Acesso Saúde Manaus Acesso Saúde Manaus

Varíola do Macaco: O que é? Descubra aqui na Acesso Saúde!

Recentemente muitos casos sobre a varíola do macaco surgiram no mundo. E muitos brasileiros ficaram preocupados. Você sabe o que é isso?

A varíola foi uma doença erradicada no país por meio da vacinação e o último caso que se tem notícias de sua existência foi em 1971. Desde então, nenhum registro foi feito.

A doença é a única no mundo que já foi erradicada. Porém, algumas mudanças aconteceram. Isso porque diversos lugares estão tendo que lidar com a doença e as suas variações vinda de animais.

Se você quer saber mais sobre a doença e os riscos da mesma, então continue lendo este conteúdo.

 

O que é a varíola do macaco?

A varíola do macaco é uma doença transmitida pelo vírus monkeypox, que é do gênero orthopoxvirus. O vírus é transmitido aos humanos através de contatos com animais.

Os sintomas são bem parecidos com os dos pacientes que possuem varíola, porém, clinicamente ela é menos grave. O período de incubação acontece em geral entre 6 a 13 dias.

No entanto, pode haver uma variação de 5 a 21 dias segundo informa a OMS. A secretaria de saúde do Rio Grande do Sul, no dia 30 de maio de 2022 considerou suspeito um indivíduo que pudesse estar com a doença.

O paciente estava em observação desde o dia 27. O suspeito mora em Portugal mas estava viajando em Porto Alegre. Considera-se suspeita toda pessoa que tenha:

  • Início súbito de febre;
  • Aumento dos linfonodos do pescoço;
  • Erupção cutânea aguda;
  • E que apresente dor nas costas;
  • Perda ou diminuição de força física;
  • Dor de cabeça;

O indivíduo que procura por ajuda antes de ter seu diagnóstico confirmado passa por uma série de avaliações para que possa descartar outras doenças.

O vírus tem sido bastante relatado em Portugal, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos. Ainda que o vírus seja intitulado como varíola do macaco, ele é um vírus que infecta também roedores na África.

Os macacos muito provavelmente são apenas hospedeiros, assim como o homem. Os sintomas da doença são bem similares aos da varíola humana, porém a taxa de transmissão e sua letalidade acabam sendo menores.

O sintomas da varíola do macaco são: febre acima dos 38° de repente, o aparecimento de gânglios, erupções na pele de modo uniforme, dores nas costas, fraqueza nos músculos e dor de cabeça.

Quais sintomas da varíola do macaco?

Como dissemos acima, as manifestações clínicas dos sintomas acontecem quando há uma febre acima dos 38° de repente, há o aparecimento de gânglios, erupções na pele de modo uniforme, dores nas costas, fraqueza nos músculos e dor de cabeça.

Apesar da varíola humana estar erradicada aqui no país, as secretarias de saúde têm orientado os estabelecimentos públicos para o risco de aparecimento da doença.

O alerta é justamente para que se possa conter e proteger mais pessoas para que menos casos surjam. Até o momento, apenas três casos foram confirmados. Dois em São Paulo e um no Rio Grande do Sul.

Como é transmitida a varíola do macaco?

A contaminação pela doença não é algo fácil de acontecer. Isso porque ela não é transmitida pelo ar. É necessário que se tenha contato muito próximo com um animal ou com outra pessoa infectada por meio da mucosa, lesões, ou gotículas do sistema respiratório.

Os roedores são o principal reservatório de doença para os humanos, por isso, aconselha-se a se manter distante deles para que a infecção não aconteça.

Pode-se adquirir a doença também por meio de contato com objetos que estejam contaminados com fluidos de lesões de pessoas infectadas. Por essa razão, o alerta para que mantenha o isolamento caso seja confirmada a suspeita, é fundamental.

Como prevenir a varíola do macaco?

A principal forma de se prevenir contra a doença é evitando ter contato com roedores ou com animais que possam ter tido esse contato próximo. Evitar as áreas de risco que já emitiram o alerta contra a doença também é uma medida protetiva.

A vacinação contra a varíola humana também previne que a varíola dos animais aconteça em até 85%. Isso porque os vírus pertencem à mesma família, por isso a proteção acaba sendo cruzada.

No Brasil, a varíola foi erradicada há 40 anos e por isso não existem vacinas disponíveis para o público. Porém, o governo já vem estudando a possibilidade de produzir vacinas para se prevenir contra a doença.

Ainda que tenha aumentado a procura, nenhuma vacina contra o vírus está disponível no SUS ou em clínicas particulares. A vacina é disponibilizada apenas a militares que saem em expedições e para profissionais de laboratório que manipulam o vírus.

Grande parte das viroses agudas possuem cura e a varíola do macaco também possui. O próprio sistema imune das pessoas é capaz de fazer com que a pessoa se cure sem ter que passar por nenhum tipo de intervenção.

A doença tem cura?

Grande parte das viroses agudas possuem cura e a varíola do macaco também possui. O próprio sistema imune das pessoas é capaz de fazer com que a pessoa se cure sem ter que passar por nenhum tipo de intervenção.

Existem medicamentos antivirais também que ajudam na recuperação para amenizar as possíveis complicações que podem surgir. Porém, são medicamentos que não se encontram com facilidade.

O risco de morte pela doença é baixo, mas ele existe. A principal causa de morte é por conta de infecções bacterianas secundárias da pele e dos pulmões. Elas podem se espalhar e atingir o sistema nervoso central.

