Chuva forte? Conheça os principais cuidados durante as tempestades!

No verão, é comum ter chuva forte e breve, com rajadas de vento, raios e trovões. Devido ao fato de uma descarga elétrica corresponder a cerca de mil vezes a intensidade de um chuveiro elétrico, é fundamental ter mais atenção e se proteger das tempestades.

Continue lendo este conteúdo para descobrir quais são as principais recomendações durante as chuvas fortes!

 

Quais os cuidados que devemos ter durante a tempestade?

O verão é a época do ano mais aguardada pela maioria das pessoas, pois é um ótimo momento para viajar, conhecer pontos turísticos e passar mais tempo com a família. Afinal, as comemorações de final de ano e o período de férias escolares possibilitam isso. 

Porém, é fundamental ficar atento, porque é nessa época do ano em que as chuvas tornam-se mais frequentes devido às altas temperaturas. Veja logo a seguir quais são os cuidados que você deve tomar durante uma chuva forte!

Se estiver na rua

Caso ocorra uma tempestade enquanto você estiver na rua, as recomendações são as seguintes:

Se você estiver na rua durante uma tempestade e sentir os pelos do seu corpo se arrepiar e a pele coçar, significa que um raio está prestes a cair bem próximo. Caso não possa encontrar nenhum abrigo por perto, o ideal é dobrar os joelhos, curvar o corpo para a frente, segurar os joelhos com as mãos e manter a cabeça entre eles, como se fosse uma esfera.

Essa posição não deixa o corpo atuar como uma ponta que atrai raios. Jamais deite-se no chão!

Época de chuvas forte, enchentes, tempestades e inundações, o verão exige cuidados específicos para se proteger

Se estiver em casa

Mesmo se você estiver em casa, também é importante priorizar a sua segurança:

Tomar essas precauções tornará sua casa uma área segura e protegida contra tempestades, principalmente se ela tiver um para-raios.

Cuidados com os eletrodomésticos

É aconselhável retirar da tomada todos os aparelhos elétricos durante tempestades, para reduzir o risco de queimarem. Isso também gera mais segurança para as pessoas dentro de casa. 

Quando um raio cai perto de uma casa, ele pode causar sobretensões nas redes de eletricidade interna de residências, comércios ou indústrias.

Com isso, os equipamentos elétricos ou as pessoas que estão em contato com eles podem ser afetados pelas sobretensões. A descarga elétrica pode resultar em danos ao aparelho e choque ou queimaria as pessoas.

Em relação aos celulares, o ideal é usar o aparelho somente se o carregador de bateria do aparelho não estiver conectado à tomada.

Cuidados com fios partidos 

Fios partidos são uma ocorrência comum durante fortes tempestades, ainda mais quando ocorrem quedas de árvores sobre na rede elétrica.

Uma boa parcela das ocorrências envolve também objetos lançados na direção de cabos que, em decorrência da força do vento, causam o seu desabamento.

Aconselha-se ligar imediatamente para o corpo de bombeiros ou para a empresa de energia elétrica da sua região, somente bombeiros podem lidar com árvores caídas e fios rompidos.

Na maioria das vezes, pode haver um cabo rompido da rede elétrica escondido entre os galhos no meio da árvore caída. Uma pessoa que tentar remover a árvore pode sofrer um choque elétrico de até 13.800 volts, o que acarreta risco de morte ou queimaduras graves.

Os cuidados a se ter durante enchentes e inundações fazem toda diferença na proteção a vida e até mesmo bens

 

Leia também sobre: O que é Bioimpedância? Descubra aqui como funciona!

 

Cuidados em casos de enchentes e inundações

Para aqueles que moram ou trabalham perto de rios e lagos, é essencial prestar atenção ao nível da água, pois se ele subir, você pode ficar isolado. Reúna os amigos e familiares e certifique-se de fazê-los se abrigar em locais seguros.

Mantenha lanternas e baterias por perto, porque se ocorrer uma falta de energia, você corre o risco de ficar no escuro. E como estamos falando de energia, postes e cabos elétricos podem se soltar durante uma enxurrada; evite ficar com os pés dentro da água para reduzir a possibilidade de ser eletrocutado.

Coloque sua vida em primeiro lugar; nem tente salvar itens pessoais. Não importa quanto dinheiro você investiu no objeto, o valor da sua vida é maior!

Por fim, não esqueça de compartilhar este conteúdo com os seus amigos e familiares, para que eles possam ficar cientes sobre o que fazer durante uma chuva forte!

Leia também sobre: O que é refração ocular? Saiba a importância de fazer o exame!

Dezembro Laranja: 4 sinais do Câncer de pele e como prevenir!

O verão é o momento ideal para engajar as pessoas em campanhas de conscientização sobre o câncer de pele. Esse é o principal objetivo da campanha Dezembro Laranja, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Como parte da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele, também realizada pela entidade, a iniciativa vem mobilizando milhares de pessoas em todo o Brasil desde 2014. Continue com a leitura deste conteúdo para entender a importância dessa campanha e como prevenir o câncer de pele!

 

O que é o Dezembro Laranja?

O tipo de câncer mais frequente no mundo é o câncer de pele, e seus sintomas raramente provocam desconfortos até que as lesões atingem um tamanho maior. Cerca de 180 mil novos casos da doença são diagnosticados a cada ano só no país, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Em outras palavras, um em cada quatro novos casos de câncer no país é de pele. A exposição em excesso aos raios solares e a ausência de proteção UV são fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de pele. 

Em um país tão ensolarado como o Brasil, é importante ficar atento aos sintomas da doença e à necessidade de diagnóstico precoce. Sendo assim, conhecer bem a doença é a melhor forma de preveni-la, diagnosticá-la e tratá-la.

Outros fatores de risco incluem ter pele e olhos claros, ser albino e ter vitiligo. A exposição longa e repetida à luz solar, particularmente durante a infância e adolescência, é outro fator de risco. 

Além disso, são mais vulneráveis aqueles que têm histórico da doença na família, bem como aqueles que recebem tratamento com medicamentos imunossupressores.

Com isso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia criou a campanha Dezembro Laranja com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o que é o câncer de pele e a importância da prevenção, que é a neoplasia maligna mais comum no Brasil.

Existe um teste chamado ABCD que é realizado a partir da observação das características das manchas e pintas para determinar se há sinais que possam indicar o desenvolvimento de câncer na pele.

Sinais do câncer de pele

Existe um teste chamado ABCD que é realizado a partir da observação das características das manchas e pintas para determinar se há sinais que possam indicar o desenvolvimento de câncer na pele.

As quatro características principais que podem sugerir que uma mancha ou pinta é um sinal de câncer de pele são:

É possível observar essas características em casa para detectar possíveis lesões de câncer de pele. Mas, vale lembrar que o diagnóstico deve ser feito por um médico especialista.

 

Quais são as maneiras para prevenir o câncer de pele?

Devido ao seu papel na produção da conhecida e essencial vitamina D, a exposição solar é crucial para a manutenção da saúde. Mas, na maioria dos casos, essa exposição não é controlada e desconsidera as indicações médicas, o que representa um sério risco à saúde.

Além de prevenir o câncer de pele, o cuidado adequado da pele também melhora a aparência e a saúde geral. Confira logo abaixo as principais dicas para prevenir essa doença!

1. Diminuir a exposição ao sol

O principal fator de risco para o câncer de pele é a exposição excessiva ao sol, portanto, reduzir o tempo gasto ao sol é a primeira e mais importante dica.

Normalmente, a infância é o período de maior exposição solar. Por isso, é fundamental que mães e pais protejam os seus filhos, pois as consequências dessa exposição se manifestarão na vida adulta.

2. Usar proteção contra o sol

Você está ciente de que a radiação refletida na areia pode causar queimadura na pele? Para se proteger do sol, apenas um protetor solar é insuficiente.

Quanto mais acessórios você usar para bloquear os raios solares, melhor. Guarda-sol, roupas com proteção UV, chapéus, óculos e tudo o que achar essencial são bem-vindos. E dê preferência a locais com sombra sempre que puder.

Além de prevenir o câncer de pele, o cuidado adequado da pele também melhora a aparência e a saúde geral

3. Evitar se expor ao sol durante os horários de pico

A exposição excessiva ao sol prejudica a saúde, principalmente a pele e os olhos, além de provocar desidratação. Fique atento às horas críticas e às altas temperaturas que a previsão do tempo prevê.

As horas de pico solar são de 10 a 16 horas por causa dos níveis de radiação mais altos. Se for possível, tome sol antes ou depois desse horário.

4 Usar protetor solar todos os dias

Apesar de ter o nome “solar”, o protetor não se limita à exposição ao sol. Na realidade, o ideal é usá-lo todos os dias, independente do local ser aberto ou fechado, se o dia está ensolarado ou nublado, ou em que estação do ano estamos (inverno ou verão).

Mesmo que nuvens possam dar a impressão de que estão temporariamente bloqueando o sol, eles não impedem os seus efeitos na pele ainda. Além disso, mesmo as luzes artificiais, como as encontradas em escritórios e as que emanam de telas de computador, também podem queimar a pele.

Um dos aliados mais importantes no cuidado da pele e na prevenção do câncer de pele a longo prazo é o protetor solar.

O protetor solar estimula uma barreira protetora que diminui a absorção da radiação UV pela pele, auxiliando na proteção e retardando o envelhecimento cutâneo precoce. Aplique o protetor solar com fator de proteção de 30 (no mínimo) e reaplique-o a cada três horas, mesmo quando estiver em ambientes fechados.

