homens devem ter com a saúde!

 

Quais são os cuidados que os homens devem ter com a saúde?

Não é incomum que alguns homens tenham medo de descobrir que têm alguma doença e, por isso, evitem procurar atendimento médico. Alguns, porém, continuam acreditando que “nunca irão ficar doentes”, portanto não se preocupam em adotar hábitos mais saudáveis.

Outra desculpa muito usada por muitos homens é a falta de tempo. No entanto, pequenos hábitos do dia a dia não tomam tempo e ainda podem gerar bem-estar e melhora da saúde.

Confira logo abaixo os principais cuidados que os homens precisam ter com a saúde!

1. Beber mais água

Como 74% do corpo humano é água, é importante beber as quantidades recomendadas de água. Cada uma das 70 trilhões de células do corpo humano requer água para funcionar adequadamente. 

Para realizar as trocas gasosas da respiração, precisamos de água. Usamos água para permitir que o corpo elimine resíduos. Nosso corpo usa água para o trânsito intestinal. Todas as articulações e colunas vertebrais são preenchidas com água para protegê-las de atritos com outros ossos (líquido sinovial). 

Basicamente todas as funções fisiológicas precisam da água para acontecer. Inúmeras doenças podem se manifestar quando consumimos quantidades entre 1,5 a 3 litros menos do que o corpo usa.

2. Ter uma alimentação adequada

No dia a dia, muitos homens consomem alimentos industrializados com poucos nutrientes, o que leva ao aumento do colesterol e favorece o desenvolvimento de diabetes, hipertensão e outras doenças. Mesmo na correria, tente sempre manter uma alimentação balanceada, priorizando alimentos naturais, saudáveis e não processados.

3. Praticar exercícios físicos

Praticar alguma atividade física regular é uma arma poderosa para proteger a saúde do homem, pois melhora a condição física, previne a obesidade e melhora a saúde do coração. Encontre um tempo disponível no seu dia para incluir atividades físicas, seja para uma hora de treino na academia ou uma caminhada de 30 minutos.

4. Controlar o estresse

O controle do nível de estresse é outro ponto fundamental para prevenir uma série de doenças. De acordo com um estudo apresentado por Kelly McGonigal (2013), entre as pessoas que acreditam que o estresse é perigoso para a saúde, a probabilidade de fatalidades aumenta em 43% quando altos níveis de estresse estão presentes. 

Enquanto as pessoas que entendem que a resposta do corpo ao estresse é uma reação natural, têm as taxas de mortalidade mais baixas. A maneira como percebemos o estresse afeta a frequência com que as mortes ocorrem como resultado dele. 

Por essa razão, é crucial saber como administrar o seu estresse, seja com: 

  • Música;
  • Exercícios físicos;
  • Leitura;
  • Yoga;
  • Meditação.

Todos têm atividades que os fazem sentir mais relaxados. Encontre o que te faça sentir bem e coloque em prática no dia a dia. 

5. Consumir nutrientes bons para a saúde masculina 

Uma dieta saudável não deve apenas excluir os alimentos que prejudicam o corpo, mas também conter nutrientes específicos para proteger os homens contra os problemas de saúde mais comuns e apoiar a manutenção da saúde masculina.

As doenças cardiovasculares são um bom exemplo, pois 60% das vítimas de infarto e AVC são homens. Para prevenir essas doenças, é necessário consumir:

  • Ômega-3 (peixes, azeite de oliva e linhaça);
  • Vitamina B12 (carnes e leguminosas);
  • Beta-glucanas (farelo de aveia).

Em termos de saúde sexual, é preciso ter uma dieta rica em nutrientes que protegem o corpo do câncer de próstata e manter a quantidade e a qualidade dos espermatozoides, para manter intacta a fertilidade:

  • Cromo (brócolis, nozes, cogumelos e peito de peru);
  • Vitamina C (frutas cítricas);
  • Betacaroteno (cenoura, pimentão vermelho, batata-doce e manga);
  • Licopeno (tomate, pimentas e frutas vermelhas).

Quando se trata da saúde do cérebro e do sistema nervoso, é preciso consumir os nutrientes certos ajuda a manter a memória, regular o humor, aumentar a capacidade de concentração e combater doenças mentais como depressão, ansiedade e demência, por exemplo: 

  • Ferro (bife de fígado, frutos do mar e vegetais);
  • Crucíferos (brócolis, couve-manteiga);
  • Selênio (castanha-do-pará, fígado e rim);
  • Triptofano (ovos, queijo, abacate e chocolate amargo);
  • Vitaminas do complexo B (arroz integral, feijão, carnes e castanhas).

Apesar do medo de ter doenças todo homem deve ter determinados cuidados com sua saúde para preservação da qualidade de vida e bem-estar

6. Evitar o cigarro e bebidas alcoólicas

Consumir qualquer quantidade de álcool, mesmo que pequenas, aumenta o risco de desenvolver vários tipos de câncer, incluindo câncer de próstata. Por isso, é aconselhável evitar consumir bebidas alcoólicas, deixando-as apenas para ocasiões especiais.

Já o cigarro, além de ser responsável por 30% de todos os tipos de tumores malignos, como o câncer de boca, garganta, estômago, esôfago, etc., o tabagismo provoca 90% dos casos de câncer de pulmão.

Além disso, fumar aumenta as chances de desenvolver outros problemas, tais como:

  • Bronquite crônica;
  • Enfisema pulmonar;
  • Ataque cardíaco;
  • Acidente vascular cerebral.

7. Dormir bem

Uma boa noite de sono é importante para uma variedade de fatores ligados à saúde física, mental e emocional, incluindo, entre outros:

  • Previne a obesidade e sobrepeso;
  • Previne a hipertensão (pressão alta);
  • Ajuda a melhorar o desempenho físico e da resposta muscular ao esforço;
  • Previne depressão, ansiedade e estresse;
  • Auxilia na saúde cardiovascular;
  • Controla e previne a diabetes;
  • Melhora a capacidade de concentração e da produtividade.

Para obter todos esses benefícios, é preciso dormir cerca de 7 a 9 horas por noite. Além disso, é importante que o dono seja de boa qualidade, sem interrupções, para você poder restaurar o corpo e mente. 

8. Cortar as unhas

Manter práticas higiênicas adequadas é crucial para prevenir sujeiras, mau cheiro e até mesmo o desenvolvimento de doenças. Fazemos todas as nossas atividades do dia a dia usando nossas mãos, portanto, mantê-las limpas e bem cuidadas é essencial. 

O melhor jeito de conseguir isso é cortar as unhas com tesouras apropriadas para a tarefa, além de lavar as frequentemente as mãos com água e sabão.

9. Passar protetor solar

Outro dica crucial para manter a pele saudável é usar protetor solar todos os dias. A radiação ultravioleta pode deixar a pele mais ressecada, mas também pode promover o envelhecimento precoce e provocar doenças como o câncer de pele. Por isso, use o protetor solar mesmo quando o tempo estiver nublado.

10. Cuidar da saúde bucal

O cuidado com os dentes deve começar cedo para que fiquem fortes e saudáveis. Escovar os dentes é fundamental, no mínimo três vezes ao dia: após o café da manhã, após o almoço e logo antes de dormir. 

Mas, se puder escovar os dentes após todas as refeições, mesmo após um lanchinho da tarde, melhor! Além disso, o uso do fio dental não deve ser deixado de lado, para evitar que partículas de alimentos fiquem presas entre os dentes, o que pode prejudicar a saúde e aumentar o risco de cáries e mau hálito. 

E não esqueça de ir ao dentista, pelo menos uma vez a cada seis meses.

11. Prevenção nas práticas sexuais

Independente se você está em um relacionamento sério, você ainda deve tomar precauções para manter sua saúde sexual em dia. Sempre use camisinhas nas relações sexuais e não deixe de fazer exames preventivos para doenças sexualmente transmissíveis.

12. Procurar o médico mesmo não estando doente

Para quem é do tipo que só procura um médico quando algo está errado com a sua saúde, está na hora de reverter esse hábito. As consultas e exames de rotina são essenciais para a manutenção da saúde, pois permitem identificar precocemente possíveis doenças e iniciar o tratamento o mais rápido possível.

13. Dê ao corpo e mente um tempo para descansar 

O autocuidado masculino traz uma série de vantagens tanto para a saúde física quanto para a mental. Para fazer isso, você deve ouvir seu corpo e sua mente, por exemplo, se você tiver alguma dor ou lesão, fique em casa até se recuperar ou consulte seu médico em vez de ir à academia. 