O quadro de inflamação gerado por isso pode ser muito grave e pode trazer sequelas graves ao indivíduo ou a morte. A complicação ou não da doença dependerá muito do estado imunológico da pessoa.

Indivíduos com baixa imunidade podem sofrer mais por conta disso e ter complicações mais sérias por conta do organismo não conseguir combater a doença.

A prevenção e o controle da doença partem muito mais da conscientização das pessoas dentro de uma comunidade, do que na dependência de alguma vacina.

É papel dos profissionais da saúde fazer o alerta para que a população se mantenha atenta e longe dos riscos.

 

Conclusão

Vimos então que apesar da varíola humana ter sido erradicada na década de 80, hoje em dia variações da doença por conta de animais roedores e de hospedeiros, pode acabar acontecendo em humanos.

A vacina contra a doença não é acessível ao público justamente por não haver mais casos do vírus desde os anos 80. Por isso, o máximo que a população pode fazer é ficar em alerta e se prevenir.

Manter a distância de roedores e animais que possam ter tido contato com esses roedores é crucial para manter a possibilidade de contaminação, algo distante.

Ficou com alguma dúvida? Conte aqui então nos comentários e compartilhe este conteúdo com mais pessoas que queiram saber sobre a doença.

Leia também sobre: Doenças tropicais: o que são e como se prevenir? DESCUBRA!

Tuberculose: Quais são os principais sintomas?

A tuberculose, também conhecida como “tisica pulmonar”, é uma doença infectocontagiosa muito antiga. Os órgãos mais afetados são os pulmões, porém, outros órgãos como pele, ossos e gânglios também podem ser afetados.

É crucial determinar o tipo de tuberculose com base nos sintomas da pessoa e nos achados dos exames. Pois só assim pode se iniciar o tratamento ideal para combater a bactéria e interromper a progressão da doença.

Para saber quais são os principais tipos e sintomas de cada um, basta continuar lendo este conteúdo!

 

O que é tuberculose?

Uma doença conhecida como tuberculose é causada pelo Mycobacterium tuberculosis, também chamado de bacilo de Koch (BK), que entra no corpo pelas vias aéreas superiores e se instala nos pulmões ou em outros locais do corpo.

É crucial que a pessoa procure um médico especialista assim que os primeiros sintomas sugestivos de tuberculose aparecerem. Isso permitirá o início precoce do tratamento, que é feito com uma combinação de antibióticos, na maioria dos casos.

Grande parte das pessoas podem servir como incubadoras do bacilo de Koch, embora nunca apresentem sintomas da tuberculose. Segundo o Ministério da Saúde, 70 milhões de brasileiros são diagnosticados com tuberculose a cada ano.

 

Quais os tipos de tuberculose e seus sintomas?

Além da tuberculose típica, há outros tipos que têm ligação com a área do corpo que a doença afetou

Além da tuberculose típica, há outros tipos que têm ligação com a área do corpo que a doença afetou. Confira logo abaixo quais são eles!

1. Tuberculose pulmonar

Esse é o tipo mais comum da doença e é o resultado da entrada bacteriana no trato respiratório superior e alojamento nos pulmões.

A tuberculose pulmonar caracteriza-se por tosse frequente e seca, com ou sem sangue. Aliás, a tosse é o principal meio de transmissão porque as gotículas salivares liberadas durante a tosse têm os bacilos de Koch, que podem se espalhar para outras pessoas.

Sintomas e tratamentos

Entre os sintomas mais comuns desse tipo, é possível destacar

  • Tosse forte por mais de duas semanas;
  • Expelimento de catarro;
  • Catarro com sangue;
  • Febre;
  • Dor no peito;
  • Falta de ar;
  • Cansaço;
  • Perda de apetite;
  • Rouquidão.

Como não há custo para o tratamento da tuberculose, quem estiver em dúvida se tem a doença, deve procurar atendimento médico imediato em um hospital ou unidade de saúde.

O curso do tratamento inclui o uso de medicações por cerca seis meses seguidos, ou conforme orientação do médico. O plano de tratamento ideal para tuberculose consiste em rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol.

A pessoa deverá ficar isolada nos primeiros 15 dias. Isso porque, ainda tem o potencial de espalhar a bactéria para outras pessoas.

Após esse tempo, poderá retomar a sua rotina regular e continuar tomando os seus medicamentos. Mesmo quando o paciente melhorou e os sintomas sumiram ainda é preciso continuar com os medicamentos prescritos.

Isso evita que a bactéria se torne mais forte e resistente aos antibióticos. Lembre-se que o médico deve decidir quais medicamentos o paciente irá tomar e por quanto tempo o tratamento será feito.

2. Tuberculose miliar

O nome “tuberculose miliar” vem das várias lesões microscópicas que se desenvolvem nos pulmões, do tamanho de sementinhas. Esse tipo de tuberculose pode afetar um ou mais órgãos ou todo o corpo.

Ela afeta com mais frequência os pulmões, o fígado e a medula óssea. Mas pode afetar qualquer órgão, como as meninges e a membrana de duas camadas que envolve o coração.

A tuberculose miliar tende a acometer mais:

  • Crianças com menos de 4 anos de idade;
  • Pessoas com um sistema imunológico fraco;
  • Pessoas idosas.

Sintomas e tratamentos

Quando a tuberculose miliar acomete os pulmões e a medula óssea, os sintomas que pode gerar incluem:

  • Febre;
  • Perda de peso;
  • Fraqueza;
  • Dispneia progressiva.