5. Manter hábitos saudáveis

Uma rotina de hábitos saudáveis, como os que se seguem, beneficia o cuidado da pele, tanto por questões estéticas como de saúde:

Sendo assim, a prevenção do câncer de pele e os cuidados diários com a pele envolvem um conjunto de hábitos diários que oferecem maior saúde e bem-estar. E não esqueça de compartilhar este conteúdo com os seus amigos e familiares, para que saibam sobre o câncer de pele e como prevenir!

Leia também: Dor nos Ossos: Quais são as principais causas?

5 pontos importantes sobre a AIDS que você precisa saber!

Embora a epidemia de AIDS já se estenda há quatro décadas, ainda há muito estigma e preconceito em torno da doença. Isso se deve em parte à falta de conhecimento, muitas pessoas desconhecem seus termos fundamentais, tratamentos e sintomas.

O principal exemplo é a confusão que muitos fazem entre HIV e AIDS. Que tal aprender um pouco mais sobre essa doença? Basta continuar com a leitura deste conteúdo!

 

O que é AIDS?

A síndrome da Imunodeficiência Adquirida, ou AIDS, é uma fase da infecção pelo HIV que se caracteriza por um comprometimento significativo do sistema imunológico da pessoa. O vírus que causa a síndrome é transmitido, na maioria dos casos, através do contato sexual desprotegido com alguém portador do vírus.

A Aids é uma fase da infecção pelo HIV em que o paciente apresenta infecções oportunistas e neoplasias.

Isso acontece porque o sistema imunológico da pessoa fica extremamente comprometido, tornando-a mais suscetível a determinados problemas de saúde. Essas doenças têm o potencial de tirar a vida da pessoa.

No entanto, por muito tempo, a doença foi vista como uma sentença de morte; agora, uma pessoa soropositiva é capaz de levar uma vida quase normal. Hoje em dia, a terapia antirretroviral está sendo usada para tratar a doença, embora essa terapia não resulte na cura do paciente.

Confira logo abaixo o que você precisa saber sobre essa síndrome!

Para transmitir o vírus da AIDS (HIV) é preciso que estes fluidos tenham entrado em contato com os órgãos genitais e a boca, com algum tecido lesionado ou ter sido injetado diretamente na corrente sanguínea

1. Como se transmite a AIDS?

É possível transmitir a AIDS através dos seguintes fluidos corporais:

Para transmitir o vírus, é preciso que estes fluidos tenham entrado em contato com os órgãos genitais e a boca, com algum tecido lesionado ou ter sido injetado diretamente na corrente sanguínea. Os meios de contrair os vírus são os seguintes:

Apesar de ser raro, ainda é possível transmitir o vírus por meio de:

Vale lembrar que você não irá contrair o vírus se beijar, abraçar, segurar a mão, doar sangue, compartilhar sabonetes ou talheres e entrar na piscina.

2. Como se prevenir da AIDS?

Para prevenir-se contra a AIDS, é importante:

Caso uma mãe já esteja infectada, o indicado é que ela use antirretrovirais durante a sua gravidez, para evitar a transmissão vertical e não amamentar o seu filho, para não contaminá-lo. 

3. HIV e AIDS são a mesma coisa?

Muitas pessoas pensam que HIV e AIDS são a mesma coisa, mas é crucial saber como eles diferem um do outro. HIV é o Vírus da Imunodeficiência Humana que, ao infectar alguém, parasita as células de defesa, e pode destruir essas células se a infecção não for tratada.

Quanto à AIDS, é conhecida como Síndrome da Imunodeficiência Adquirida e se manifesta quando a infecção pelo HIV está em um estágio mais avançado e o sistema imunológico da pessoa já está gravemente comprometido, com o surgimento das infecções oportunistas e neoplasias, como a toxoplasmose, a meningite e a tuberculose e as neoplasias mais comuns são sarcoma de Kaposi.

Se uma pessoa com HIV receber tratamento regular, ela não progride para o desenvolvimento da AIDS. E uma pessoa com AIDS pode ser capaz de recuperar a imunidade com o tratamento.

4. Como tratar a AIDS?

Embora não tenha cura, a infecção pelo HIV pode ser controlada. Isso pode impedir que uma pessoa desenvolva o estágio mais avançado da doença, a AIDS. 

A terapia antirretroviral é frequentemente utilizada como parte do tratamento, o que é essencial para melhorar a qualidade de vida. Além disso, reduz muito a probabilidade de transmissão para outras pessoas.

Os principais objetivos da terapia antirretroviral são manter a boa saúde dos indivíduos portadores do vírus e manter as cargas virais baixas.

Quando a epidemia começou, o vírus HIV rapidamente se transformou em AIDS. Com os devidos cuidados nos dias de hoje, aqueles que foram diagnosticados com o vírus podem ter uma expectativa de vida quase igual à das pessoas que não estão infectadas.

O TcP é a terapia com medicamentos antirretrovirais que permite que as pessoas com HIV/AIDS atinjam a “carga viral indetectável”. As pessoas que têm HIV/AIDS com carga viral indetectável não apenas experimentam melhorias em sua qualidade de vida, mas também têm chances muito menores de transmitir o vírus para outras pessoas.

Os sintomas da AIDS geralmente se assemelham aos de uma gripe ou vírus e desaparecem por conta própria, razão pela qual a maioria dos casos passa despercebida

5. Quais são os principais sintomas da AIDS?

Os sintomas da AIDS são bem parecidos com os de uma gripe:

Raramente, uma pessoa pode ter meningite ou problemas neurológicos, como a síndrome de Guillain-Barré. Mas, na realidade, os sintomas geralmente se assemelham aos de uma gripe ou vírus e desaparecem por conta própria, razão pela qual a maioria dos casos passa despercebida. 

A íngua e astenia de algumas pessoas podem durar muitos dias ou até semanas, o que pode estar relacionado a uma progressão mais rápida da doença. Vale notar que também há casos em que pessoas soropositivas vivem sem ter os sintomas ou desenvolver alguma doença, podem, ainda podem transmitir o vírus para outras pessoas.

Por fim, o que você achou deste conteúdo? Foi útil para você? Não deixe de compartilhar com os seus colegas e familiares, para que eles também possam entender de uma vez por todas o que é a AIDS e como se prevenir!

Qual a importância da Triagem? Descubra aqui na Acesso Saúde!

A Triagem hospitalar, é uma ferramenta da Gestão Internacional da Saúde, é um critério objetivo muito usado para ordenar o atendimento de pacientes em serviços de emergência hospitalar.

Esse processo busca sistematizar a classificação dos pacientes com base em sua urgência médica. A avaliação do paciente começa quando o paciente chega à unidade de atendimento.

Essa avaliação define qual o seu o quadro clínico, que é indicado por pulseiras de identificação hospitalar em diversas cores. Há muitos sistemas em vigor hoje que regulam a classificação de risco, mas o Protocolo de Manchester é o mais popular.

Criamos um conteúdo exclusivo sobre triagem para explicar o que é, como funciona, quais são as principais categorias e por que é tão crucial para os pacientes. Boa leitura!

 

O que é triagem?

A triagem é o processo pelo qual a gravidade do estado de um paciente determina a prioridade de seu atendimento. Quando os recursos não são o suficiente para tratar todos os pacientes de imediato, essa estratégia raciona o cuidado.

A palavra é derivada da palavra francesa trier, que significa separar ou selecionar. Há dois tipos diferentes de triagem: simples e avançada.

O objetivo da triagem pode ser estabelecer a ordem e prioridade do atendimento de emergência, a ordem e prioridade do transporte de emergência, ou até mesmo o destino do transporte do paciente.

A triagem surgiu durante a Primeira Guerra Mundial, realizada por médicos franceses que prestavam atendimento de emergência em hospitais de campanha próximos às linhas de frente das batalhas.

Muito pode ser atribuído ao trabalho de Dominique Jean Larrey durante as Guerras Napoleônicas. As decisões de triagem, feitas por um paramédico ou outra pessoa, eram feitas com base na intuição, antes de se tornarem o produto de avaliações sistemáticas e baseadas em critérios.

As vítimas eram divididas em três categorias pelos responsáveis ​​pelo tratamento dos feridos de um campo de batalha ou pela prestação de cuidados médicos:

Ainda hoje, esse conceito simples pode ser usado em uma ampla variedade de situações de emergência. Ainda mais quando há apenas um ou dois paramédicos disponíveis para cada 15 ou mais pacientes.

No entanto, depois de ter acesso tanto a recursos materiais e humanos, os paramédicos podem optar pelo modelo de triagem adotado por sua unidade de saúde.

Qual é a importância da triagem?

De modo geral, o objetivo da triagem é organizar o atendimento ao paciente e, ao mesmo tempo, fornecer suporte eficaz, mesmo em ambientes caóticos ou de alto risco.

Com isso, os profissionais podem prestar uma assistência mais objetiva, uma vez que tenham avaliado a gravidade do estado de cada paciente. Isso auxilia a otimizar os processos para atender o maior número de pacientes e, ao mesmo tempo, prestar assistência em situações de emergências repentinas.

A triagem no ambiente de saúde é obrigatória em casos de grandes hospitais e atendimento rápido, por exemplo. Devido à escassez de profissionais e recursos, é fundamental que os pacientes recebam uma avaliação adequada.

Não apenas para agilizar o atendimento, mas também para melhorar suas chances de sobrevivência. Ainda mais quando se utiliza inteligência artificial.