Se precisar fazer uma pausa para não estressar a cabeça, desligue o computador e celular por algumas horas para recarregar as baterias. É crucial prestar atenção em como você se sente física e mentalmente.

 

Quais os principais problemas que afetam o homem?

Com base no levantamento mais recente do Centro de Referência da Saúde do Homem, 60% dos pacientes chegam ao hospital com doenças já em estado avançado. Este atraso no diagnóstico prejudica o curso do tratamento e pode levar a complicações.

As principais barreiras que os impedem de procurar atendimento médico antes, são tipicamente normas sociais que se aproximam do preconceito.

Sendo assim, muitos homens ainda são muito descuidados quando se trata de sua saúde. Esse é um dos fatores que contribui para que os brasileiros tenham expectativa de vida menor do que as mulheres.

Segundo o Centro de Referência da Saúde do Homem 60% dos pacientes já possuem problemas avançados quando decidem buscar por ajuda

Veja logo abaixo quais são as principais doenças que acometem o sexo masculino!

Câncer de pele

A doença que mais afeta homens e mulheres é o câncer de pele, que pode ser classificado em dois tipos: melanomas e não melanomas. A maior parte dos casos decorre do sol, pois os homens são os que menos utilizam o protetor solar, essencial para prevenir essa doença.

Câncer de próstata

Depois do câncer de pele, esse tipo de câncer afeta os homens com mais frequência do que qualquer outro. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimou que houve 65.840 novos casos somente em 2020.

Normalmente, a progressão do câncer de próstata é lenta, tornando a detecção precoce crucial para aumentar as chances de cura. Como resultado, é importante realizar os exames de toque regulares a partir dos 40 anos.

Câncer de testículo

Embora afete menos os homens do que o câncer de próstata, o câncer de testículo é muito comum em homens entre 15 e 50 anos, ou seja, na fase reprodutiva. As chances de cura são maiores quando o tratamento é iniciado logo. 

É crucial para sua detecção que os homens façam regularmente autoexame e consultem urologistas se notarem qualquer mudança.

Câncer de brônquios e pulmões

O hábito de fumar está ligado ao câncer de pulmão e brônquios. Segundo o Ministério da Saúde, durante os anos de 2000 e 2019, essa doença foi a principal causa da taxa de mortalidade prematura entre homens de 30 a 69 anos.

Doenças hepáticas

A saúde do fígado é fundamental, pois é ele que desempenha uma série de atividades como digestão de alimentos, absorção de nutrientes e até eliminação de agentes que podem causar prejuízos ao organismo. 

Cirrose, hepatite alcoólica, câncer de estômago, hepatite viral e hepatite autoimune ou genética estão entre as doenças da hepatite mais comuns. O consumo de álcool e tabaco também pode contribuir para o desenvolvimento da hepatite.

Obesidade 

A obesidade está relacionada a uma variedade de fatores, incluindo fatores:

  • Sociais;
  • Ambientais;
  • Genéticos;
  • Comportamentais;
  • Psicológicos;
  • Entre outros.

Um dos principais hábitos que podem contribuir para essa condição é adotar um estilo de vida pouco saudável.

Ou seja, uma rotina sedentária e uma alimentação rica em gorduras e açúcares podem aproximar cada vez mais uma pessoa do excesso de peso. Essa doença serve como porta de entrada para várias outras complicações cardiovasculares.

Doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no Brasil, e os homens são mais propensos a contraí-las do que as mulheres. Exemplos incluem: 

  • Infarto do miocárdio;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Acidente vascular cerebral.

A prevenção consiste em adotar hábitos de vida mais saudáveis, como os já citados neste conteúdo.

Como você pôde ver, a maior parte das doenças que afetam gravemente a saúde dos homens está ligada a escolhas de estilo de vida pouco saudáveis. Por isso, é fundamental que os homens cuidem de sua saúde, porque isso melhora não apenas sua qualidade de vida, mas também seus relacionamentos com suas famílias e amigos próximos. 

Os cuidados com os homens que se aproximam ou já atingiram os 60 anos precisam ser dobrados. Por fim, o que você achou deste conteúdo? Foi útil para você? Conhece algum amigo que precisa cuidar melhor da saúde? Aproveite para compartilhar este conteúdo!

Saúde ocular: 18 cuidados essenciais para ter uma boa visão!

É crucial cultivar certos hábitos para manter a saúde ocular, afinal, os olhos são órgãos tão sensíveis e muito expostos ao contato natural, físico ou cosmético.

De acordo com estatísticas da Organização Mundial da Saúde, quase 50 milhões de brasileiros sofrem de algum tipo de problema de visão. 60% desses casos envolvem cegueira e deficiência visual.

No entanto, se tivessem sido tratados de antemão, tais problemas poderiam ter sido evitados. Para saber como manter os seus olhos em boa saúde, continue a leitura deste conteúdo!

 

O que é a saúde ocular?

É referido como saúde ocular os cuidados com os olhos. Este órgão é formado por milhões de células que se encarregam de captar as ondas luminosas, convertendo-as em impulsos nervosos, que o cérebro interpreta e transforma naquilo que enxergamos quando. 

Este órgão complexo deve estar funcionando bem para que possamos enxergar. Da mesma forma como cuidamos dos outros órgãos, os olhos também devem ser protegidos.

Segundo o Relatório Mundial Sobre Visão publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos 2,2 milhões de pessoas no mundo sofrem de deficiência visual. Quase metade de todos os casos, ou pelo menos 1 milhão, poderiam ter sido evitados se a deficiência visual fosse tratada.

Como os dados são limitados, essa estimativa pode ser considerada conservadora, de acordo com o relatório. Afinal, todo mundo deve conhecer pelo menos uma pessoa que precisa de óculos, mas se recusa a usá-los com frequência ou a acompanhar a evolução do problema com seu oftalmologista.

A tendência é que as pessoas normalmente só procurem assistência médica quando a visão já está gravemente comprometida. Por essa razão foi criado o Dia Mundial da Saúde Ocular, para trazer informações e mostrar a importância de cuidar da saúde dos olhos.

O Dia Mundial da Saúde Ocular acontece todos os anos, no dia 10 de julho. O intuito principal da data é conscientizar as pessoas a respeito da importância das ações preventivas para evitar doenças e problemas oculares.

 

Quais os cuidados essenciais para a saúde dos olhos?

É referido como saúde ocular os cuidados com os olhos, órgão este formado por milhões de células e responsável por nossa capacidade de enxergarAgora que você já sabe sobre a importância de cuidar dos seus olhos, confira logo abaixo alguns simples hábitos do dia a dia que podem garantir uma saúde ocular melhor!

1. Durma pelo menos oito horas por dia

O sono e as horas de sono têm impacto na fadiga do corpo e também dos olhos vermelhidão ocular, inchaços e vista cansada podem ser o resultado de dormir menos de oito horas por dia.

2. Evite consumir bebidas alcóolicas

As bebidas alcoólicas produzem resíduos tóxicos ao serem metabolizadas pelo fígado, o que promove o envelhecimento precoce das células dos olhos. Além disso, o álcool provoca desidratação, que afeta os olhos.

3. Lubrifique os olhos

No decorrer do dia, não é incomum que os olhos perdem a lubrificação e fiquem irritados, com vermelhidão, dor e irritação.

Para quem sofre com olhos secos, o ideal é usar algum tipo de lágrima artificial ou colírio para umedecer os olhos para ajudar a manter uma visão saudável. No entanto, tenha em mente que qualquer medicamento só deve ser prescrito pelo seu médico.

4. Tenha uma boa alimentação 

Em primeiro lugar, estamos cientes de quão crucial é manter uma dieta saudável. Porém, essa prática é importante para todo o corpo, inclusive para a nossa visão, pois há alguns alimentos que fazem bem para a saúde ocular. 

É preciso adotar alguns hábitos e cuidados essenciais para manter a saúde ocular em dia. Manter uma alimentação balanceada e rica em nutrientes necessários para a saúde dos olhos e afastar doenças e problemas de visão é muito importante. 

Inclua em sua dieta os alimentos ricos em vitaminas A, E e ômega 3, que ajudam a prevenir problemas como o glaucoma, a degeneração macular e o olho seco.