O comprometimento pulmonar é difuso e o acometimento da medula óssea costuma provocar:

  • Anemia;
  • Trombocitopenia;
  • Reação leucemóide.

Manifestações gastrointestinais costumam ser comuns e incluem:

  • Dor abdominal;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Hepatomegalia;
  • Síndrome colestática.

A gama de sintomas e sinais associados à tuberculose militar é bem diversa e depende dos sistemas e órgãos afetados. Os antibióticos são administrados de seis a nove meses.

Caso as meninges sejam afetadas, usa-se antibióticos por nove a doze meses. Se as meninges ou o pericárdio forem afetados, os corticosteróides podem ser úteis.

3. Tuberculose ganglionar

A segunda tuberculose mais frequente é a ganglionar, que perde apenas para a pleural. No entanto, esse é o tipo mais comum em crianças e adolescentes.

De forma resumida, trata-se de uma doença infecciosa que atinge os gânglios linfáticos, que são pequenos órgãos de defesa presentes em todo o corpo. É mais sentida nas regiões do pescoço e tórax, porém, também pode afetar as axilas, a virilha e o abdômen.

Esse tipo de tuberculose é bem comum e se caracteriza pela presença do Mycobacterium tuberculosis, que também causa a manifestação mais convencional da doença.

Mas, vale ressaltar que as pessoas com tuberculose ganglionar tendem a não disseminar a doença com a mesma frequência que aquelas com o tipo pulmonar.

Sintomas e tratamentos

Devido à localização, os sintomas da tuberculose ganglionar diferem do pulmonar. Qualquer grupo de gânglios do corpo pode ser acometido por essa doença, mas a maioria dos casos ocorre na cadeia cervical, próxima ao pescoço.

Entre os sintomas, estão:

  • Inchaço do gânglio que evolui com o tempo;
  • Inflamação com vermelhidão local;
  • Dor na região afetada;
  • Redução no apetite;
  • Palidez;
  • Febre baixa e vespertina (no final da tarde);
  • Emagrecimento;
  • Sudorese à noite.

O curso do tratamento é longo, pelo menos seis meses, mas muito eficaz e indolor. É aconselhável que o paciente tenha uma combinação de quatro medicamentos, além de um plano de tratamento direcionado.

O curso usual de tratamento envolve o uso de antibióticos por pelo menos seis meses e, em certos casos, a remoção cirúrgica da glândula infectada.

É vital notar que, ao contrário de sua versão mais famosa, este tipo de tuberculose não é contagioso e pode ter relação a um sistema imunológico enfraquecido.

4. Tuberculose óssea

A bactéria Mycobacterium tuberculosis se espalha pela corrente sanguínea e se instala nos ossos e articulações, em principal na coluna, joelhos e quadril.

Sendo assim, leva ao surgimento de certos sintomas como dor onde a bactéria se encontra devido à perda de massa óssea, rigidez nas articulações e dificuldade de locomoção.

A ocorrência de tuberculose óssea é mais comum em crianças e idosos, tornando-se crucial o reconhecimento da infecção logo que surgem os primeiros sintomas e sinais.

Ao fazer isso, já pode iniciar o tratamento antibiótico e evitar possíveis complicações.

Sintomas e tratamentos

Os sintomas desse tipo de tuberculose passam a surgir conforme a bactéria gera a perda de massa óssea e inflamação as articulações, sendo os principais:

  • Dor na coluna, articulação do quadril ou do joelho, que piora com o tempo;
  • Dificuldade no movimento, ao dobrar a perna ou caminhar mancando;
  • Inchaço no joelho, quando este é afetado;
  • Diminuição da massa muscular da perna afetada;
  • Pode haver febre baixa.

É possível que surjam complicações nos casos em que a tuberculose óssea não é devidamente identificada e tratada, incluindo deformidade óssea, fadiga, encurtamento da perna, o que pode favorecer a escoliose e até a paralisia.

Recomenda-se o uso de uma combinação de antibióticos para tratar a tuberculose óssea e auxiliar na remoção da bactéria.

Além disso, a fisioterapia pode ser boa para diminuir o desconforto e a dor causada. Ao mesmo tempo em que aumenta a mobilidade das articulações e fortalece os músculos.

5. Tuberculose pleural

A pleura é uma membrana fina que cobre os pulmões, quando infectada pelo bacilo de Koch, resulta em sintomas como febre, tosse, falta de ar e dor no tórax.

Esse é mais um tipo de tuberculose extrapulmonar, que se manifesta fora dos pulmões em órgãos como osso, gânglios, garganta ou rins, é um dos tipos mais comuns.

Essa condição é mais prevalente em pessoas com sistema imunológico comprometido, como aqueles com AIDS, câncer ou usam corticoides, por exemplo.

O bacilo de Koch não está presente nas secreções dos pulmões, dificultando sua disseminação por meio da tosse ou do espirro. Como resultado, a tuberculose pleural não é contagiosa.

Desta forma, a aquisição deste tipo de tuberculose requer o contato com indivíduos que tenham tuberculose pulmonar.

Sintomas e tratamentos

Os principais sintomas da tuberculose pleural são:

  • Tosse seca;
  • Dor no tórax, que surge durante a respiração;
  • Febre;
  • Aumento do suor noturno;
  • Dificuldade para respirar;
  • Perda de peso sem causa aparente;
  • Mal estar;
  • Perda do apetite.