Além disso, esse procedimento permite que a equipe gerencie a situação de forma eficaz, fazendo a alocação adequada de recursos e tomando decisões com mais segurança.

 

Quais são os modelos de triagem?

Com o passar do tempo, a triagem sofreu uma série de modificações para melhor atender às necessidades de cada área de saúde

Com o passar do tempo, a triagem sofreu uma série de modificações para melhor atender às necessidades de cada área de saúde. Como resultado, surgiram vários modelos desse procedimento, com diferentes versões para cada cenário e circunstância em diversos campos da saúde.

Veja alguns dos mais conhecidos:

1. Triagem hospitalar

O tipo mais conhecido de triagem é o hospitalar, feito em ambientes como hospitais e pronto-socorro. O seu intuito é priorizar cada caso e encaminhá-los para os níveis de tratamento adequados com base na urgência médica.

Esse método é utilizado em sua plenitude em hospitais com maior movimentação ou com recursos escassos, a fim de maximizar os processos locais e otimizar o tempo dos profissionais.

2. Triagem clínica

Em contrapartida, uma triagem clínica é um tipo de processo que avalia o estado de saúde do paciente. Pode ir desde uma triagem consultiva até a análise de candidatos à doação, como órgãos, medula e sangue, etc.

Devido ao nome, muitas pessoas tendem a confundir a prática, porém, ela não acontece só em clínicas, como também em ambulatórios e outros ambientes.

Nesse caso, é feita uma seleção que analisa os hábitos e comportamentos de um paciente, mesmo que ele não esteja em situação de emergência. Dessa forma, a triagem poderá agilizar a avaliação de outros profissionais e o processo de doação.

3. Triagem psicológica

Como o nome sugere, essa triagem analisa os pacientes que procuram atendimento psicológico e psiquiátrico para avaliar seus sintomas, causas e outros fatores.

Além disso, esta prática pode ser feita em clínicas públicas, privadas ou individuais. Descobrir mais sobre o paciente e o motivo pelo qual ele procurou esse tratamento é o objetivo aqui.

4. Triagem ambulatorial

Os serviços médicos de baixa complexidade e de emergência são prestados por uma unidade de atendimento ambulatorial sem risco imediato à vida dos pacientes.

Porém, eles também podem fazer uma triagem para separar e categorizar cada caso, mesmo em consultas de rotina. Por mais que não haja situações de urgência, a prática é útil para identificar quais profissionais são mais adequados para cada tipo de tratamento, melhorando o atendimento no local.

Leia também sobre: Dor no coração? Veja as principais causas e como tratá-las.

 

Protocolo de Manchester

O Protocolo de Manchester é o sistema de classificação de risco adotado pelo Ministério da Saúde do Brasil, e utilizado pela primeira vez na cidade de Manchester, por volta de 1997.

O enfermeiro ou médico responsável classifica o arquivo do caso clínico com base no fluxograma padrão utilizado no protocolo, através da avaliação inicial do paciente, que inclui revisão de seus sintomas, verificação de sinais vitais e medição de sua dor e temperatura.

Os profissionais de saúde responsáveis ​​devem avaliar o quadro clínico onde o paciente se encontra antes de colocar uma pulseira na cor que corresponda à gravidade do caso.

Ao invés de buscar um diagnóstico nesta fase, deve-se apenas identificar o risco associado a esse quadro. Essa triagem é realizada por um profissional de nível superior, como médico ou enfermeiro, que tenha boa comunicação, capacidade e conhecimento clínico.

Isso indica o tipo de atendimento e a especialidade médica pela qual o paciente será responsável. O Protocolo de Manchester humaniza o atendimento médico, além de auxiliar na triagem hospitalar com base na classificação das doenças em cinco cores:

VERMELHO: EMERGÊNCIA

A pulseira vermelha é destinada aos pacientes que estão em um estado muito grave, com risco de morte e que precisam de atendimento urgente. Confira logo abaixo alguns exemplos:

LARANJA: MUITO URGENTE

Já a pulseira laranja é para os casos que são urgentes e que há um risco considerável de morte, tendo um tempo de espera de, no máximo, 10 minutos. Entre os casos que se encaixam, é possível citar:

AMARELO: URGENTE

Essa cor é destinada a casos urgentes com um grau moderado de gravidade, com necessidade de atendimento médico, porém sem riscos imediatos. O tempo de espera é por volta de 60 minutos e abrange casos como:

VERDE: POUCO URGENTE

A pulseira verde é para os pacientes com problemas menos graves, cujo tempo de espera pode ser até 2 horas. Alguns casos são:

AZUL: NÃO URGENTE

Por último, a pulseira azul é para os casos mais simples, onde o paciente pode esperar para ser atendido ou ser encaminhado para outra unidade. Em média, o tempo de espera é de 4 horas e abrange os seguintes casos:

 

Tipos de classificação de risco

Além do Protocolo de Manchester, há outros tipos de classificação de risco que são utilizados nos hospitais

Além do Protocolo de Manchester, há outros tipos de classificação de risco que são utilizados nos hospitais. Veja:

Australasian Triage Scale

A classificação Australasian Triage Scale é com base em várias prioridades decididas na década de 1970. O processo de triagem é realizado baseado nos fatores clínicos e comportamentais do paciente. As categorias são:

Canadian Triage and Acuity Scale

Enquanto a Canadian Triage and Acuity Scale é utilizada por médicos para categorizar doenças, estabelece uma ligação entre sintomas e diagnósticos, ela é baseada na Classificação Internacional de Doenças. Suas categorias são em níveis:

Emergency Severity Index

Essa classificação de risco identifica os casos que precisam ser priorizados usando um fluxograma que não especifica um tempo de espera. Confira quais são suas categorias:

Leia também sobre: Prevenção do HIV: veja as diferenças entre PrEP e PEP.

 

Quais as vantagens da triagem?

Para sua equipe e pacientes, incentivar a triagem em seu hospital, clínica ou consultório oferece vários benefícios. Veja logo a seguir algumas dessas vantagens:

1. Atendimento mais ágil

A principal vantagem da triagem é que ela pode garantir atendimento rápido em qualquer circunstância, emergencial ou não. Isso para que os profissionais possam direcionar cada paciente para o tratamento mais adequado, maximizando os esforços de outras equipes.

Bem como reconhecer os casos de sua expertise com maior rapidez e eficácia. Dessa forma, todos os procedimentos locais são aprimorados, permitindo que os pacientes mais graves recebam os cuidados o mais rápido possível.

2. Foco na prioridade

Sem a triagem adequada, pode ser difícil identificar os casos prioritários em alguns ambientes muito agitados ou em situações de emergência.

Isso pode afetar o atendimento e o bem-estar dos pacientes mais doentes. No entanto, com a prática efetiva, é possível concentrar-se em situações de emergência e identificar aqueles que precisam de cuidados imediatos.

3. Otimização de tempo

Diagnósticos ainda mais rápidos no passado exigiam tempo e recursos dos profissionais. Hoje, a triagem permite tempos de tratamento mais curtos, tratamentos mais rápidos e menos tempo de espera do paciente.

Embora essa prática não forneça um diagnóstico completo, ela pode encaminhar o caso direto ao médico responsável sem esperar por avaliações adicionais.

Isso é crucial para melhorar as chances de sucesso dos tratamentos iniciais.

4. Processos organizados

As orientações de triagem são sistemáticas e organizadas, o que permite um controle maior da situação.

Além disso, existem cartilhas oficiais da ANS (Agência Nacional de Saúde), com instruções de como fazer esse procedimento. Além dos médicos, outros profissionais também podem se beneficiar de um atendimento mais organizado.

Por exemplo, conforme a avaliação da triagem, auxiliares e enfermeiros podem fazer os prontuários dos pacientes de forma mais organizada.

5. Chances de salvar mais vidas

Por último, a triagem é uma prática que surgiu em meio a guerra, com o objetivo de salvar mais vidas. Nos dias de hoje, esse sistema pode otimizar o tempo e o atendimento em ambientes de saúde.

O que permite que os pacientes mais graves recebam atendimento prioritário e mais rápido. Ao fazer isso, é possível aumentar a chance de sucesso e, assim, salvar mais vidas.

 

Conclusão

Neste artigo, você pôde entender melhor sobre o significado de triagem e os diversos protocolos utilizados para classificação de risco em serviços de emergência.

Conhecer essas ferramentas é essencial para diminuir a superlotação nos hospitais e otimizar a eficácia do atendimento ao paciente. Caso este conteúdo tenha sido útil para você, não deixe de compartilhá-lo com os seus amigos!

O que é refração ocular? Saiba a importância de fazer o exame!

A refração ocular é um fenômeno que acontece quando a luz de um ambiente externo passa pelo globo ocular e forma uma imagem na retina. À medida que os feixes de luz se movem de um objeto para outro, eles se curvam.

A córnea e o cristalino focam (refratam) os raios de luz na retina para criar uma imagem nítida. Os erros de refração, que se distinguem pela falta de nitidez na visão, são causados ​​quando os raios de luz se desviam e não conseguem ficar focados na retina.

Continue lendo este conteúdo para saber quais são os erros de refração e a importância de realizar o exame!

 

O que é refração ocular?

O aparecimento de problemas oculares é tão sutil que, quando você percebe, uma série de sintomas incômodos e restritivos já se instalaram e reduziram a qualidade de sua vida.

Por isso, o check-up anual tornou-se ainda mais crucial. Nele, é feito o exame de refração necessário para diagnosticar problemas de visão antes que eles se tornem um transtorno no dia a dia.