Logo abaixo você pode conferir uma lista com os alimentos que fazem bem para a saúde dos olhos:

  • Peixes (salmão, sardinha, atum e bacalhau);
  • Frutas e legumes alaranjados (cenoura, tangerina, laranja, mamão papaia e maçã);
  • Verduras (brócolis, couve, espinafre e salsa);
  • Ovos;
  • Frutas vermelhas (morangos, amoras, cerejas, framboesas e mirtilos);
  • Azeite de oliva;
  • Óleo de linhaça;
  • Alho;
  • Cebola;
  • Abacate;
  • Alimentos ricos em vitamina c;
  • Cereais integrais;
  • Fígado.

5. Use óculos de sol

O uso de óculos com proteção UV é sempre recomendado, pois a luz UV danifica as células da retina e acelera seu envelhecimento. Além disso, a exposição aos raios UV pode levar ao desenvolvimento precoce de catarata e ao desenvolvimento de doenças degenerativas da retina.

6. Se você precisar de óculos de grau, não deixe de usá-los

O uso correto de óculos de grau é necessário para evitar problemas desconfortáveis e relacionados aos olhos, como dor de cabeça e fadiga visual. 

7. Evite coçar os olhos

É uma prática comum, mas que prejudica muito a saúde de sua visão. Esfregar os olhos pode levar a uma série de problemas oculares, incluindo ceratocone e descolamento de retina. 

Qualquer cisco ou sujeira pode facilmente irritar a região dos olhos e provocar vermelhidão. Além disso, a pressão ao coçar pode causar lesões, danos à córnea e até doenças graves. 

Sem mencionar o fato que nossas mãos podem transmitir infecções e bactérias para os nossos olhos, provocando problemas como a conjuntivite.

8. Não use colírios sem orientação médica

Colírios e lubrificantes só devem ser usados sob orientação médica, pois são medicamentos. Muitas pessoas usam colírio para aliviar algum tipo de desconforto, mas fazê-lo sem a orientação de um especialista pode trazer sérios efeitos negativos aos seus olhos.

9. Lave bem os olhos

Uma atitude que parece simples, mas é essencial e faz uma grande diferença nos cuidados com os olhos. Ao menos uma vez por dia, o ideal é reservar um tempo para fazer a higiene ocular (limpeza das pálpebras, cílios e cantos dos olhos). 

Ao fazer isto, estaremos eliminando todas as impurezas e resquícios e, com isso, evitando coceiras que possam causar incômodos ou até uma conjuntivite.

10. Evite olhar para telas por muito tempo

Ficar muito tempo em computadores, tablets e celulares pode resultar em astenopia, vista “cansada”, além de provocar dores de cabeça. Certifique-se de fazer pausas de, no mínimo, 10 minutos, a cada duas horas, para evitar esse tipo de problema.

11. Higienize bem as suas lentes de contato

Há uma série de diferentes tipos de lentes de contatos, algumas das quais são rígidas ou gelatinosas e possuem um descarte que pode ser diário, semanal, mensal ou anual. É fundamental seguir as recomendações do fabricante e/ou limpá-las com soluções específicas em vez de soro fisiológico. 

12. Remova a maquiagem antes de dormir 

Muitas pessoas usam maquiagem todos os dias, mas existem alguns cuidados que é importante tomar. Nunca se deve dormir maquiada, para evitar a obstrução dos poros com acúmulos de substâncias na região.

Pois, se você for para a cama usando maquiagem, poderá irritar a área dos olhos e talvez causar uma inflamação por causa dos ingredientes cosméticos. Além disso, não podemos usar produtos vencidos ou usar maquiagem de outras pessoas. 

Vale lembrar que devemos usar apenas marcas aprovadas pelas autoridades sanitárias brasileiras, como a ANVISA, e confirmar que os produtos foram dermatologicamente testados. Outra dica importante é sempre higienizar os pincéis de maquiagem para evitar o crescimento de qualquer bactéria existente.

13. Modere o consumo de açúcar

Devido à quantidade excessiva de glicose que se acumula no sangue, o consumo em excesso de açúcar prejudica o organismo, podendo prejudicar também a saúde dos olhos, ainda mais para aqueles que já têm diabetes.

A retinopatia diabética pode piorar pelo excesso de açúcar no sangue. A melhor conduta para quem não tem diabetes é limitar a ingestão de doces, e quem já tem a doença deve mantê-la sob controle e fazer um acompanhamento oftalmológico.

14. Evite o cigarro

O cigarro é prejudicial a todos os órgãos do corpo, aumentando o risco de contrair uma série de doenças e causando danos graves à saúde ocular. Isso ocorre porque as toxinas nele prejudicam a circulação do sangue.

Sendo assim, tente parar de fumar para evitar a progressão da degeneração macular, catarata ou danos ao sistema nervoso do olho. Vale ressaltar que uma pessoa que fuma pode perder completamente a visão.

15. Pratique atividades físicas 

Praticar exercícios físicos com frequência é essencial para prevenir as doenças sistêmicas que afetam os olhos, como diabetes, hipertensão e colesterol alto. O exercício também protege sua visão porque todos esses fatores estão ligados à saúde ocular.

O exercício melhora a saúde do coração e estimula a circulação sanguínea, além de prevenir esses problemas. Como resultado, nutrientes e oxigênio atingem o globo ocular mais facilmente, garantindo uma saúde melhor aos olhos.

16. Não use óculos de grau de outra pessoa

Os óculos de grau são de uso individual. Ou, em outras palavras, pegar óculos de grau emprestado de outras pessoas é muito errado. Afinal, cada pessoa precisa de um grau específico, de acordo com o que um oftalmologista recomendar.

Além disso, ao usar um grau que não seja o adequado para você, isso te causa dores de cabeça e nos olhos, bem como tontura. 

17. Pisque com frequência

Quem nunca ficou tão concentrado em uma tarefa que  se esquece até de piscar mais vezes? Esse hábito de piscar com frequência é crucial para lubrificar e hidratar a nossa córnea. 

Como resultado, ajuda a prevenir o ressecamento dos olhos, coceira, irritação e até ajuda a relaxar os olhos. Junto com isso, o hábito também ajuda a combater a chamada síndrome da visão de computador.

18. Realize consultas oftalmológicas 

Tenha em mente que muitos problemas de visão não apresentam sintomas; como resultado, é importante visitar o seu oftalmologista no mínimo uma vez por ano para examinar os seus olhos.

Além disso, é o melhor meio para diagnosticar e corrigir erros de refração que, se não forem tratados, podem resultar em fadiga ocular.

 

Qual a importância de proteger os olhos?

Proteger a saúde ocular é importante para evitar uma série de doenças que podem atingir os olhosProteger a saúde ocular é importante para evitar uma série de doenças que podem atingir os olhos. Confira logo abaixo quais são as principais doenças oculares:

Erros de refração

Miopia, hipermetropia, presbiopia e astigmatismo são problemas de refração que resultam de erros durante o processo de focalização na retina. Pessoas com algum desses problemas captam as imagens de modo distorcido, mas em uma visão normal, as imagens são focadas no centro da retina.

Degeneração macular relacionada à idade (DMRI) 

Acontece na região da retina conhecida como mácula, que é o que nos permite ver detalhes. É a causa mais frequente de perda irreversível da visão central em pessoas com mais de 50 anos.

Conjuntivite aguda bacteriana

Caracteriza-se por sua cor vermelhidão, secreção aquosa, mucosa ou purulenta. O ideal é usar um soro fisiológico ou ferver água para limpar o local. Procure um oftalmologista se não houver melhora após dois ou três dias.

Conjuntivite aguda viral

Caracteriza-se pelo olho vermelho, lacrimejando e com pouca ou nenhuma secreção; em alguns casos pode ocorrer sangramento. 

Tracoma

Trata-se de uma conjuntivite crônica conhecida por vermelhidão nos olhos que pode resultar em cegueira e necessita de tratamento oftalmológico.

Catarata

É a opacificação do olho (cristalino). Pode ser identificada por uma mudança na cor da pupila, que tende a variar de cinza para branco. Essa doença causa uma perda gradual da acuidade visual, mas não causa dor. Existe tratamento por meio de cirurgia por um médico oftalmologista.

Glaucoma

De modo geral, ocorre quando a pressão intraocular aumenta. 

Retinopatia Diabética (RD)

Lesão que atinge os minúsculos vasos sanguíneos da retina, que fazem parte do que cria as imagens que são transmitidas ao cérebro. Está ligada à duração do diabetes e problemas de controle de glicemia. Pode afetar os dois olhos e, se não diagnosticada e receber o tratamento logo no início, pode levar à cegueira.