Na maioria das vezes, o primeiro sintoma a surgir é a tosse, que vem com uma leve dor no peito. Depois de algumas horas, os outros sintomas começam a se desenvolver e piorar até que a pessoa tenha dificuldade para respirar e uma sensação de falta de ar.

Em certos casos, mesmo sem tratamento, a tuberculose pleural pode se curar por conta própria. No entanto, na maioria dos casos, a condição é tratada com uma combinação de quatro antibióticos chamados rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol.

 

Quais são as principais causas da tuberculose?

O agente patogênico (causador da tuberculose) é o bacilo de Koch, também conhecido cientificamente como Mycobacterium tuberculosis, que se espalha de pessoa para pessoa por meio de gotículas minúsculas transportadas pelo ar.

O agente patogênico (causador da tuberculose) é o bacilo de Koch, também conhecido cientificamente como Mycobacterium tuberculosis, que se espalha de pessoa para pessoa por meio de gotículas minúsculas transportadas pelo ar.

Quando uma pessoa com um tipo ativo de tuberculose não é tratada, esses germes microscópicos podem ser liberados no ar através da fala, ao tossir, espirrar ou até mesmo rir e cantar.

Mesmo que a tuberculose seja contagiosa, é difícil de se espalhar (causar a contaminação de outras pessoas). As pessoas que mantêm contato diário com outra pessoa (alguém com quem moram ou trabalham) têm maior probabilidade de contrair tuberculose.

O mais raro é que um estranho com quem você tenha contato esporádico espalhe tuberculose. Grande parte das pessoas que tiveram um tratamento adequado com fármacos por, no mínimo, duas semanas, já não são mais contagiosas.

Há grupos de pessoas mais propensos a contrair a doença?

As pessoas que têm um sistema imunológico comprometido (mecanismo de defesa do corpo) são mais propensas a contrair uma infecção. Muitas vezes, um sistema imunológico saudável é capaz de resistir bem às bactérias da tuberculose.

Como resultado da diminuição da capacidade de defesa do organismo, tanto os portadores do HIV quanto os diabéticos, fumantes, que bebem álcool em excesso e usuários de drogas, bem como aqueles com liberdade restrita.

As defesas orgânicas dos primeiros, de uma forma ou de outra, são diminuídas, e os últimos continuam em condições em que permanecem expostos ao bacilo.

Como se pega a bactéria da tuberculose?

Mycobacterium tuberculosis, muitas vezes conhecido como bacilo de Koch, é o micróbio que causa a tuberculose, como dito. A transmissão se dá por meio das vias aéreas.

Mas, ao contrário do que podemos pensar, acontece mais pelo contato com a pessoa que tem tuberculose do que com qualquer um de seus bens. Uma pessoa com tuberculose exala pequenas gotas de saliva infectada ao falar, tossir ou espirrar.

Essas gotículas podem entrar nas vias aéreas de outra pessoa e infectá-la. O risco de aspirar o bacilo aumenta quando se passa mais de quatro a seis horas por dia com a pessoa infectada.

Embora o contato com uma pessoa que tenha tuberculose seja a principal causa da doença, é necessário que ela tenha um sistema imunológico fraco para que a doença surja.

Os alvos mais suscetíveis à essa doença são pessoas imunodeprimidas, como pessoas com HIV positivo, que tratam algum tipo de câncer ou que tomam imunossupressores.

Há também certos fatores que tendem a diminuir a imunidade de uma pessoa, tais como:

  • Má alimentação;
  • Falta de higiene;
  • Tabagismo;
  • Alcoolismo.

É possível prevenir a tuberculose?

O principal método de prevenção da tuberculose é com a vacina BCG (Bacillus Calmette-Guérin), disponível gratuitamente no SUS. A vacina protege contra as formas mais graves da doença, como tuberculose miliar e meningite.

Deve ser administrada às crianças logo após nascerem ou, o mais tardar, até a idade de 4 anos, 11 meses e 29 dias. É necessário avaliar os familiares e outros contatos do paciente como outra medida preventiva para garantir que eles não desenvolvam a forma ativa da tuberculose.

E você, o que achou deste conteúdo? Foi útil para você? Não esqueça de compartilhá-lo com alguém que tenha interesse em saber mais sobre o assunto!

Leia também sobre: 7 infecções sexualmente transmissíveis mais comuns em Manaus.

Doença de Parkinson: Quais são os sintomas e qual é o tratamento!

A doença de Parkinson é uma condição neurológica que afeta o sistema nervoso central e prejudica o movimento. É uma doença crônica e progressiva e, quanto maior a faixa etária, maior a incidência dessa doença.

Continue lendo este conteúdo para saber mais sobre os sintomas e tratamentos para o Mal de Parkinson!

 

O que é a doença de Parkinson?

A doença de Parkinson é uma condição neurológica crônica e de progressão lenta ligada à perda de células cerebrais (neurônios) que produzem o neurotransmissor dopamina.

A produção de dopamina diminui como resultado. A dopamina é responsável por regular as mensagens entre as regiões do cérebro que juntas controlam o movimento e a coordenação corporal.

Por volta de 1 a 2 por cento da população mundial com mais de 65 anos sofre com a doença, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

São mais de 200 mil casos da doença de Parkinson no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.

Os primeiros sinais do mal de Parkinson são apenas tremores em um lado do corpo, que surge quando a pessoa está parada e não quando o corpo está em movimento

Quais são os primeiros sinais de mal de Parkinson?