A refração é o processo pelo qual a luz passa pelas várias partes do globo ocular e chega à retina para produzir uma imagem que é então enviada ao cérebro.

Um erro de refração resulta no paciente vendo uma imagem turva, distorcida ou opaca, porque o olho não pode refletir adequadamente a luz. Apesar de serem referidos como distúrbios oculares, os erros refrativos não são doenças.

Há três causas conhecidas:

Confira logo abaixo os erros de refração mais comuns.

1. Miopia

A miopia é um erro de refração que causa a formação da imagem fora da retina e não direto sobre ela, dificultando a visão de objetos distantes. Uma pessoa com miopia pode ver objetos próximos com clareza, mas objetos mais distantes parecem estar borrados.

A palavra “míope” vem das palavras gregas myo (fechar) e óps (olho), que dão nome ao problema. Pois, míope tem o costume de apertar os olhos para focalizar objetos distantes.

A formação de uma imagem antes da retina acontece quando o globo ocular é mais comprido ou a córnea é mais curvada. Isso faz com que os raios de luz foquem antes da retina.

Na maioria das vezes, a miopia se desenvolve ao longo da fase de crescimento (infância e adolescência) e progride de 20 a 25 anos de idade.

Durante este período, é preciso fazer trocas frequentes de lentes de contato ou óculos (meios de correção da visão). Quando a fase de crescimento termina, a taxa de progresso se aproxima de zero.

O desenvolvimento de miopia em adultos que não tiveram o erro refrativo durante a infância ou adolescência pode estar associado com a diabetes descompensada ou catarata.

A miopia afeta tanto homens quanto mulheres, e aqueles que têm histórico familiar da doença são mais propensos a desenvolvê-la. Os sintomas mais frequentes da miopia são:

2. Hipermetropia

A palavra hipermetropia vem das palavras gregas hyper (aumentado) + metron (medido) + óps (olho). Uma condição visual conhecida como hipermetropia caracteriza-se pela dificuldade em reconhecer objetos próximos.

É o oposto da miopia e ocorre quando o globo ocular é menor ou a córnea é menos curvada. Isso faz com que os raios de luz direcionados aos olhos se concentrem atrás da retina e não em cima, como deveriam para um olho normal.

Embora estudos tenham tentado vincular a questão a fatores ambientais, a hipermetropia é uma condição hereditária. É uma condição comum que afeta a maioria das crianças.

Ao longo dos anos de crescimento, a hipermetropia costuma diminuir em proporção ao crescimento natural dos olhos.

A capacidade do cristalino de acomodar a luz pode permitir que uma pessoa com hipermetropia veja de perto ou de longe, forçando os olhos. Isso pode alterar a forma e a potência da lente intraocular de acordo com as distâncias, trazendo a imagem para a visão central da retina.

No entanto, este esforço leva a sintomas comuns de hipermetropia, como:

3. Astigmatismo

O astigmatismo é um tipo de erro de refração que, em um determinado eixo, é causado por uma mudança na curvatura da córnea. É uma condição relativamente comum em que a imagem da retina fica distorcida.

Ou, em outras palavras, objetos próximos e distantes parecem distorcidos para aqueles com essa condição. As imagens ficam distorcidas porque certos raios de luz são focados, enquanto outros não, é considerado leve e facilmente tratável, na maioria dos casos.

Além disso, pode acontecer com qualquer pessoa e normalmente está ligado a outros problemas de visão, como miopia ou hipermetropia. Com o tempo, ele também pode ficar maior.

Uma pessoa pode nascer com essa condição ou desenvolvê-la ao longo de sua vida. No caso do astigmatismo, o olho perfeito, ou olho sem astigmatismo, seria completamente redondo com o mesmo grau de curvatura em todos os eixos que a porção anterior da córnea.

O olho com astigmatismo é como uma bola de futebol americano, que a córnea tem uma curvatura diferente entre um eixo e o outro. Com isso, a imagem passará pela córnea com uma distorção e imagem é chegará à retina com essa imagem distorcida.

Entre os sintomas, é possível citar:

4. Presbiopia

A presbiopia, mais conhecida como visão cansada ou síndrome do braço curto, é um problema de visão que resulta do envelhecimento normal dos olhos. Ou, dito de outra forma, um processo comum que afeta todos nós a partir dos 40 anos.

Um sinal de presbiopia é a dificuldade em focar objetos e a necessidade de afastar o braço para enxergar. Isso significa que, quando não tem foco, as pessoas começam a se afastar ou se aproximar dos objetos para enxergar melhor.

Normalmente, isso acontece como resultado do envelhecimento natural dos nossos olhos. E, vale notar que a presbiopia não é o mesmo que miopia, hipermetropia ou astigmatismo.

A diferença entre eles é que três deles têm problemas de visão relacionados ao globo ocular, ou mais especificamente, sua forma.

Já presbiopia é o processo natural de envelhecimento dos olhos. Em outras palavras, é algo que você não pode evitar e que 100% das pessoas irão passar.

Além disso, o uso indevido de dispositivos eletrônicos que emitem luz azul pode acelerar ainda mais a presbiopia. Logo, é fundamental cuidar da saúde ocular.

Entre os sintomas da presbiopia, estão:

 

Para que serve o exame de refração ocular?

O teste de refração ocular, muitas vezes conhecido como exame de vista ou teste de grau, é um método não invasivo que mede até onde os olhos de uma pessoa podem enxergar e determina o grau dos óculos ou lentes, se necessário.

O exame observa as condições que levam a erros de refração em todo o campo visual. Ou seja, o caminho que os raios de luz percorrem para produzir imagens no olho. Entre os problemas que é possível detectar com este exame, estão:

Além de determinar se você tem miopia, astigmatismo, hipermetropia ou presbiopia, o exame também pode ajudar no diagnóstico de outras doenças oculares, como degeneração macular e descolamento de retina, entre outras.

O objetivo de um exame de refração também é monitorar quaisquer problemas de visão existentes para gerenciamento de grau. Por isso, é fundamental fazer exames anuais com um oftalmologista.

Também é necessário estar atento a quaisquer sintomas que sugiram a necessidade de uma consulta. Se você apresentar algum dos sintomas abaixo, agende uma consulta:

O teste de refração ocular, muitas vezes conhecido como exame de vista ou teste de grau, é um método não invasivo que mede até onde os olhos de uma pessoa podem enxergar e determina o grau dos óculos ou lentes, se necessário.

Como é feito o exame de refração ocular?

Com duas ferramentas: o auto refrator, que detecta automaticamente a previsão próxima ao grau real, e o refrator, que é colocado na frente do rosto. O especialista pede à pessoa que identifique qual letra ela enxerga na outra parede da sala enquanto alterna entre várias lentes corretivas e avalia a eficácia de cada uma.

Em crianças pequenas e jovens adultos, o médico pode dilatar a pupila com um colírio específico minutos antes do exame para permitir diagnósticos mais precisos.

A manutenção da saúde ocular deve ser uma parte regular de sua rotina. Há uma série de testes que podem ser usados ​​para diagnosticar problemas de visão e tornar isso possível, como o exame de refração.

Por que é importante fazer o exame de refração?

Mais comumente conhecido como exame de grau ou de vista, ele ajuda um oftalmologista a identificar dificuldades de grau visual para que as lentes de contato ou óculos mais apropriados possam ser recomendados para correção.

O objetivo de um teste de refração é analisar a estrutura e a função do olho, o que é crucial para a detecção precoce de doenças silenciosas. Mais de um tipo de erro refrativo pode coexistir nos olhos ao mesmo tempo, incluindo astigmatismo, hipermetropia e miopia com astigmatismo, etc.

De quanto em quanto tempo preciso fazer exame de refração?

Quem ainda não teve nenhum problema ocular diagnosticado deve fazer exames de refração a cada três a cinco anos. Mas, qualquer problema que surja, como deterioração da visão, visão embaçada ou outras alterações, requer uma visita ao oftalmologista.

Ao usar lentes de contato ou óculos, você deve realizar um teste do refrator uma vez por ano, ou a cada dois anos. A partir dos três anos, as crianças devem realizar um teste do refrator a cada um ou dois anos.

Todos os anos, pessoas com diabetes devem fazer um exame oftalmológico porque condições como glaucoma e retinopatia diabética estão ligadas à doença.

E, qualquer pessoa com mais de 60 anos ou com histórico familiar de glaucoma, que ocorre quando a pressão se acumula no olho e danifica a retina e o nervo ocular, deve fazer um teste de refração anualmente.

Exames regulares ajudarão seu oftalmologista a detectar glaucoma e outras condições oculares relacionadas ao envelhecimento e, se possível, tratá-las o quanto antes.

 

Conclusão

Mais comumente conhecido como exame de vista ou de grau, o teste de refração ajuda um oftalmologista a identificar dificuldades de grau visual para que as lentes de contato ou óculos adequados possam ser recomendados para correção.

E você, o que você achou deste conteúdo? Você pôde ver no artigo que um teste de refração é necessário para determinar a gravidade dos problemas visuais de cada paciente.

Dessa forma, é possível escolher o melhor curso de ação para tratar o problema. Não esqueça de compartilhar com os seus amigos, caso eles também sofram com algum problema de visão ou apenas tenham interesse sobre o assunto!

Leia também sobre: Dor nos Ossos: Quais são as principais causas?

Como aferir a pressão corretamente? Saiba aqui se você está fazendo certo!