Síndrome da visão do computador 

Uma série de sintomas e problemas de visão (como dores de cabeça, visão distorcida, ardor e vermelhidão nos olhos, etc.) que aparecem em pessoas que passam muito tempo em frente às telas. Isso acontece porque piscamos menos quando estamos diante de uma tela, o que deixa a retina ressecada e a sensação de olhos secos.

Enfim, agora que você já sabe qual é a importância de cuidar melhor da sua saúde ocular, aproveite para compartilhar este conteúdo com os seus amigos que também precisam cuidar melhor de seus olhos!

Sentido Dores no ciático? Descubra quais as causas e como tratar | AGORA!

A tensão diária, assim como os movimentos bruscos e frequentes que são feitos de forma repetitiva, prejudicam a estrutura da coluna vertebral. Então, causando dores limitantes, como as dores no ciático inflamado.

Essa é uma dor muito comum mas que, se não for tratada uma vez, pode piorar e necessitar de tratamento com remédios com efeitos colaterais. Ou até mesmo de cirurgias e internações hospitalares.

Neste artigo, abordaremos as causas desse tipo de inflamação, bem como os seus sintomas, tratamentos e medidas de prevenção. Caso tenha ficado interessado em saber mais, basta continuar com a leitura!

 

O que é nervo ciático?

Uma variedade de raízes nervosas que emergem da coluna vertebral constituem o ciático, o maior nervo do corpo humano. Ele começa da parte inferior da coluna, passa pelos glúteos, parte posterior da coxa, e vai até o joelho, se dividindo em nervo tibial e nervo fibular comum, estendendo-se até os pés.

Juntas, as vértebras cervicais (pescoço), torácicas (tronco), lombares (cintura), sacro (quadril) e cóccix (final da coluna) constituem a coluna vertebral. Os discos intervertebrais, que são cartilagens que funcionam para amortecer os impactos entre as estruturas dessas regiões, separam cada vértebra da coluna.

Há uma degeneração dos discos vertebrais com o tempo e esforço articular repetitivos. Se os discos saírem de sua posição natural, eles podem comprimir uma estrutura nervosa, resultando em uma hérnia de disco.

A ciatalgia afeta a região lombar e se estende para um dos lados do corpo, causando dor no quadril, nádega e perna.

Ela é causada especialmente por uma irritação ou inflamação do nervo ciático, também chamado como nervo isquiático. Embora possa ser uma condição que provoque dores intensas, grande parte dos casos não é grave e a dor pode sumir ao tratar em casa com medicamentos específicos.

É óbvio que existem casos mais graves, mas que envolvem um número bem menor de pessoas. Aqueles que apresentam dor intensa e crônica relacionada a fraquezas nas pernas, mudanças gastrointestinais ou bexiga, podem necessitar de cirurgia.

A dor pode afetar somente uma área do nervo ou pode se expandir por toda parte, descendo pela parte de trás das pernas. Além disso, é possível que ela até chegue aos dedos dos pés. Embora seja raro, é possível sentir uma inflamação que afeta os dois lados do corpo. Em outras palavras, a ciatalgia na maioria das vezes afeta apenas uma parte do corpo.

 

O que leva a pessoa a ter dor no nervo ciático?

A dor é causada quando o nervo é comprimido, normalmente devido a uma hérnia de disco na região lombar ou a um crescimento maior de osso (esporão ósseo) nas vértebras.A dor é causada quando o nervo é comprimido, normalmente devido a uma hérnia de disco na região lombar ou a um crescimento maior de osso (esporão ósseo) nas vértebras.

Em situações muito raras, pode aparecer como resultado de um tumor ou devido aos danos do nervo por uma doença, como diabetes, por exemplo.

Embora a dor no ciático possa afetar qualquer pessoa em qualquer momento de suas vidas, de um modo geral, alguns grupos são mais propensos a ter esse tipo de problema. Veja logo abaixo quais são os principais fatores de risco que leva a pessoa a ter dor no ciático:

1. Idade avançada

As principais causas de ciatalgia, são as hérnias de disco e crescimentos ósseos, e são mais prevalentes nesta fase da vida, portanto, as pessoas mais velhas são mais propensas a sentir dor no nervo ciático.

2. Obesidade

O excesso de peso aplicado na coluna e nas pernas contribui para desenvolver a dor no nervo ciático.

3. Sedentarismo

Este é mais um fator que aumenta a probabilidade de alguém sentir dor no nervo ciático. Danos a longo prazo a coluna são causados pela falta de exercícios.

4. Ficar sentado por muito tempo

Mesmo que a pessoa mantenha uma rotina regular de exercícios, passar um longo período de tempo sentado pode contribuir para o desenvolvimento da ciatalgia. As pessoas que têm empregos que exigem que permaneçam sentadas por muito tempo, o ideal é levantar um pouco a cada hora ou sempre que possível para reduzir essa chance.

5. Diabetes

A diabetes altera a forma como o corpo processa o açúcar no sangue, aumentando o risco de desenvolver danos nos nervos. Na verdade, a única forma de prevenir essas e outras complicações, é manter a doença sob controle e receber o tratamento adequado.

6. Gravidez

A gravidez também pode causar dor no nervo ciático, pois há um ganho de peso repentino, que faz com que os nervos sejam comprimidos.

 

O que a pessoa sente quando o nervo ciático está inflamado?

Como dito, a inflamação do nervo ciático ocorre quando ele é comprimido, causando sintomas na coluna, no glúteo ou na parte de trás da perna, por exemplo: 

  • Fortes dores em uma área ou que se estende ao longo do quadril ou perna, ao longo de todo trajeto do nervo;
  • Pontadas ou sensação de choque elétrico;
  • Dormência ou formigamento em uma das pernas e na planta do pé;
  • Fraqueza em uma das pernas;
  • Problemas para andar ou ficar na mesma posição por muito tempo;
  • Piora da dor quando está descansando.

Esses sintomas estão ligados a alterações na coluna, como hérnia de disco, espondilolistese ou até mesmo artrose na coluna. Por isso é fundamental consultar um ortopedista ou um fisioterapeuta assim que os primeiros sintomas aparecem. 

Os especialistas podem realizar exames na clínica e radiografias da coluna para determinar se existem alterações que possam estar comprimindo o nervo e causando os sintomas.

Outros sintomas como queimação, sensação de fisgada e de pernas pesadas ou cansadas não estão relacionados ao nervo ciático, mas são característicos da síndrome dolorosa miofascial, muito confundida com o nervo ciático. 

 

Como tratar dor no nervo ciático?

O uso de analgésicos, anti-inflamatórios em comprimidos ou pomadas, o uso de compressas térmicas e exercícios específicos de fisioterapia são tratamentos possíveis para nervos ciáticos doloridos ou inflamados. Veja logo a seguir um pouco sobre cada uma:

1. Remédios

Os medicamentos recomendados para tratar a dor ciática podem incluir paracetamol, ibuprofeno ou versões mais potentes derivadas da morfina, como o tramadol. Embora um ortopedista também possa recomendar um relaxante muscular como o diazepam. 

Porém, como o complexo de vitamina B ajuda a melhorar a saúde dos nervos do corpo, é uma maneira mais natural de controlar a dor.

2. Massagem

Um dos melhores métodos para tratar o nervo ciático inflamado é fazer massagem com creme hidratante ou óleos essenciais. Isso ajuda a diminuir a dor e melhorar os movimentos, relaxando os músculos das costas, pernas e glúteos, o que diminui a pressão sobre o nervo. 

Mas, vale lembrar que a massagem deve ser feita por um profissional e isso não exclui a necessidade de tratamento em uma clínica.

3. Exercícios de alongamento

Os únicos exercícios recomendados enquanto a pessoa está com muita dor são os alongamentos de coluna lombar, coxas e glúteos. Veja abaixo um exemplo:

Deitar-se de barriga para cima, dobrar os joelhos e segurar uma perna de cada vez próxima do peito, sentindo a coluna lombar se alongando por 30 segundos. Em seguida, fazer o mesmo processo com a outra perna, mesmo que não sinta dor nesse lado e repetir esse movimento 3 vezes cada perna. 

Ao notar que a dor está diminuindo e para evitar que aconteça uma outra crise, é importante fortalecer a musculatura do abdômen. Os fisioterapeutas  costumam indicar exercícios de pilates para isso, como:

  • Deite-se no chão de barriga para cima;
  • Dobre os joelhos e encolha a barriga;
  • Em seguida, traga o umbigo até as costas e mantenha essa contração abdominal enquanto respira normalmente;
  • Eleve uma perna com o joelho dobrado e mantenha a posição por 5 segundos;
  • Depois, desça a perna;
  • Lembre-se sempre de expirar ao levantar a perna;
  • Repita o movimento com cada perna, 5 vezes cada. 