Os principais sinais iniciais do Parkinson são:

  • Tremores involuntários em situação de repouso;
  • Rigidez muscular;
  • Movimentos mais lentos;
  • Passos mais lentos e arrastados;
  • Perda das expressões faciais;
  • Depressão;
  • Dores musculares constantes;
  • Constipação.

Os primeiros sinais são apenas tremores em um lado do corpo. O tremor da doença de Parkinson surge quando a pessoa está parada e não quando o corpo está em movimento.

Os seguintes sintomas incluem uma redução no tamanho da letra durante a escrita, dificuldade em levantar e dobrar as pernas e curvatura posterior. Evoluem para a falta de expressões faciais e acabam por comprometer a fala e a deglutição.

A doença de Parkinson pode atingir cinco níveis, sendo eles:

  1. Um lado do corpo é afetado;
  2. Corpo é todo afetado, mas mantém o equilíbrio;
  3. Perde o equilíbrio e as quedas ficam frequentes;
  4. Perde a capacidade motora para movimentos como fala e deglutição, mas se locomove;
  5. Paciente 100% dependente.

Mesmo que a doença possa variar, um paciente que tem acesso ao tratamento não tem sua perspectiva de vida reduzida. E vale notar que a progressão da doença pode levar até 15 anos.

 

Quais são as principais causas de mal de Parkinson?

Embora as causas exatas da doença sejam desconhecidas, há alguns fatores de risco que parecem estar de alguma forma ligados à doença, são eles:

1. Genética

Foram descobertas mutações genéticas específicas que podem contribuir para a doença de Parkinson.

2. Fatores ambientais

A exposição a toxinas específicas, como herbicidas ou pesticidas, ou outros fatores ambientais, pode aumentar a chance de ter a doença.

3. Idade

É bem raro a doença acometer adultos jovens; em vez disso, na maioria das vezes se manifesta mais tarde na vida e o risco aumenta à medida que a idade avança. As pessoas têm mais chances de desenvolver a doença aos 60 anos ou mais.

4. Hereditariedade

A chance de desenvolver a doença também aumenta se um parente próximo a tiver.

5. Sexo

Em comparação com as mulheres, os homens são mais propensos a contrair a doença de Parkinson.

 

Qual é o tratamento inicial da doença de Parkinson?

É crucial entender que, até o momento, não há cura para a doença. No entanto, o tratamento é possível e necessário para ela, não apenas para combater os sintomas, mas também para impedir seu progresso.

O principal desafio para a cura da doença está na genética humana. Ao contrário do resto do corpo, as células cerebrais não se regeneram.

Junto com a fisioterapia e a terapia ocupacional, medicamentos e cirurgias são as principais armas do arsenal da medicina para tratar a doença de Parkinson.

Todos eles apenas combatem os sintomas. Além disso, a fonoaudiologia é vital para pessoas com problemas de fala e voz.

No tratamento inicial para a doença de Parkinson, é crucial verificar se o paciente de fato precisa de tratamento sintomático. Selegilina, anticolinérgicos e amantadina podem ser usados ​​quando os sintomas ainda são muito leves e não incapacitam o paciente.

 

Quais as recomendações na doença de Parkinson?

Apesar da doença de Parkinson de fato não ter cura, é possível lidar com ela da melhor maneira possível na rotinaApesar do fato de que não há cura para esta doença, é possível lidar com ela da melhor maneira possível na rotina. Aprenda logo abaixo algumas dicas para facilitar sua vida ou de quem é portador desse mal.

Seja uma pessoa ativa

O exercício regular pode ajudar a diminuir os sintomas da doença. Além disso, o exercício também ajuda a melhorar a força muscular e o equilíbrio, que são os maiores obstáculos para quem sofre com este mal.

Pequenas caminhadas no quintal, exercícios para os braços e pernas também podem ser muito úteis.

Equipamentos adaptativos 

Para os pacientes, a doença de Parkinson pode resultar em uma série de restrições. Mesmo as tarefas mais simples podem ser um grande obstáculo para eles.

Fazer ajustes no dia a dia pode promover uma melhora no bem-estar emocional e é uma solução eficiente. Por exemplo, utensílios de cozinha ergonômicos, roupas com velcro e botões magnéticos são ótimas dicas para facilitar a rotina diária de um paciente com Parkinson.

Administrar bem a alimentação e medicamentos

A alimentação e a medicação são essenciais para o sucesso do tratamento do paciente. Perder peso é muito comum, o que torna os tremores ainda mais frequentes.

Amparo emocional

O sentimento de impotência leva, no mínimo, metade das pessoas que sofrem com essa doença a desenvolver algum grau de depressão, irritabilidade, sentimentos de inferioridade e até mesmo tendências suicidas.

Por essa razão, é vital que a pessoa tenha amparo emocional, para evitar esses quadros.

A casa deve ser segura e ter fácil acesso

Não devemos esquecer que os móveis da casa devem ser reposicionados de modo estratégico dentro de todos os cômodos. É preciso otimizar os espaços para que o paciente não tenha problemas de se movimentar pela casa no dia a dia.

Se possível, instale corrimãos em todos os cômodos da casa, em especial no banheiro, para evitar quedas. Além disso, aconselha-se que os móveis sejam mais resistentes e tenham linearidade com o piso.

Todos esses cuidados ajudam a prevenir acidentes, que podem resultar em lesões, fraturas e gerar preocupações para a família.