Como normalmente não há sintomas, a maneira mais confiável de determinar os níveis de pressão arterial de um indivíduo é aferir a pressão com precisão. Apesar de ser um procedimento simples, a medição da pressão arterial pode ser feita de forma incorreta, mesmo por profissionais médicos.

Neste artigo, falaremos sobre como aferir a sua pressão arterial de forma correta! Continue com a sua leitura!

 

O que significa pressão arterial?

O termo “pressão arterial” refere-se à pressão que o sangue exerce contra a parede das artérias.

A diferença de pressão que impede o colapso das artérias e outros vasos sanguíneos é causada pelo fato de que a pressão arterial, juntamente com a de todo o sistema circulatório, geralmente fica um pouco acima da pressão atmosférica.

A pressão arterial diária de uma pessoa muda dependendo de sua atividade. Quando você se exercita ou está excitado, ela aumenta, e quando você está relaxado ou dormindo, ela diminui.

Mesmo assim, a postura, sentada ou em pé, afeta a pressão arterial. Esta é a razão pela qual os médicos devem aferir a pressão arterial várias vezes para diagnosticar com precisão a hipertensão arterial.

O termo "pressão arterial" refere-se à pressão que o sangue exerce contra a parede das artérias.

O que significa a medida da pressão arterial?

Dois números são anotados ao medir a sua pressão arterial, como 140/90. O maior número, conhecido como pressão arterial sistólica, é a pressão do sangue nas veias quando o coração se contrai, e bombeia, para impulsionar o sangue para o resto do corpo.

O número mais baixo, conhecido como pressão diastólica, é a pressão do sangue nas veias quando o coração está em um estado relaxado.

Qual é a pressão ideal para cada idade?

É bem provável que você já tenha ouvido falar que os valores normais de pressão arterial estão próximos de 140/90 mmHg (ou 14 por 9). Um dos fatores que podem alterar os padrões de pressão arterial é a idade.

Como resultado, um ligeiro aumento nos valores é aceitável à medida que a pessoa envelhece. É importante deixar claro que ultrapassar os valores normais coloca homens e mulheres em risco de desenvolver hipertensão.

Uma das doenças mais prevalentes no ser humano, a hipertensão arterial atinge mais de 50% dos idosos e cerca de 20% da população adulta.

O termo “assassino silencioso” foi dado à hipertensão devido ao papel da doença como importante fator de risco para doenças cardiovasculares e ao fato de raramente causar sintomas.

 

Como aferir a pressão corretamente?

É vital medir a pressão pelo menos uma vez por ano, quem já tem a doença deve fazê-lo com mais frequência, por orientação médica.É vital medir a pressão pelo menos uma vez por ano. Quem já tem a doença deve fazê-lo com mais frequência, por orientação médica.

Em geral, é aconselhável que a medição seja feita antes das refeições e antes de tomar qualquer medicamento. O médico deverá fornecer instruções mais específicas.

Um dos erros mais frequentes cometidos ao medir a pressão arterial é supor que nenhuma preparação é necessária antes da medição ser feita.

Circunstâncias simples e triviais, como fumar ou fazer esforço físico logo antes da aferição dos valores, podem causar elevação artificial da pressão arterial, levando a uma interpretação incorreta do nível de hipertensão do paciente.

Outro erro frequente é medir a pressão mais de uma vez logo em seguida, sem fazer uma pausa de 1 minuto entre as aferições.

Como se preparar antes de aferir a pressão?

De acordo com as principais diretrizes internacionais de hipertensão, é preciso seguir providências abaixo antes da aferição da pressão arterial

Os dispositivos eletrônicos são os melhores para aferir a pressão arterial, por serem mais fáceis de usar. O braço é o local mais recomendado para medir a pressão arterial, seja usando um medidor manual ou digital.

Passo a passo para aferir a pressão arterial

Não há preferência pelo braço esquerdo ou direito. O ideal seria aferir a pressão sempre no mesmo braço, pois a pressão em um dos braços tende a ser um pouco diferente do outro.

Para obter melhores resultados, confira logo abaixo um passo a passo para aferir a sua pressão sozinho, com um dispositivo automático:

Após alguns segundos, a braçadeira começa a desinflar e uma série de números aparece no visor do dispositivo. A primeira, que aparece em cima, é a pressão sistólica ou pressão máxima, representada pelo “12” na conhecida fórmula “12 por 8”.

O segundo número, abaixo, é diatólico ou mínimo (o número “8” no exemplo citado). Os dispositivos normalmente exibem três dígitos. Você pode contar o número como está ou colocar uma vírgula antes do último, como 116 por 90 mmHg ou 11,6 por 9.

Além disso, há alguns aparelhos que exibem um terceiro número, que se refere à frequência cardíaca (número de batimentos cardíacos por minuto).

Agora que você já descobriu como aferir a sua pressão arterial de forma adequada, não deixe de compartilhar este conteúdo com os seus amigos e familiares!

Leia também: Dor nos Ossos: Quais são as principais causas?

O que é Bioimpedância? Descubra aqui como funciona!

A bioimpedância é um exame médico destinado a determinar o teor de gordura e massa muscular do corpo. Além disso, o exame pode revelar a ingestão calórica diária do organismo, bem como a ingestão calórica ideal de cada pessoa.

Ou seja, é um exame médico completo que vai avaliar a composição do seu corpo, muito recomendado por nutricionistas e profissionais de educação física. Para entender mais sobre o assunto, basta continuar lendo!

 

O que é Bioimpedância?

O exame de bioimpedância é crucial para uma análise mais profunda, pois nosso corpo possui muito mais detalhes do que uma balança comum pode medir.

Você recebe uma imagem completa da composição do seu corpo usando a bioimpedância.

Muitas academias oferecem esse serviço, que ajuda os atletas a se concentrarem em seus objetivos e determinar se seu treinamento e nutrição estão tendo um impacto positivo.

Esse exame avalia a composição do corpo estimando as quantidades de músculo, gordura e osso. Este teste é utilizado em academias, como dito e, como complemento de consultas nutricionais para ajustar a dieta e plano de exercício físico ou para avaliar os resultados.

O teste de bioimpedância é feito em balanças especiais, que têm placas metálicas que transmitem uma corrente elétrica fraca por todo o corpo.

Além do peso atual, os gráficos de bioimpedância também mostram quanto músculo, gordura, água e até calorias o corpo consome ao longo do dia, dependendo do sexo, idade, altura e nível de atividade física.

O exame de bioimpedância é crucial para uma análise mais profunda, pois nosso corpo possui muito mais detalhes do que uma balança comum pode medir.

Como funciona o teste de bioimpedância?

A capacidade das balanças de bioimpedância de medir as proporções de gordura, músculo, ossos e água do corpo se deve a uma corrente elétrica que passa pelo corpo por meio de placas de metal.

Como essa corrente se move pela água com tanta facilidade, tecidos bem hidratados, como os músculos, permitem que a corrente se mova rapidamente. Enquanto a gordura e os ossos contêm menos água, fica mais difícil para a corrente passar.

E, dessa forma, a diferença entre a resistência da gordura ao fluxo quando se deixa fluir e a rapidez com que ela se move pelos tecidos como os músculos, por exemplo, permite o aparelho calcular o valor que indica a quantidade de gordura, músculos e água.

Logo, para determinar a composição do corpo, basta subir na balança, descalço e sem meias, ou segurar uma placa de metal na frente do corpo, que pode estar presente em outro tipo de aparelho menor.

A principal diferença entre esses dois métodos de bioimpedância é que, na balança, os resultados são mais precisos para a composição da metade inferior do corpo.

Já no aparelho, que fica preso nas mãos, o resultado se refere à composição do tronco, braços e cabeça. Com isso, o melhor meio para saber qual a composição corporal exata, é com o uso de uma balança que tenha ambos os métodos.

Qual o preparo para fazer bioimpedância?

Este exame pode ser feito em academias, clínicas estéticas ou em consultórios que tenham o aparelho. Para certificar-se de que os resultados serão o mais exato possível, é preciso ter certos cuidados, por exemplo:

Para as mulheres, não é recomendável fazer o exame durante o período menstrual, devido a retenção de líquidos que podem interferir no resultado.

Essa preparação é crucial porque, por exemplo, se houver uma hidratação inadequada no que diz respeito à água, o corpo não terá água suficiente para a corrente elétrica fluir, o que pode levar a uma massa gorda maior que a real.

E quando ocorre retenção de líquidos, também é crucial fazer um exame o quanto antes e alertar o técnico. Pois, muita água no corpo pode aumentar a quantidade de músculos, que também não é a realidade.

Além dessas precauções, seu médico pode recomendar outras. Lembre-se de que, para que o exame de bioimpedância seja exato, todos os pré-requisitos devem ser totalmente atendidos.

 

O que significa o resultado?

Confira logo abaixo os diferentes valores que as balanças e aparelhos de bioimpedância fornecem:

1. Massa gorda

Dependendo do tipo de aparelho, as informações referentes à quantidade de massa gorda podem ser exibidas em quilogramas ou em %.

O resultado ideal deve estar dentro da faixa normal, porque qualquer valor maior é sinal de excesso de gordura acumulada. Isso aumenta o risco de desenvolver várias doenças, incluindo diabetes e obesidade.

Os valores de referência para normalidade mudam com a idade e o sexo, conforme mostrado abaixo:

Enquanto os atletas, é normal que apresentem um valor de massa gorda menor que o normal.