4. Fisioterapia

Geralmente, o tratamento da compressão ou inflamação do nervo requer sessões de fisioterapia com aparelhos que ajudam a diminuir a dor e a inflamação, exercícios de fortalecimento, alongamentos e técnicas manuais que mobiliza e estica a perna afetada.  Isso melhora o fluxo sanguíneo para o nervo afetado e normaliza o tônus da musculatura do glúteo e perna.

Às vezes, quando esses problemas estão ligados a uma postura encurvada, o fisioterapeuta também pode aconselhar o paciente a realizar um procedimento conhecido como Reeducação Postural Global (RPG), que envolve a correção da postura e o alongamento dos músculos responsáveis pela mudança postural.

5. Usar uma compressa quente

Aplicar uma bolsa de água quente na coluna ou na zona da dor é outro bom tratamento para aliviar a dor e a inflamação do nervo ciático. Uma vez que relaxa os músculos e aumenta a libertação de endorfinas que promovem a sensação de bem-estar ao mesmo tempo reduzindo também a inflamação.

6. Alimentação

Quando se tem uma crise no nervo ciático, o ideal é consumir alimentos que são anti-inflamatórios naturais, tais como:

  • Peixes (salmão, atum e sardinha);
  • Alho;
  • Cebola;
  • Linhaça;
  • Chia;
  • Gergelim
  • Tomates;
  • Frutas (morango, laranja, limão e abacaxi);
  • Nozes;
  • Azeite de oliva extra virgem;
  • Hortaliças (espinafre, couve, brócolis e alface).

Além disso, é importante evitar ou reduzir o consumo dos alimentos que ajudam a aumentar a inflamação no corpo, por exemplo:

  • Doces e bebidas açucaradas;
  • Carnes processadas (salsicha, presunto, linguiça e bacon);
  • Laticínios;
  • Frituras;
  • Alimentos industrializados;
  • Álcool;
  • Carboidratos refinados (arroz branco, macarrão, etc.).

7. Tratamento alternativo

Além dos métodos citados acima, há outras opções que também podem ser usadas para completar o curso do tratamento. Essas opções incluem sessões de acupuntura e reflexologia para aliviar a dor e o desconforto.

Outra opção é a osteopatia, que envolve técnicas que esticam os músculos enquanto, puxando as articulações até estralar. Este é um bom jeito de tratar condições como escoliose, hiperlordose e hérnia de disco, que normalmente são responsáveis pela dor ciática.

 

Como prevenir a dor no nervo ciático?

A boa notícia é que você pode prevenir a dor no nervo ciático com alguns hábitos bem simples do dia a dia, confira logo abaixo!

1. Postura

Manter a postura correta ao longo do dia, seja levantando peso, abaixando-se para pegar objetos ou mesmo sentando e levantando, é fundamental para prevenir lombalgia, ciática e outras condições dolorosas. Já as mulheres o ideal é evitar usar sapatos com salto muito alto, pois podem mudar a postura.

2. Dieta

Quanto maior for o peso corporal, maior será o peso para a coluna sustentar e maior as chances de sofrer com dor na área. Por isso, manter um peso saudável reduz as chances de dor no ciático. 

3. Evitar ficar com frio

Tenha cuidado com o frio. Sempre fique bem agasalhado, seja trabalhando, praticando exercícios ou mesmo em casa. 

4. Praticar atividade física

Por uma variedade de razões, incluindo esta, a Organização Mundial da Saúde recomenda praticar cerca de 30 minutos de atividade todos os dias. O exercício não só ajuda no controle do peso, mas também fortalece os músculos da região lombar e da região posterior da coxa. 

Se você não tem costume, comece aos poucos e aumente a intensidade gradualmente. Antes de continuar com suas atividades, procure a orientação de um médico se sentir dores nas coxas e/ou pernas, especialmente aquelas que descem abaixo do joelho.

 

Quais as complicações da dor no nervo ciático?

Na maioria das vezes, um paciente com ciatalgia se recupera 100%, sem quaisquer complicações ou desconfortos. Apesar disso, há uma chance de que a ciatalgia resulte em danos permanentes nos nervos se o tratamento adequado não for feito.

Os riscos permanentes podem ocorrer quando:

  • A perna atingida perde a sensibilidade;
  • Fraqueza muscular na perna;
  • Perda de função intestinal ou da bexiga.

Vale ressaltar que é importante buscar atendimento médico com urgência se algum desses sintomas aparecer. Sem dúvida, quanto mais cedo iniciar o tratamento, maior a probabilidade de reversão de possíveis consequências de uma ciatalgia grave.

Lembre-se de procurar orientação médica se sentir desconforto ou dor, tanto no sistema nervoso central ou em qualquer outra parte do corpo.

Caso este conteúdo tenha sido útil para você, aproveite para compartilhar com os seus amigos que também sofrem com esse problema ou tenham interesse sobre o assunto!

Como identificar se você está com falta de vitaminas? Descubra Aqui!

Uma alimentação balanceada é essencial para manter uma boa saúde e prevenir diversas doenças. No entanto, mesmo com uma dieta saudável, pode haver deficiência de vitaminas no organismo. Essas substâncias são responsáveis por diversas funções vitais, como o fortalecimento do sistema imunológico, a produção de energia e a regeneração celular. Vamos mostrar como identificar se você está com falta delas e quais são os principais sintomas.

Sintomas de deficiência de vitaminas:

Existem diferentes tipos de vitaminas, cada uma com funções específicas no organismo. A deficiência de vitaminas pode causar diversos sintomas, que variam de acordo com a substância em falta. A seguir, confira alguns exemplos:

Existem diferentes tipos de vitaminas, cada uma com funções específicas no organismo. A deficiência de vitaminas pode causar diversos sintomas, que variam de acordo com a substância em falta. A seguir, confira alguns exemplos:

Vitamina D: fraqueza muscular, dor óssea e fadiga;

Vitamina C: cansaço, fraqueza, sangramento nas gengivas e pele seca;

Vitamina A: problemas de visão, pele seca e descamativa;

Vitamina B12: formigamento nas extremidades, fraqueza muscular, tontura e confusão mental;

Vitamina E: fraqueza muscular, dificuldade de coordenação motora e problemas de visão.

Diagnóstico e tratamento:

O diagnóstico de deficiência é feito por meio de exames de sangue, que medem os níveis dessas substâncias no organismo. Em caso de deficiência, o tratamento pode incluir a suplementação da vitamina em falta por meio de alimentos ou de cápsulas, sempre com acompanhamento médico. Além disso, é importante manter uma alimentação equilibrada e variada, com a inclusão de alimentos ricos em vitaminas, como frutas, verduras, legumes e carnes magras.

Conclusão:

A deficiência de vitaminas é um problema que pode afetar qualquer pessoa, mas pode ser facilmente prevenido e tratado com uma alimentação equilibrada e a suplementação adequada. Se você suspeita de falta de vitaminas, é importante consultar um médico para realizar os exames necessários e obter o tratamento adequado. Cuide da sua saúde e mantenha sempre os níveis de vitaminas em dia. Conte com a Acesso Saúde para cuidar da sua saúde de forma prática e acessível.

 

Você sabe o que é o Fevereiro Roxo? Descubra aqui a sua importância!

Várias campanhas de alerta, como Outubro Rosa, Novembro Azul, Dezembro Vermelho e Fevereiro Roxo, usam cores para fazer referência ao tema de destaque do mês. Tudo isso ajuda a aumentar o conhecimento das pessoas sobre várias doenças e a identificar suas causas e como tratá-las.

O Fevereiro Roxo e Laranja tem como foco a conscientização e o tratamento de diversas doenças. O roxo têm relação ao lúpus, da doença de Alzheimer e da fibromialgia. Enquanto a cor laranja alerta para leucemia.

Significados associados à cor roxa incluem alerta, cautela e consciência de certas doenças cujos sintomas e efeitos na vida diária de uma pessoa não são tão conhecidos pelo público em geral porque essas doenças não têm cura e apenas requerem tratamento e cuidados por toda a vida. 

Continue a leitura deste conteúdo para entender mais sobre o assunto e porque tem um papel essencial na sociedade!

 

O que é o Fevereiro Roxo?