E você, o que achou deste conteúdo? Você sofre com essa doença ou conhece alguém que a tem? Não esqueça de compartilhá-lo!

Leia também sobre: Dor nos Ossos: Quais são as principais causas?

Confira 11 sintomas de problemas no fígado!

Problemas no fígado tendem a ser muito comuns. Afinal, é o principal órgão responsável por converter gordura e desintoxicar todo o corpo humano, e quando é  sobrecarregado por qualquer uma das suas 500 atividades vitais para as quais é capaz, sem dúvida haverá um atraso no processo de digestão.

Continue lendo este conteúdo para saber quais são os principais problemas que acometem este órgão!

prevenir dor no nervo ciático

Quais são as principais causas de problemas no fígado?

O fígado desempenha uma série de funções no organismo, desde a filtração microbiana até a desintoxicação do corpo. Logo, todos os nossos exageros durante o curso de nossas vidas são atribuídos a esse órgão.

No entanto, os sintomas comuns de comer demais ou beber demais são causados pelos excessos e não pelo mau funcionamento do fígado. E, isso pode levar a alguns problemas no fígado.

Confira logo abaixo quais são as principais causas!

1. Cirrose

Trata-se da substituição de tecido do fígado por fibrose. Beber bebidas alcoólicas em excesso ou a progressão de outras doenças hepáticas, como hepatite B e C e esteatose, podem ser a causa dessa condição.

2. Hepatites

A hepatite é uma inflamação do fígado que pode ser viral (hepatite A, B, C, D e E), alcoólica ou autoimune (causada pelo próprio sistema imunológico da pessoa).

A hepatite autoimune é uma doença incomum em que o corpo ataca suas próprias células e causa inflamação e sintomas como dor abdominal, pele amarela ou enjoos.

3. Parasitoses

Inúmeros parasitas, como os patógenos causadores da malária e esquistossomose, entre outros, podem migrar para a região do fígado e causar lesões ou obstruir.

4. Câncer de fígado

O tipo mais comum é conhecido como “carcinoma hepatocelular” e surge após a cirrose. Porém, em alguns casos, como em pessoas com hepatite B, o câncer pode se manifestar no fígado mesmo na ausência de cirrose.

5. Doenças genéticas

A presença de substâncias tóxicas na região do fígado também pode ser causada por doenças genéticas.

Como a hemocromatose hereditária, que resulta em acúmulo excessivo de ferro no organismo, a oxalúria, que causa aumento do ácido oxálico na região, e a doença de Wilson, que causa um acúmulo de cobre.

6. Álcool em excesso

Como dito, o consumo regular de quantidades excessivas de bebidas alcoólicas pode aumentar o risco de desenvolver hepatite alcoólica, que pode resultar em sérios problemas no fígado. Além de dor abdominal intensa, náuseas, vômitos e perda de apetite, entre outros sintomas.

7. Abuso de medicamentos

A hepatite causada por medicamentos pode resultar da exposição a substâncias tóxicas, ingestão excessiva de medicamentos ou até mesmo de reações alérgicas a essas substâncias, o que pode levar a lesões na célula do fígado.

8. Acúmulo de gordura

Obesidade, colesterol alto e diabetes são condições que resultam em um acúmulo de gordura no trato digestivo. Pode ser assintomático ou causar sintomas como dor abdominal no lado direito, barriga inchada, náusea e vômito.

 

Quais os sintomas de problema no fígado?

Na maioria das vezes, a dor abdominal é o primeiro sinal de problemas no fígado, em principal, no lado direito e inchaçoNa maioria das vezes, a dor abdominal é o primeiro sinal de problemas no fígado, em principal, no lado direito e inchaço. Mas, os sintomas tendem a variar conforme o tipo de problema.

Sendo assim, fique atento para os seguintes sintomas:

  • Dores na região superior direita da barriga;
  • Enjoos e tonturas com muita frequência;
  • Dores de cabeça diárias;
  • Fadiga sem razão aparente;
  • Facilidade de ficar com hematomas após pancadas leves;
  • Cor amarelada nos olhos ou na pele;
  • Urina com cor escura e cheiro mais forte;
  • Falta de apetite;
  • Fezes de cor amarelada, esbranquiçada ou cinzentas;
  • Barriga inchada;
  • Sensação de coceira em todo o corpo.

Caso você apresente apenas um dos problemas dessa lista, as chances de ter problemas no fígado são bem baixas. Mas, caso você tenha dois ou mais desses sintomas, pode significar que há algo de errado com o seu fígado e você deverá buscar um médico para tratar o problema o quanto antes.

 

O que fazer para evitar problemas no fígado?

Veja logo abaixo algumas dicas para evitar problemas no fígado e ter uma saúde melhor!

Tenha uma alimentação rica em nutrientes

Devido às inúmeras atividades, o fígado tem uma grande necessidade de vitaminas e minerais. Portanto, recomenda-se uma dieta rica em frutas, vegetais e alimentos nutritivos.

Exagerar com ingredientes artificiais como açúcar refinado, adoçantes e corantes não é uma boa ideia, porque aditivos e conservantes precisam ser filtrados.

Beba muita água

É crucial beber de oito a dez copos grandes de água pura e filtrada todos os dias. Isso ajudará a expulsar as toxinas para fora do seu corpo e reduz as chances de ter problemas no fígado.

Massageie a região

Massagear a área do fígado e da vesícula biliar que fica abaixo das costelas, no lado direito do corpo, ajudará a transportar mais sangue com nutrientes para a região.