2. Massa magra

Os índices aplicados à massa magra indicam a quantidade de água, músculos e ossos no corpo. Dispositivos e balanças equipados com tecnologia moderna podem calcular a diferença entre esses dois resultados.

Os números ideais de referência (em kg) para a massa magra são os seguintes:

Vale notar que esses valores podem ser maiores para atletas do que os valores considerados normais, devido a treinos frequentes que promovem o crescimento muscular.

E esses indicadores podem ser menores em casos de sedentarismo. A massa magra é usada, na maioria das vezes, para avaliar os resultados de um programa de treinamento, porque permite determinar se a pessoa está construindo músculos com o tipo de exercício e dieta que está realizando.

3. Massa muscular

Em geral, a massa muscular tende a aumentar durante as avaliações de bioimpedância. Pois, quanto mais músculo tiver, significa mais calorias queimadas a cada dia, o que facilita a eliminação da gordura extra do corpo e previne o surgimento de várias doenças cardiovasculares.

Esta informação pode ser fornecida em quilos de peso muscular ou porcentagem. A quantidade de massa muscular exibe somente o peso dos músculos dentro da massa magra, sem levar em conta coisas como água e outros tecidos do corpo, por exemplo.

Este tipo de massa também inclui os músculos lisos de alguns órgãos, como o estômago ou o intestino, bem como o músculo cardíaco.

4. Idade corporal

Não confunda esta idade com a sua idade, o que pode ou não ser vantajoso. A idade corporal é medida pela pressão arterial, glicose, lipídios, rugas cutâneas e capacidade cardiorrespiratória.

Em outras palavras, quanto menor sua idade funcional, melhor. Se a avaliação mostrar que sua idade corporal é muito mais velha do que sua idade cronológica, algo pode estar errado e você deve procurar a ajuda de profissionais de saúde.

5. Hidratação

Os valores de referência para a quantidade de água em homens e mulheres são diferentes:

Este valor é crucial para determinar se o corpo está bem hidratado, o que protege a saúde dos músculos, previne câimbras, rupturas e lesões e garante uma melhora progressiva no desempenho e nos resultados do treinamento.

Como resultado, é aconselhável aumentar a ingestão diária de água para cerca de 2 litros quando o valor estiver abaixo do intervalo de referência para evitar a desidratação.

6. Densidade óssea

Para garantir a saúde dos ossos e acompanhar sua evolução, o valor da densidade óssea, ou peso ósseo, deve permanecer constante ao longo dos anos.

Isso torna vital analisar os benefícios da atividade física em idosos ou pessoas com osteopenia ou osteoporose, por exemplo. Pois, a atividade física regular ajuda a fortalecer os ossos e, muitas vezes, retarda a perda de densidade.

7. Gordura visceral

Essa gordura é encontrada na região abdominal do corpo e está ligada ao aumento do risco de desenvolver doenças uma série de doenças, incluindo pressão alta, diabetes e até insuficiência cardíaca.

É fundamental prestar atenção aos números; a faixa ideal para o teor de gordura visceral é entre 1 e 12. Após os 13, já é considerado arriscado.

8. Taxa de metabolismo basal

A quantidade de calorias que o corpo precisa para funcionar é conhecida como “metabolismo basal” e é calculada com base em fatores como idade, sexo e atividade física, introduzidos na balança.

Conhecer esse valor é muito útil para quem está de dieta, para que possa determinar quantas calorias a menos precisam consumir para perder peso ou quantas calorias a mais precisam consumir para ganhar peso.

 

Como interpretar o exame de bioimpedância?

O profissional que acompanha o paciente deve interpretar os resultados do exame de bioimpedância, a maneira correta é determinar se a gordura corporal está em um nível aceitável.

O profissional que acompanha o paciente deve interpretar os resultados do exame de bioimpedância. A maneira correta é determinar se a gordura corporal está em um nível aceitável.

Ao interpretar o IMC, o estado de saúde do paciente deve ser comparado aos indicadores fornecidos pelo estado de saúde. O nível atual de hidratação ou desidratação do paciente deve ser considerado ao interpretar a quantidade de água corporal total fornecida por meio do exame.

Em geral, a interpretação dos resultados dependerá do profissional, que acompanhará os resultados entregues e os comparará com os índices de normalidade relatados em estudos científicos para cada resultado obtido.

Quais são os benefícios do exame?

Quem pratica atividade física quer ver mudanças em seu corpo, e para alcançar esse objetivo, é fundamental saber quanta gordura corporal e massa muscular estão presentes no corpo de cada pessoa.

Os profissionais de educação física e nutrição só podem criar um cronograma de exercícios e dieta adequados de acordo com os objetivos de cada pessoa com as informações corretas.

Sendo assim, é possível acompanhar de perto a perda de gordura e o ganho de massa magra. O exame serve como um guia para garantir que as metas de treinamento sejam mais eficazes e que a pessoa alcance melhores resultados.

E vale ressaltar que não é porque você fez este exame uma vez, que você precisa parar de se preocupar. O ideal é fazer este exame novamente sempre que puder (a cada quatro meses ou mais).

Isso ajuda você a se concentrar ainda mais em seus objetivos e atua como um grande motivador quando você sente que seus objetivos estão sendo alcançados.

Para quem é indicada a bioimpedância?

Em geral, o exame de bioimpedância é ideal para os seguintes casos:

Para quem é contraindicado?

Por outro lado, o exame não é ideal para os seguintes casos:

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Teste de controle glicêmico: O que é, e para que serve?

Aqueles que precisam de uma avaliação do diabetes têm acesso a uma bateria de teste glicêmico que ajuda a rastrear os níveis de glicemia no sangue. Por meio de exames, o médico é capaz de diagnosticar diabetes e pré-diabetes.

E, a partir do diagnóstico, recomendar a melhor conduta para o paciente. Você está precisando de exames glicêmicos, mas ainda tem dúvidas sobre suas funções? Então continue lendo e conheça os principais exames para determinar ou acompanhar o estado da doença. Boa leitura!

 

O que é teste de controle glicêmico?

O exame de glicemia mede o nível de glicose (uma taxa de açúcar) na corrente sanguínea após coletar uma amostra de sangue.

Ele é uma parte comum de exames de rotina e é útil para diagnosticar e monitorar diabetes, bem como diagnosticar condições, incluindo hiperglicemia e hipoglicemia.

O aumento dos níveis de glicose no sangue pode ocorrer de forma silenciosa, o que impede  o corpo de produzir insulina o bastante para suas funções adequadas e leva a doenças como diabetes tipo 1 e tipo 2.

O diabetes é uma doença crônica que prejudica a função do pâncreas e a produção de insulina, que regula o nível de açúcar no sangue no corpo. Em alguns casos, a falta de sintomas por um longo período de tempo pode causar sérias complicações para o paciente se não tratar.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, 6,9% da população do país – ou 13 milhões de pessoas – vivem com a doença no Brasil hoje. Segundo estimativas da Federação Internacional de Diabetes, é uma das doenças que mais cresce.

Em 2045, 629 milhões de pessoas terão diabetes em todo o mundo. Sendo assim, o diagnóstico precoce é crucial para prevenir a doença e prestar os cuidados necessários.

Vale prestar atenção a algumas condições e alterações nos organismos, para ajudar no diagnóstico e, para isso, o teste glicêmico é crucial!

Para que serve o teste glicêmico?

Se tiver sintomas de açúcar alto no sangue (hiperglicemia) ou baixo nível de açúcar no sangue (hipoglicemia), o seu médico pode solicitar um teste de glicose.

O seu médico também poderá solicitar um exame de glicemia, caso você tenha certos fatores de risco para desenvolver diabetes, tais como:

Caso a paciente esteja grávida, é bem provável que deverá fazer um teste de glicose entre a 24ª e a 28ª semana de gestação, para ver se tem diabetes gestacional. Como o próprio nome sugere, esse tipo de diabetes só se manifesta durante a gravidez.

 

Tipos de exame de glicemia (glicose)

Todos os tipos de exame de glicemia tme o objetvo de coletar amostrar de sangue para análise laboratorial do nível de açúcar no sangueExistem muitos tipos de exames de glicemia, porém, todos têm o mesmo objetivo. E, após coletar as amostras de sangue, elas são enviadas ao laboratório, onde são feitas análises para determinar o nível de açúcar no sangue.

O resultado pode ser divulgado na forma de gráfico e mostra a quantidade de glicose no sangue em um dado momento, o que permite uma visão mais direta da situação. Ou na forma de resultados individuais, onde o médico faz o gráfico para analisar o estado de saúde do paciente.

O resultado pode estar disponível em menos de 24 horas e indicará se você tem hiperglicemia, hipoglicemia ou diabetes. Se os resultados forem anormais (acima ou abaixo do ideal), mas próximos do limite, é preciso repetir o exame, se o médico achar que deve.

Para pacientes com diabetes tipo 1 ou tipo 2, a frequência deve ser determinada pelos resultados. Porém, a frequência pode mudar de acordo com a necessidade do paciente.

Veja logo abaixo quais são os testes glicêmicos mais comuns!

1. Teste de glicemia em jejum

O teste de glicemia em jejum, muitas vezes conhecido como teste de glicose, é o processo usado para medir a quantidade de glicose presente no sangue. Ele é quem reconhece a presença de diabetes ou irregularidades relacionadas ao açúcar no sangue.