Você já notou que alguns meses parecem estar ligados às cores dos últimos anos? Começou com o Outubro Rosa, seguido pelo Novembro Azul e depois surgiram outros. As cores são usadas como símbolos de campanhas de alerta sobre doenças.

A maioria dessas condições – como o câncer da mama no caso do Outubro Rosa e o câncer de próstata no caso do Novembro Azul – retrata sobre doenças graves que podem receber um tratamento mais eficaz ao detectar a doença ainda no estágio inicial.

A campanha Fevereiro Roxo começou em 2014 como um meio de alertar as pessoas sobre três doenças:

  • Lúpus eritematoso sistêmico;
  • Alzheimer;
  • Fibromialgia.

Com o apoio da Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM), o Fevereiro Roxo visa conscientizar as pessoas sobre a importância do diagnóstico precoce em casos como esses.

O fato de não haver cura para essas doenças as une, apesar de suas diferenças. Em outras palavras, uma razão que enfatiza a importância de um diagnóstico correto para fazer o tratamento mais eficaz e seguro e garantir o bem-estar e uma melhor qualidade de vida para os pacientes.

Sendo assim, uma das questões que tornam mais difícil o diagnóstico precoce dessas doenças é a identificação de seus sintomas.

O objetivo da campanha é alertar as pessoas sobre como o diagnóstico precoce é crucial para as diversas doenças que compartilham o fato de que nenhuma delas tem cura, apenas um tratamento eficaz pode amenizar os seus efeitos. 

Isso quer dizer que, as chances de viver uma vida mais longa e saudável aumentam quanto mais cedo o tratamento começar. Por essa razão, neste artigo você vai conhecer mais sobre as doenças que o Fevereiro Roxo traz. Confira logo abaixo!

Realizar o diagnóstico precoce de doenças crônicas e/ou degenerativas é essencial para aumentar as chances de viver uma vida mais longa e saudável

1. Lúpus Eritematoso Sistêmico

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma das doenças que o Fevereiro Roxo aborda, Trata-se de uma doença inflamatória e autoimune que atinge vários órgãos e tecidos, como a pele, articulações, cérebro e rins.

Isso porque, como uma doença autoimune, o lúpus faz com que o próprio sistema imune destrua os tecidos saudáveis do corpo sem motivo aparente.

O diagnóstico de Lúpus nem sempre é direto e simples, pois os sintomas podem diferir muito de uma pessoa para outra e mudar com o tempo, o que os confunde com os sintomas de outras doenças.

Por esse motivo, não existe um exame ou teste específico para diagnosticar essa doença, embora isso possa ser feito por meio de exames de sangue e urina, bem como de sintomas clínicos que são ditos ao médico durante uma consulta.

A doença acomete mais as mulheres, embora também possa afetar os homens. A causa do lúpus é desconhecida, mas pode ser influenciada por fatores genéticos, hormonais ou outros, incluindo infecções ou uso de certos medicamentos.

Quando a doença não recebe o tratamento adequado, o seu principal efeito é comprometer várias áreas do corpo, o que leva a uma série de problemas. Os sintomas do lúpus, como dito, podem variar de acordo com a parte do corpo afetada. 

No início, são comuns sinais como:

  • Febre baixa;
  • Cansaço;
  • Desânimo;
  • Perda de peso;
  • Dor nas costas. 

Já os sintomas mais específicos incluem:

  • Rigidez muscular e inchaço;
  • Dores nas articulações;
  • Lesões na pele;
  • Confusão;
  • Dor de cabeça;
  • Vermelhidão na face sobre bochechas e nariz (em formato de borboleta);
  • Problemas respiratórios;
  • Sensibilidade à luz solar;
  • Mal-estar;
  • Ansiedade;
  • Desconforto;
  • Queda de cabelo;
  • Feridas na boca.

Tratamento

Após diagnosticar o lúpus, o médico decidirá quais recursos terapêuticos serão utilizados para tratar cada caso em particular.

O objetivo é retardar a progressão da doença e, ao mesmo tempo, reduzir os seus sintomas e efeitos colaterais dos medicamentos, para dar ao paciente uma melhor qualidade de vida. Recomenda-se que o acompanhamento médico seja feito de forma contínua.

O Fevereiro Roxo procura chamar a atenção para esta doença crônica que perturba o dia a dia das pessoas afetadas. É essencial reconhecer quando um problema ocorre e buscar o tratamento para garantir uma convivência mais confortável com a doença.

2. Mal de Alzheimer

A doença de Alzheimer é uma condição que é bem conhecida por acometer idosos. Os danos que ela causa são progressivos e degradam as capacidades cognitivas das pessoas afetadas.

A doença de Alzheimer é neurodegenerativa, o que significa que prejudica os tecidos neurais do cérebro e causa a perda de habilidades mentais. Além disso, ela causa mudanças no citoplasma neuronal e o acúmulo da proteína anormal beta-amiloide, que afeta as células nervosas.

Essa doença foi descrita pela primeira vez por um médico em 1906, um psiquiatra chamado Alois Alzheimer. Os principais sintomas da doença, que também faz parte da campanha Fevereiro Roxo, incluem a falta de coerência na fala e a perda de memória.

A pessoa com Alzheimer pode relembrar histórias antigas e depois as repetir sem se lembrar de eventos mais atuais no mesmo dia. Além disso, a doença pode se manifestar mais cedo em pessoas que têm casos na família, mesmo que seja mais comum acometer pessoas mais velhas.

Além disso, o Alzheimer torna a pessoa dependente de tarefas simples do dia a dia, tornando-se a principal causa de demência. Ainda sem cura, prejudica a capacidade de atenção da pessoa, bem como seu aprendizado e interação social.

Em geral, a doença começa a apresentar sintomas por volta dos 65 anos, mas já houve casos de início precoce que começou aos 50 anos. Entre os sintomas que pode se manifestar estão:

  • Problemas de linguagem;
  • Confusão com horários e dias da semana;
  • Desorientação em relação à lugares que são conhecidos;
  • Esquecimento de fatos recentes.

Tratamento

Depois que o médico diagnostica a doença com base no relato do paciente e na avaliação de seus sintomas, além da realização de exames como a tomografia, deve-se iniciar o tratamento.

Seu foco principal está em duas ideias básicas: criar um ambiente seguro para o paciente e administrar medicamentos para diminuir o comprometimento das funções mentais.

Os familiares e amigos devem tomar as seguintes medidas para apoiar e proteger o paciente:

  • Modificar o ambiente em que a pessoa vive para auxiliar em sua orientação;
  • Criar uma rotina de cuidados;
  • Incentivar a socialização;
  • Apoiar a realização das tarefas diárias.

É possível fornecer um tratamento terapêutico e medicamentoso que ajude a retardar os efeitos mais graves ao diagnosticar e começar a tratar a condição ainda em seus estágios iniciais.

3. Fibromialgia

Uma síndrome pouco conhecida chamada fibromialgia afeta mais as mulheres entre 30 e 60 anos. Um dos maiores desafios no diagnóstico dessa doença, que Fevereiro Roxo também representa, é que seus sintomas podem se parecer com situações normais do dia a dia, como o estresse ou mal-estar.

Essa doença pode afetar quaisquer áreas do corpo formadas por tecidos moles (músculos, tendões e ligamentos). Além disso, regiões como mãos, pés e pernas podem ter maior rigidez.

De acordo com muitos estudos, a fibromialgia pode provocar uma maior incidência de pontos de sensibilidade nas pessoas que têm a síndrome. Os sintomas são:

  • Dor generalizada;
  • Fadiga;
  • Dificuldades de concentração;
  • Perda de memória;
  • Formigamento nas mãos e pés.

Todos os sintomas acima são problemas bem comuns, portanto, acredita-se que a doença seja subnotificada. A dor associada à fibromialgia é persistente e na maioria dos casos dura cerca de três meses de cada vez.

Devido à dor e fadiga, a pessoa também pode ter uma redução na capacidade de fazer exercícios. E, com o passar do tempo, ela também começa a ter problemas para dormir, como insônia e apnéia do sono.

Também pode haver uma ligação com distúrbios psicológicos, como a depressão, que podem piorar o quadro clínico. Tensão, ansiedade e fadiga também costumam estar presentes em quem convive com a doença.

Não existe cura para a doença e sua causa também não é conhecida, apesar de ter relação com alguns fatores, como a genética ou após algum evento, como um trauma físico, psicológico ou infecção grave.