Não sobrecarregue o fígado

Bebidas alcoólicas em excesso e uso de muitos remédios podem sobrecarregar o fígado. Evite esses excessos ao máximo!

 

Remédios caseiros para dor no fígado

Os remédios caseiros são formas simples e práticas de reduzir os desconfortos e dor causadas por problemas no fígado

É possível reduzir os desconfortos de problemas no fígado com alguns remédios caseiros, veja logo abaixo!

Chá de boldo

Um dos melhores remédios caseiros para tratar o fígado inchado ou gorduroso, por conter propriedades que ajudam a melhorar a secreção da bile.

Para preparar este chá, você deve colocar 2 folhas de boldo para um copo de água e deixar ferver durante cinco minutos. Em seguida, desligue o fogo e espere até amornar para coar e beber, sem adoçar.

Beba o chá de 3 a 4 vezes por dia, mas para obter maior resultado, beba o chá logo depois do preparo.

Infusão de jurubeba

Essa é outra ótima solução caseira para aliviar problemas no fígado. Por ser uma planta medicinal, a jurubeba conta com propriedades diuréticas e digestivas, que ajudam a tratar algumas doenças do fígado.

Acrescente 30g de folhas e frutos de jurubeba em um litro de água fervente. Deixe esfriar por cerca de 10 minutos, em seguida coe e beba 3 xícaras durante o dia.

Vale notar que gestantes não devem beber essa infusão.

Infusão com alcachofra

A alcachofra é rica em propriedades depurativas e anti tóxicas. Logo, é uma boa opção de receita caseira para tratar doenças relacionadas com o fígado.

Em uma panela, ferva 1 litro de água e apague o fogo. Depois, adicione 1 colher de chá (de 5 a 6g) de folhas secas de alcachofra, deixe repousando por 5 a 10 minutos, em seguida coe e beba 3 xícaras antes das refeições.

Enfim, o que você achou deste conteúdo? Não deixe de compartilhá-lo com amigos que também sofrem com problemas no fígado!

Conheça os 4 principais tipos de diabetes!

O diabetes é uma doença crônica que, se não diagnosticada e tratada, abre as portas para complicações graves. Silenciosa, a doença na maioria das vezes só manifesta os seus sintomas após muitos anos.

É possível que você ou alguém próximo tenha diabetes e não esteja ciente disso. Para entender melhor o que é, quais são os tipos existentes e como prevenir essa doença, basta continuar lendo este conteúdo!

 

O que é diabetes?

Mais de 380 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de diabetes, e é capaz que esse número aumente em 100 milhões até o ano de 2035.

Os números só aumentam, o que evidencia a necessidade de prevenção, melhor monitoramento e compreensão do que é a diabetes e as várias formas de manifestação da doença.

Se você não conhece muito sobre diabetes, trata-se de uma doença metabólica onde há uma falha da ação da insulina no organismo, que aumenta a quantidade de glicose no sangue (chamada hiperglicemia).

O nosso corpo necessita de glicose para produzir energia e realizar as atividades diárias, sendo necessária uma resposta hormonal para que essa glicose se converta em combustível.

Sem a ajuda da insulina, a glicose não pode entrar nas células e, sem esse hormônio, o corpo não consegue funcionar de modo correto!

 

Quais são os principais tipos de diabetes?

Os tipos de diabetes que existem irão determinar os sintomas que uma pessoa sente, os efeitos colaterais dessa doença e seu tratamento

Há muitos tipos diferentes de diabetes, confira logo abaixo um pouco mais sobre cada um deles:

1. Diabetes tipo 1

O diabetes tipo 1 é uma doença que não é possível prevenir, porque não tem nada a ver com a dieta ou estilo de vida de uma pessoa. Trata-se de uma condição de seu corpo, na maioria dos casos hereditária.

Nesse tipo de diabetes, as células pancreáticas responsáveis ​​pela produção de insulina são atacadas pelo sistema imunológico e pelas células de defesa.

Como resultado, o corpo perde aos poucos sua capacidade de metabolizar a glicose. Isso se deve ao hormônio insulina, que se encarrega de permitir que a glicose entre nas células, onde será utilizada para produzir energia, necessária para o corpo realizar suas diversas funções.

Devido à redução da capacidade do pâncreas de produzir insulina, o açúcar é usado de forma inadequada e se acumula na corrente sanguínea. Dessa forma, o diabetes tipo 1 é uma condição que acomete com maior frequência crianças e adolescentes, mesmo quando estes têm hábitos saudáveis.

Os adultos também podem ter diabetes tipo 1. Isso ocorre porque, apesar da produção de insulina ainda existir, ela pode não ser adequada, o que faz com que a pessoa viva com o problema por muitos anos antes que os sintomas ou complicações mais graves apareçam.

Aconselha-se a todos os que têm parentes próximos, em principal os pais que foram diagnosticados com diabetes tipo 1, que façam exames frequentes para acompanhar os níveis de glicose.

Sintomas e tratamentos

Os sintomas podem variar dependendo da pessoa e da fase de diabetes, porém, os mais comuns são:

  • Vontade frequente de urinar (mesmo no meio da noite);
  • Sensação de sede que não passa;
  • Fome em excesso;
  • Náusea;
  • Perda de peso sem razão;
  • Sonolência;
  • Cansaço;
  • Mudanças rápidas no humor, com irritabilidade;
  • Infecções frequentes (como infecção urinária e candidíase).