Este tipo de exame é feito através da coleta de uma amostra de sangue venoso do paciente. Para preparar-se para o exame, é importante seguir algumas orientações, tais como:

Confira a tabela de valores:

2. Glicemia capilar

Neste teste, a própria pessoa pode dar uma picada na ponta do seu dedo para obter uma pequena amostra de sangue. A análise dessa amostra é então realizada por meio de uma ferramenta conhecida como glicosímetro.

O glicosímetro é muito utilizado pelos diabéticos, por permitir um melhor controle de seus níveis de glicemia e ajuda a monitorar a doença e evitar alterações nos valores.

3. Hemoglobina glicada

Hemoglobina glicada, também conhecida como HbA1c, é um exame de sangue usado para determinar a quantidade de glicose presente no corpo em relação à hemoglobina.

Um dos exames mais comuns para diagnosticar o diabetes e ajudar a gerenciá-lo é este. Um valor de referência normal deve ser inferior a 5,7%; se o nível indicar que é superior a 6,5%, existe diabetes.

Veja tabela de valores:

O exame também é útil para determinar se o diabetes do paciente melhorou ou piorou. Quanto mais altos os níveis, maior o risco de o paciente desenvolver complicações adicionais relacionadas à condição, como doenças cardíacas, cegueira e insuficiência renal.

4. Curva glicêmica

O teste oral de tolerância à glicose (TOTG), também conhecido como exame da curva de glicose, exibe como o açúcar é metabolizado no sangue depois do consumo de alimentos como carboidratos.

Como será necessário preciso coletar o sangue várias vezes, esse teste pode durar até seis horas.

Para determinar o nível de glicose no sangue ainda em jejum, é colhida uma primeira amostra de sangue. Em seguida, deve-se ingerir uma dose de xarope açucarado, com glicose ou dextrosol.

Após o consumo deste líquido, várias medições de glicose são feitas 1, 2 e 3 horas depois. É necessário permanecer no laboratório durante todo esse tempo, em repouso.

No final, uma curva glicêmica mais baixa é relatada se o açúcar entrar no sangue lentamente. Ao contrário, uma curva glicêmica alta é indicada e a atenção é reduzida, pois isso pode indicar o surgimento de diabetes tipo 2.

Uma dieta rica em carboidratos deve ser seguida nos três dias anteriores ao exame, seguida de um jejum de 12 horas.

Tabela de valores após duas horas de ingestão:

5. Glicemia pós-prandial

Este teste é feito para medir os níveis de glicose no sangue e procurar níveis elevados de hiperglicemia ligados ao risco cardiovascular ou liberação de insulina. É realizado entre uma e duas horas após a alimentação, e o valor de referência usual deve ser inferior a 140 mg/dL.

Tabela de valores após duas horas de ingestão

6. Frutosamina

Os níveis de glicação de albumina são medidos pelo exame de frutosamina. A albumina é uma proteína do sangue que pode ser usada para visualizar o controle glicêmico ao longo das últimas duas semanas.

O teste é recomendado quando o médico precisa saber o nível médio de glicose em períodos de tempo mais curtos ou quando a medição da hemoglobina glicada não é confiável.

No caso da frutosamina, os valores variam de acordo com o laboratório de análises clínicas.

 

Quando o exame de glicemia é solicitado?

Nos exames de rotina e check-up do paciente, um teste de glicemia pode ser solicitado primeiroNos exames de rotina e check-up do paciente, um teste de glicemia pode ser solicitado primeiro. O monitoramento precoce da glicemia é fundamental para determinar se há alguma tendência na progressão de um exame para o outro.

E, se houver alterações significativas, fazer um tratamento preventivo para impedir o aparecimento de doenças graves. O médico pode solicitar o exame quando há sintomas que podem indicar diabetes, hiperglicemia ou hipoglicemia.

Dessa forma, se essa suspeita surgir durante o exame clínico, o médico pode solicitar um teste de glicose. Além de outros pontos cruciais de avaliação (como hemoglobina glicada, curva glicêmica e teste oral de tolerância oral à glicose).

Também é-lhe solicitado o acompanhamento dos quadros de diabetes já diagnosticados, de forma a acompanhar a evolução dos planos de tratamento e determinar se é necessário intervir para melhorar ou não o estado do quadro.

A análise deste ponto é crucial, pois pode ocorrer um aumento nos níveis de glicose no sangue sem sintomas óbvios. Como resultado, a pessoa pode já ter um diagnóstico pré-diabético e não conseguir tomar medidas preventivas devido ao desconhecimento.

Esse acompanhamento durante o exame de check-up periódico é essencial por isso e torna-se ainda mais essencial caso o paciente apresente os sintomas abaixo:

Como fazer a preparação para exame de glicemia?

Para garantir resultados mais precisos aos níveis do seu corpo, o teste de glicemia deve ser feito após um preparo. Os testes de glicemia são testes laboratoriais ou em jejum.

Os testes em Jejum são mais populares porque fornecem resultados mais precisos e fáceis de interpretar. Informe o seu médico sobre os medicamentos que está tomando, incluindo prescrições, medicamentos de venda livre e suplementos de ervas, antes do teste.

Os níveis de glicose no sangue podem mudar como resultado de alguns medicamentos. Com isso, o médico pode pedir que você pare temporariamente de tomar um determinado medicamento ou ajuste sua dosagem antes do teste.

Entre os medicamentos que tendem a afetar seus níveis de glicose no sangue, são:

Níveis altos de estresse também podem provocar um aumento temporário da glicose no sangue e, na maioria das vezes, pode ser decorrente de um ou mais fatores, como:

Lembre-se de informar ao seu médico também caso você tenha sofrido com algum desses problemas recentemente.

Sintomas de glicose alta

Como o alto nível de açúcar no sangue, também conhecido como hiperglicemia, pode passar despercebido por muitos anos, o monitoramento é crucial. Apesar de não causar sintomas no começo do ciclo, pode prejudicar o corpo e seus órgãos.

Os principais sintomas de glicose alta são:

Sintomas de glicose baixa

O baixo nível de açúcar no sangue, ou hipoglicemia, normalmente provoca sintomas e é um caso urgente que pode levar a acidentes de trabalho, acidentes de trânsito e quedas.

Muitas pessoas podem achar que os sintomas iniciais da hipoglicemia (glicose de 60 a 70 mg/dL) são vagos ou até imperceptíveis. Dor na cabeça, sonolência, fome e mudanças de humor são os primeiros sintomas de hipoglicemia.

Os sintomas pioram com a redução dos níveis de glicose para faixas abaixo de 60 mg/dL e podem resultar em convulsões, desmaios, coma ou até morte. Confira logo abaixo quais são os principais sintomas de glicose baixa:

Por fim, como você pôde ver neste conteúdo, um teste glicêmico é essencial para medir o nível de glicose no sangue e saber se você tem hiperglicemia, hipoglicemia ou até mesmo diabetes.

Caso tenha gostado dessas informações, não esqueça de compartilhar em suas redes sociais, com amigos e familiares!

Colesterol bom e ruim: Saiba quais são as diferenças!

Muito se fala sobre colesterol bom e ruim. Mas você sabe a diferença de cada um deles? O colesterol é uma gordura que está presente no nosso organismo e é crucial que ela exista para que tenhamos um bom funcionamento interno.

Mas, há dois tipos de colesterol, o bom é conhecido pelas siglas HDL e o colesterol ruim é conhecido como LDL. Os dois tipos devem se manter em equilíbrio no corpo para o bom funcionamento do mesmo.

Porém, quando há um desequilíbrio no colesterol, há um risco de doenças serem desenvolvidas no organismo, principalmente de doenças cardiovasculares.

Acompanhe este conteúdo para saber mais.

 

Qual a diferença entre o colesterol bom e ruim?

É possível explicar a diferença entre colesterol bom e ruim da seguinte forma: o colesterol bom age no organismo fazendo a retirada de moléculas de gordura, incluindo o colesterol ruim.

Ela é responsável por levar essas gorduras para o fígado para que sejam metabolizadas e eliminadas em seguida. O HDL acaba impedindo que haja um acúmulo de doenças nos vasos sanguíneos.

Dessa forma, doenças cardiovasculares são prevenidas e as chances de infarto ou aterosclerose acontecer são menores. Por essa razão, recomenda-se que os níveis de colesterol bom se mantenham acima de 40 mg/dL.

Abaixo disso o risco de doenças acaba sendo maior. O HDL para que possa ser melhorado é necessário se alimentar com alimentos que contenham esse tipo de colesterol, como:

Já o colesterol ruim é o chamado LDL. Apesar de ser importante para o organismo também, por agir na formação de hormônios, quando ele está muito alto o risco de doenças cardiovasculares é muito grande.

Isso porque ele acaba promovendo a oxidação de células de gordura e por isso as placas nos vasos sanguíneos acabam se formando. É fundamental que os níveis de LDL sejam monitorados.

Para que eles não ultrapassem a quantidade necessária no organismo, é crucial que o indivíduo faça atividades físicas e evite o consumo de comidas gordurosas, como frituras.

Enquanto o HDL, colesterol bom retira moléculas de corpo, o LDL, colesterol ruim aumenta a chance de doenças cardiovasculares

Qual o nível ideal de cada colesterol?

Para que não haja dúvidas, separamos aqui os valores exatos de referência entre o colesterol ruim e o colesterol bom.

O médico te dirá se seu nível de colesterol está bom através da análise dos exames de sangue. O profissional da saúde fará uma avaliação não só do colesterol, mas de outros valores importantes também que podem influenciar ambos.

Como manter um nível de colesterol adequado?