Tratamento

O diagnóstico da doença é feito apenas com base em certos critérios médicos, pois sua ocorrência não pode ser demonstrada em exames de imagem. O médico pode então determinar quais recursos usar para tratá-la.

Os medicamentos servem para controlar a dor e melhorar o sono, e a prática de atividades físicas também pode ser uma boa ideia. Os planos de tratamento incluem massagens e sessões de fisioterapia.

Na maioria das vezes, torna-se necessário também gerenciar o estresse e acompanhar os distúrbios psicológicos, pois esses fatores podem levar à progressão da fibromialgia.

 

Qual a importância do Fevereiro Roxo?

As doenças abordadas no Fevereiro Roxo são incuráveis e a importância dessa campanha é a conscientização e diagnóstico precoce destes malesComo você pôde ver neste conteúdo, as três condições, Lúpus, Fibromialgia e Alzheimer, são muito diferentes umas das outras, mas têm uma coisa em comum: são todas incuráveis. Sendo assim, é preciso diagnosticar todas essas doenças em seus estágios iniciais para retardar ou manter sob controle os seus sintomas.

O público pode estar mais atento aos sintomas destas doenças graças à visibilidade que o Fevereiro Roxo lhes traz, o que aumenta as chances de um diagnóstico precoce feito por um especialista

Desse modo, o portador da doença pode receber um tratamento adequado, mesmo que ainda não haja cura para a doença.

Terapias por medicamentos e terapias complementares, como a fisioterapia, acupuntura, exercícios físicos, terapia e outras, são cruciais para que uma pessoa tenha uma maior qualidade de vida, melhora seu humor, mobilidade e capacidade cognitiva.

Mesmo que não tenha cura para as doenças, é possível viver com mais conforto ao tomar as medidas adequadas no momento certo.

A campanha tem um significado essencial nesse sentido, ao levar essas informações a uma população maior e, ainda mais nesse ponto da história, para facilitar a rápida transmissão de conhecimento.

Afinal, só no Brasil, por volta de:

  • 65.000 pessoas têm Lúpus;
  • 3% da população sofre de Fibromialgia;
  • 1,2 milhão têm Alzheimer.

As campanhas Fevereiro Roxo têm como foco principal estimular a sociedade a refletir a respeito dessas doenças. E eles conseguem isso ao incentivar os diálogos, bem como eventos em ambientes de trabalho, nas mídias sociais, nas salas de aula, nas famílias e, em geral, em diversos setores da sociedade.

Ao fazer isso, mais pessoas ficam cientes dos sintomas e das opções de tratamento e isso aumenta a chance de poder apoiar amigos ou familiares que enfrentam uma situação como essa.

 

Conclusão

A campanha Fevereiro Roxo visa sensibilizar o público para estas doenças graves e sem cura. Logo, é possível demonstrar como a busca do especialista após notar algum um sintoma faz uma diferença enorme.

E como foi dito ao longo deste conteúdo, o diagnóstico precoce por um especialista é crucial; as informações ajudam a melhorar os índices e garantem mais sobrevida e tratamentos menos agressivos aos pacientes.

A luta é um trabalho de equipe, e ao levantar a bandeira Fevereiro Roxo e Laranja também irá contribuir para a qualidade de vida dos portadores dessas doenças e melhores resultados no dia a dia.

Por fim, o que você achou deste conteúdo? Não esqueça de compartilhar sobre o Fevereiro Roxo em suas redes sociais e com os seus amigos!

Dor de estômago: Descubra 5 principais causas e como tratar!

A dor de estômago é um sintoma muito comum e que pode ter diversas origens. A dor de estômago pode ser leve ou intensa, aguda ou crônica, localizada ou difusa, e pode estar associada a outros sinais, como náuseas, vômitos, azia, gases, diarreia, constipação, febre, entre outros. 

A dor de estômago pode afetar pessoas de qualquer idade, sexo ou condição de saúde.

Neste artigo, vamos falar sobre cinco principais causas de dor de estômago e como tratá-las. Confira!

Dor de estômago: Descubra 5 principais causas e como tratar!

1. Gastrite

A gastrite é uma inflamação da mucosa que reveste o estômago, que pode ser causada por diversos fatores, como infecção por bactérias (como a Helicobacter pylori), uso excessivo de medicamentos anti-inflamatórios, álcool, tabaco, estresse, entre outros. 

A gastrite se manifesta por meio de dor de estômago, que pode ser do tipo queimação, pontada ou cólica, e que pode piorar após as refeições ou em jejum. 

A gastrite também pode causar náuseas, vômitos, perda de apetite, sensação de estômago cheio, entre outros sintomas.

O tratamento da gastrite depende da sua causa e da sua gravidade. Em geral, recomenda-se o uso de medicamentos que reduzem a acidez do estômago (como os antiácidos, os inibidores da bomba de prótons ou os bloqueadores H2), o uso de antibióticos em caso de infecção por bactérias, a suspensão dos medicamentos que irritam o estômago, a adoção de uma dieta leve e equilibrada, a evitação de alimentos e bebidas que pioram a dor (como café, refrigerantes, frituras, condimentos, álcool, etc.), a redução do estresse e a cessação do tabagismo.

2. Úlcera péptica

A úlcera péptica é uma ferida que se forma na mucosa do estômago ou do duodeno (a primeira parte do intestino delgado), que pode ser causada por diversos fatores, como infecção por bactérias (como a Helicobacter pylori), uso excessivo de medicamentos anti-inflamatórios, álcool, tabaco, estresse, entre outros. 

A úlcera péptica se manifesta por meio de dor de estômago, que pode ser do tipo queimação, pontada ou cólica, e que pode melhorar ou piorar após as refeições ou em jejum. A úlcera péptica também pode causar náuseas, vômitos, perda de peso, sangramento digestivo, entre outros sintomas.

O tratamento da úlcera péptica depende da sua causa e da sua gravidade. Em geral, recomenda-se o uso de medicamentos que reduzem a acidez do estômago (como os antiácidos, os inibidores da bomba de prótons ou os bloqueadores H2), o uso de antibióticos em caso de infecção por bactérias, a suspensão dos medicamentos que irritam o estômago, a adoção de uma dieta leve e equilibrada, a evitação de alimentos e bebidas que pioram a dor (como café, refrigerantes, frituras, condimentos, álcool, etc.), a redução do estresse e a cessação do tabagismo. 

Em alguns casos, pode-se recorrer à cirurgia para remover a úlcera ou parte do estômago.

3. Pedra na vesícula

A pedra na vesícula é um cálculo que se forma na vesícula biliar, um órgão que armazena a bile, um líquido produzido pelo fígado que ajuda na digestão das gorduras. A pedra na vesícula pode ser causada por diversos fatores, como obesidade, diabetes, colesterol alto, gravidez, uso de anticoncepcionais, entre outros. 

A pedra na vesícula se manifesta por meio de dor de estômago, que pode ser do tipo cólica, e que pode irradiar para o lado direito do abdômen, para as costas ou para o ombro. A dor pode ser desencadeada ou piorada após a ingestão de alimentos gordurosos. 

A pedra na vesícula também pode causar náuseas, vômitos, febre, icterícia (amarelamento da pele e dos olhos), entre outros sintomas.

O tratamento da pedra na vesícula depende do seu tamanho, da sua quantidade e da sua gravidade. 

Em geral, recomenda-se o uso de medicamentos que dissolvem ou fragmentam as pedras (como os ácidos biliares ou a litotripsia), a adoção de uma dieta pobre em gorduras e rica em fibras, a perda de peso e o controle do colesterol e do diabetes. Em alguns casos, pode-se recorrer à cirurgia para remover a vesícula biliar.

4. Apendicite

A apendicite é uma inflamação do apêndice, um pequeno órgão que se localiza no início do intestino grosso, que pode ser causada por diversos fatores, como obstrução, infecção, trauma, tumores, entre outros. 

A apendicite se manifesta por meio de dor de estômago, que pode ser do tipo cólica, e que pode migrar para o lado direito do abdômen, na região do umbigo. A dor pode ser desencadeada ou piorada pela movimentação, pela tosse ou pela pressão no local. A apendicite também pode causar náuseas, vômitos, febre, perda de apetite, diarreia ou constipação, entre outros sintomas.

O tratamento da apendicite é a cirurgia para remover o apêndice, que deve ser feita o mais rápido possível, para evitar complicações, como a ruptura do órgão, a peritonite (infecção do abdômen) ou a formação de abscessos (acúmulo de pus). 

Além disso, recomenda-se o uso de antibióticos e de analgésicos para combater a infecção e a dor.