Para manter a saúde em geral saudável, é fundamental que algumas exigências sejam cumpridas. A maioria da população sabe que para ter uma rotina saudável e uma boa qualidade de vida é necessário se alimentar bem e fazer exercícios.

Deixar de consumir ou diminuir o consumo de comidas gordurosas, doces, sal e refrigerante é crucial para que a alimentação se mantenha equilibrada.

Além disso, realizar exercícios físicos regularmente e manter a rotina médica em dia é fundamental para que se possa se manter atento a qualquer tipo de situação que possa surgir.

 

O que fazer para baixar o colesterol?

Reduzir o colesterol ruim, LDL, é importante para evitar que você tenha problemas de saúde, como doenças cardiovasculares

Existem diversas dicas que podem contribuir para que uma pessoa tenha o seu colesterol mantido a níveis aceitáveis. Veja só:

1. Exercícios regulares

Há diversos exercícios que permitem com que o corpo e o organismo tenham um bom desempenho. Por exemplo, a natação, corrida, caminhada, corrida de bike, tudo isso contribui para que o corpo se mantenha ativo e que o colesterol ruim seja eliminado.

É fundamental que sejam mantidos pelo menos 30 minutos de exercícios por dia e no mínimo repeti-lo 3 vezes na semana.

2. Alimentação rica

Ter uma rotina de alimentos ricos em fitoesteróis e fitoestanóis pode auxiliar para que você tenha o colesterol ruim reduzido. Além disso, diminui-se o risco de doenças cardiovasculares acontecerem.

Os alimentos que possuem bastante substâncias assim são os óleos vegetais, nozes, leguminosas e a soja.

3. Aumento de fibras e probióticos

Ter uma alimentação que contenha fibras solúveis como a aveia, cevada e os legumes, contribui para que o colesterol se mantenha controlado.

Além disso, ajuda na eliminação do colesterol ruim pelas fezes. Consumir cerca de 5 porções de vegetais, frutas e outros legumes já é o suficiente para que o organismo funcione bem.

O uso de probióticos também contribui para a diminuição do colesterol. Assim, todos os riscos de doenças cardiovasculares são reduzidos.

4. Beber chá verde

O chá verde é uma bebida que ajuda o LDL por conta de ser antioxidante. Sendo assim, o indivíduo que esteja com o colesterol alto deve beber entre 2 a 4 xícaras por dia. Mas quem tem pressão alta deve beber o chá no máximo 3 vezes por dia.

5. Consumo de gordura saudável

Consumir alimentos ricos em ômega 3 é fundamental para aumentar o colesterol bom. Os peixes são as principais fontes de ômega 3.

Ainda que o peixe não tenha como função baixar o colesterol ruim, ele aumenta o colesterol bom e por consequência acaba fazendo uma proteção cardiovascular.

Para isso, é necessário consumir peixe pelo menos duas vezes por semana. Evite também o consumo de gorduras saturadas. Isso porque elas possuem uma alta taxa de LDL. Logo, evite:

 

Conclusão

Agora que você já sabe como funciona o colesterol bom e ruim, como ele atua no organismo e o que fazer para mantê-los controlado, marque já um exame para poder verificar como anda a sua saúde.

Além disso, se você tem o exame de sangue em mãos e já verificou que você está com as taxas de colesterol elevadas, comece a mudar seus hábitos fazendo exercícios, se alimentando melhor e evitando comer besteiras.

Não deixe de ir ao médico rotineiramente para que possa manter os exames em dia. Este conteúdo te ajudou? Deixe então o seu comentário abaixo.

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Sarampo: Descubra 4 principais causas | AGORA!

O sarampo é uma doença infecciosa de alta gravidade que é ocasionada por um vírus. Esse vírus, uma vez que esteja no organismo, pode ser fatal para o indivíduo.

Por essa razão, é fundamental que ainda quando criança, as pessoas sejam vacinadas contra a doença, pois a vacinação tem como propósito diminuir e impedir que mais pessoas sejam afetadas por essa infecção.

Se você já ouviu falar sobre a importância da vacinação, mas não sabe exatamente como a doença age no organismo e os efeitos que ela proporciona, então continue lendo este conteúdo.

 

O que é o sarampo?

O sarampo é uma infecção aguda que é viral, altamente transmissível e muito contagiosa. É muito comum que crianças peguem sarampo quando não são vacinadas.

Os principais sintomas da doença envolvem febre, tosse persistente, irritação nos olhos e corrimento no nariz. A princípio, pode ser confundida com uma gripe.

Mas depois desses sintomas, a doença costuma se agravar e com isso aparecem manchas vermelhas no rosto que vão se alastrando em direção aos pés. Isso pode durar cerca de 3 dias.

O sarampo também pode causar infecção no ouvido, pneumonia, ataques de convulsão, lesão cerebral e morte. Além disso, o vírus também pode chegar no sistema respiratório, pode causar diarréias e infecção no encéfalo.

Especialistas acreditam que tudo isso é desencadeado por conta do próprio sarampo, que pode atingir de forma grave pessoas desnutridas, recém-nascidos, gestantes e pessoas com imunodeficiência.

A transmissão do sarampo acontece de forma direta no contato de outra pessoa infectada

Como o sarampo é transmitido?

A transmissão da doença acontece de forma direta no contato de outra pessoa infectada. Em geral, por meio de:

  1. Tosse;
  2. Espirros;
  3. Fala ou;
  4. Respiração de pessoas infectadas.

Por isso, aconselha-se que os recém-nascidos não recebam visitas até que se tome algumas vacinas para reforçar o sistema imunológico. Por se tratar de uma doença muito fácil de pegar, as crianças e bebês acabam sendo os alvos mais fáceis.

A doença é transmitida quando a pessoa ainda está na fase febril, de mal estar e coriza. Esse período pode durar até 4 dias até o aparecimento de manchas vermelhas.

Como se prevenir da doença?

A suscetibilidade do vírus do sarampo é geral e o único meio de conseguir se prevenir é vacinando. Somente os bebês os quais as mães tiveram sarampo ou foram vacinadas têm de forma temporária anticorpos contra a doença.

Essa imunidade pode se prolongar até o primeiro ano de vida. O Brasil tem se esforçado para reforçar a importância da vacina e, por meio de estratégias de vigilância, o controle contra a doença tem se mantido desde o fim dos anos 90.

Hoje em dia, há alguns casos cujos registros são de pessoas de fora, que se não forem controlados de forma adequada, podem gerar princípios epidêmicos.

Dentre os principais grupos de risco, se enquadram:

Para que se possa prevenir contra a contaminação da doença, é necessário que as crianças tomem duas doses da vacina. Elas se combinam contra a rubéola, sarampo e caxumba.

Essa é a tríplice viral, extremamente importante na infância. A primeira dose é tomada com um ano de idade e a segunda é tomada entre quatro e seis anos.

E os adultos?

Adolescentes e adultos que não foram vacinados ou que pertencem aos grupos de risco e querem reforçar a vacinação, devem tomar a tríplice viral ou a dupla viral que protege apenas do sarampo e da rubéola.

Em alguns estados que a doença tem aumentado, o sistema de saúde tem aplicado a chamada dose zero, que é dada nas crianças de 6 meses a 1 ano. Depois vem a primeira dose e a segunda dose.

Então, quem recebeu só a primeira dose, recomenda-se ir atrás da segunda para garantir a imunidade contra a doença. Quem tem as duas doses não precisa se vacinar novamente.

Até os 29 anos, as duas doses da vacina são necessárias. Depois disso, recomenda-se só uma única dose.

Grávidas podem se vacinar?

A vacina não é indicada depois que a mulher engravidou, justamente porque a vacina é um vírus do sarampo manipulado. A gestante no período de gravidez tende a diminuir a imunidade.

E isso faz com que ela fique mais vulnerável e, por essa razão, a vacina pode fazer com que complicações aconteçam. O Ministério da Saúde recomenda que se a mulher tem planos de engravidar e ainda não tomou a vacina, que a tome antes.

As recomendações são para que seja a tríplice ou a tetra viral. A mãe ainda deve manter toda a rotina prevista no calendário de vacinação para que possa se manter protegida, assim como seu bebê.

A profilaxia do sarampo está disponível de diversos modos, todas elas têm como objetivo prevenir a doença, é função do profissional de saúde fazer a aplicação da vacina de forma adequada a cada pessoa.

Quais vacinas protegem do sarampo e onde tomar?

A profilaxia do sarampo está disponível de diversos modos. Todas elas têm como objetivo prevenir a doença. Portanto, é função do profissional de saúde fazer a aplicação da vacina de forma adequada a cada pessoa.

Deve-se levar em consideração a idade e situação epidemiológica do momento. As vacinas podem ser tomadas em unidades públicas e privadas de vacinação.

Como essa é uma doença muito séria e que pode levar o indivíduo ao óbito, é fundamental que a prevenção aconteça o quanto antes, pois o tratamento pode ser complicado.

Aliás, não há um tipo de tratamento específico para combater o vírus e os remédios podem não ser tão eficientes para que se possa tratar a doença.

Por isso, fortalecer o sistema imune da criança e do adulto é crucial  para manter longe a doença e suas complicações.

 

Conclusão

O sarampo é algo muito grave e que merece atenção. Por isso, não deixe de levar as crianças para realizar a vacinação e combater a doença.

Se você não tomou a vacina, vá até um posto de saúde solicitar sua dose. A vacinação é o único meio de proteger as pessoas contra o vírus por toda a vida.

Sendo assim, ela é a principal arma preventiva. em casos de suspeita, conte com a acesso saude.

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