5. Intolerância alimentar

A intolerância alimentar é uma reação adversa do organismo a determinados alimentos ou componentes, que pode ser causada por diversos fatores, como deficiência de enzimas, sensibilidade a aditivos, alergias, entre outros. 

A intolerância alimentar se manifesta por meio de dor de estômago, que pode ser do tipo cólica, e que pode ocorrer logo após ou algumas horas após a ingestão do alimento. A intolerância alimentar também pode causar náuseas, vômitos, diarreia, gases, inchaço, dor de cabeça, entre outros sintomas.

O tratamento da intolerância alimentar depende do seu tipo e da sua gravidade. Em geral, recomenda-se a identificação e a exclusão do alimento ou do componente que causa a reação, a adoção de uma dieta variada e equilibrada, a ingestão de líquidos para evitar a desidratação, o uso de medicamentos que aliviam os sintomas (como os antiácidos, os antiespasmódicos ou os antidiarreicos) e, em alguns casos, o uso de suplementos ou de medicamentos que substituem ou complementam as enzimas digestivas (como a lactase ou a pancreatina).

Conclusão

Como você pode ver, existem diversas causas de dor de estômago, que podem afetar a sua qualidade de vida e o seu bem-estar. Por isso, é importante procurar um médico em caso de dor de estômago persistente, intensa ou acompanhada de outros sintomas, para fazer o diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado.  Marque Sua consulta ou acesse nosso site!

Lembre-se de que a dor de estômago pode ser um sinal de doenças mais graves e que requerem atenção médica 

13 vacinas indispensáveis para cuidar da saúde! DESCUBRA AGORA!

A manutenção da saúde inclui tomar todas as vacinas. Algumas vacinas de rotina são importantes, não só para crianças, mas também para adultos e pessoas com mais de 50 anos.

Muito se discute sobre a importância da vacinação e como ela pode salvar vidas no cenário atual de aumento dos índices de infecção por doenças infecciosas no Brasil e no mundo. Continue lendo este conteúdo para saber quais são as vacinas obrigatórias!

 

Quais são as vacinas mais importantes?

A razão pela qual as campanhas de vacinação voltadas para crianças são tão famosas é que elas abordam o assunto de maneira sensível e recebem ampla cobertura da mídia. No entanto, muitas pessoas não sabem que a vacina deve ser uma prioridade durante toda a vida, inclusive na idade adulta e na terceira idade.

Todas as pessoas devem receber as vacinas contra sarampo, caxumba, rubéola, hepatite B, febre amarela, difteria e tétano a partir dos 20 anos, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde.

Essas e outras vacinas estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), e algumas têm mais de uma dose. Confira logo abaixo quais são as principais vacinas obrigatórias para adultos.

1. Vacina dupla para difteria e tétano

A etapa inicial de vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses com espaço de dois meses. Estas três dosagens são, na maioria das vezes, dadas durante a infância, portanto, verifique seu registro de vacinação para confirmar se a vacinação está em dia. 

Depois disso, o reforço deve ser feito a cada 10 anos para garantir que a imunização continue efetiva. Os adultos erram nesse ponto ao deixar essas vacinas de lado.

2. BCG

A vacina BCG oferece proteção contra a tuberculose do tipo GRAVE. A vacinação é feita no braço direito, durante o primeiro mês de vida, e a reação deve acontecer nas semanas seguintes. É preciso ter só algumas precauções locais, como limpar com água e sabão.

3. Vacinas VIP/VOP

A vacina VIP/VOP oferece proteção contra a paralisia infantil da poliomielite. As crianças recebem essa vacina durante 2, 4 e 6 meses de vida e os reforços aos 15 meses, 4 anos, bem como durante as campanhas anuais de multivacinação.

As três primeiras doses vêm da Vacina Inativada Poliomielite (VIP). Os reforços restantes normalmente vêm com um vírus atenuado (VOP) em gotinhas.

A razão pela qual as campanhas de vacinação voltadas para crianças são tão famosas é que elas abordam o assunto de maneira sensível e recebem ampla cobertura da mídia.

4. Vacina da gripe

Todos os anos, as unidades de saúde disponibilizam a vacina contra o vírus influenza. Aconselha-se que todos, com exceção dos bebês com menos de 180 dias e pessoas que tiveram alergia às doses anteriores, vacinem-se contra a gripe. 

5. Febre amarela 

Adultos de qualquer idade podem tomar essa vacina. Quem viaja para regiões com muitos casos da doença, o ideal é tomar a vacina 10 dias antes de embarcar. 

A vacinação é inicialmente feita em dose única. No entanto, a pessoa pode receber uma segunda dose 10 anos após a primeira devido à possibilidade de falha da vacina. As mulheres grávidas e as que estão amamentando não devem receber a vacina contra a febre amarela.

6. Varicela 

Esta vacina serve para prevenir a catapora e é feita a partir de um vírus atenuado. Recomenda-se tomar duas doses da vacina contra varicela, a primeira aos 12 meses de idade e a segunda entre 15 e 24 meses de idade, de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

7. Vacina HPV 

A vacina quadrivalente do HPV protege contra infecções de longa duração e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV. Além disso, previne câncer de colo de útero, vulvar, vaginal, do anus e verrugas genitais. 

Ao contrário da crença popular, a vacinação contra o HPV é uma vacina com um vírus inativo que não pode causar a doença e se torna segura para crianças a partir dos 9 anos de idade, conforme indicação.

Meninas e meninos entre 9 e 14 anos de idade são aconselhados a tomar duas doses, separadas por um período de seis meses (0 – 6 meses). Para adolescentes a partir dos 15 anos, são três doses: a segunda um a dois meses após a primeira e a terceira seis meses depois.

8. Vacinas para hepatites A e B

Os bebês já nos primeiros meses de vida recebem as vacinas que protegem contra infecções hepáticas  pelo vírus da hepatite A e B. A hepatite B, por exemplo, exige três doses: ao nascer, aos dois e aos quatro meses.

A vacinação contra a hepatite A deve ser feita em duas doses, aos 12 e 18 meses. Mas acontece com frequência que os adultos não tomam a vacina contra a doença ou não têm certeza se receberam as dosagens durante a infância.

Nessa situação, é preciso conversar com um médico de confiança para aplicar a vacina.

9. Tríplice bacteriana

A tríplice bacteriana fornece proteção contra Difteria, Tétano e Coqueluche. Ela deve ser dada a gestantes entre a 27ª e a 36ª semana de gravidez.

É preciso ter em mente que a vacinação deve ser feita de novo a cada gravidez. Se a mulher não for imunizada durante toda a gravidez, a imunização deve ser feita logo após o parto, de preferência na maternidade, para eliminar qualquer risco.

As mulheres que receberam uma vacinação infantil são obrigadas a tomar a dose de reforço a cada 10 anos, independente de estarem grávidas. Quem ainda não se vacinou ou tem dúvidas se está vacinado deve conversar com um médico antes de começar o esquema vacinal, que consiste em três doses, sendo que a segunda deve ser aplicada dois meses após a primeira e a terceira 4 a 8 meses depois da segunda.

Ter as vacinas de rotina em dia é uma forma de preservar e cuidar da sua saúde, combatendo o surgimento de doenças graves

10. Vacina Tríplice-viral 

Embora a vacina tríplice-viral (SRC) proteja contra sarampo, caxumba e rubéola e seja dada em dose única, ela é contraindicada para grávidas e pessoas com sistema imunológico fraco.

As mulheres que desejam engravidar precisam receber a vacina antes de engravidar, pois a rubéola é uma doença que pode ser perigosa para o feto quando afeta mulheres grávidas.

11. Vacina da COVID-19

Para as pessoas em geral, agora é aconselhado receber 3 doses da vacina contra o coronavírus para completar o esquema vacinal.

12. Herpes-zóster 

A vacina contra herpes-zoster, também conhecida como cobreiro, é aprovada em dose única para maiores de 50 anos. Somente em serviços privados de vacinação é disponibilizado o imunizante.

13. Vacina pneumocócica

Para pessoas com mais de 60 anos ou que se enquadrem na categoria de risco, é necessária prescrição médica para imunização contra meningite bacteriana, pneumonia, sinusite, etc.

Por fim, agora que você já sabe quais são as vacinas importantes para a população, não esqueça de compartilhar este conteúdo com os seus amigos e familiares, para que eles também possam se informar mais sobre este assunto tão importante!

Leia também sobre: Doenças tropicais: o que são e como se prevenir? 

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