Diferente do que ocorre no diabetes tipo 2, os sintomas aqui surgem de forma brusca.

A principal forma de tratamento é o controle glicêmico, que é feito através do uso diário de insulina. Porém, uma alimentação adequada e atividade física regular também são importantes.

2. Diabetes tipo 2

O diabetes tipo 2 é uma doença que é possível evitar, pois é marcada pela resistência à ação da insulina. Essa condição surge ao longo do tempo em decorrência de hábitos pouco saudáveis, principalmente sedentarismo e má alimentação, que estão ligados à obesidade.

Uma pessoa que tem diabetes tipo 2 perde sua sensibilidade à insulina. Como as células do corpo não são muito sensíveis aos efeitos da insulina, o pâncreas deve produzir mais para regular o nível de açúcar na corrente sanguínea.

O diabetes tipo 2 é o mais prevalente e responde por 90% dos casos, segundo estimativas. Apesar de aparecer na fase adulta, é vital notar que as crianças também podem desenvolver essa condição.

Devido aos maus hábitos, é possível notar cada vez mais pessoas jovens com casos de diabetes tipo 2. Pois, as pessoas não se preocupam com a alimentação, dormem menos e têm uma rotina cheia de estresse.

Além disso, como a doença não apresenta sintomas no início, muitas pessoas podem levar anos para receber o diagnóstico. As seguintes situações são típicas deste tipo:

  • O corpo é incapaz de usar a insulina produzida de forma eficaz. Há um estado de resistência à ação da insulina nos tecidos do corpo;
  • O pâncreas é incapaz de produzir insulina suficiente para equilibrar os níveis de açúcar no sangue.

Sintomas e tratamentos

Confira logo abaixo quais são os sintomas mais comuns desse tipo:

  • Alterações visuais;
  • Fome excessiva;
  • Sede que não passa;
  • Feridas que demoram a cicatrizar.

No tipo 2, nem sempre se usa a insulina; em vez disso, se toma outros medicamentos. No entanto, assim como no tipo 1, a alimentação adequada e a prática de atividades físicas são essenciais.

3. Diabetes gestacional

Estima-se que a condição afete entre 2% a 4% de todas as grávidas. Isso pode resultar em maiores riscos de complicações, inclusive para o feto, na ausência de tratamento.

Por afetar tanto a saúde da mãe quanto do feto, o diabetes gestacional é visto como uma condição preocupante. Alguns dos riscos incluem:

  • Parto prematuro;
  • Aborto espontâneo;
  • Hipoglicemia neonatal;
  • Malformações do feto.

Por isso, além de garantir o pré-natal completo, a gestante deverá cultivar hábitos saudáveis. Apesar de ser uma doença transitória, tem potencial para se tornar grave sem o tratamento.

A grande questão é: o que pode causar a diabetes gestacional?

Em poucas palavras, esse tipo tem algo a ver com os hormônios que a placenta produz e que tendem a prejudicar a ação da insulina, o que leva a um aumento dos níveis de glicose no sangue.

Além disso, há alguns fatores de risco para o desenvolvimento da doença, tais como:

  • Grávidas que estão acima do peso ou ganharam muito peso durante a gravidez;
  • Têm histórico da doença na família;
  • Têm mais de 25 anos;
  • Estão grávidas de gêmeos;
  • Têm bebês com peso superior a 4 quilos.

Sintomas e tratamentos

Em grande parte dos casos de diabetes gestacional não surgem sinais ou sintomas. Porém, em certos casos é possível notar:

  • Aumento do apetite;
  • Ganho de peso;
  • Maior vontade de urinar;
  • Visão turva;
  • Excesso de sede;
  • Infecções urinárias mais frequentes.

Devido à prevalência desses sintomas na gravidez, o ideal é que o médico solicite um exame de glicemia, no mínimo, três vezes, sendo que o primeiro exame ocorre na 20ª semana de gestação.

Para confirmar o diagnóstico, o médico aconselhará fazer uma avaliação de curva glicêmica para avaliar os níveis de glicose ao longo do tempo.

Mudanças nos hábitos alimentares e exercícios físicos devem fazer parte do plano de tratamento do diabetes gestacional para manter os níveis de glicose no sangue sob controle.

4. Diabetes tipo LADA

O tipo menos conhecido de diabetes nesta lista, diabetes LADA, é motivo de muitas dúvidas entre as pessoas.

O termo refere-se ao Diabetes Latente Autoimune do Adulto, que já responde por grande parte de sua origem por se tratar de uma doença provocada por uma desregulação do sistema imunológico que acaba por atacar o pâncreas.

A principal questão é que esse processo ocorre mais lentamente do que com o diabetes tipo 1. Além disso, demonstra porque ela acomete adultos e prejudica muito a função pancreática, causando sintomas e necessitando de uma consulta médica antes da implementação do tratamento.

Sintomas e tratamentos

Os sintomas são semelhantes aos de outros tipos, incluindo:

  • Fadiga;
  • Visão turva;
  • Vontade de urinar com frequência ao longo do dia;
  • Sudorese excessiva;
  • Entre outros.

Na maioria das vezes, uma abordagem terapêutica tem como objetivo manter sob controle os níveis de açúcar no sangue por um período maior de tempo com o uso de medicamentos orais.

Porém, pode haver um declínio progressivo na capacidade de produzir insulina, necessitando de insulinoterapia.

 

Como se prevenir da diabetes?

Com exceção da diabetes tipo 1, os outros tipos estão ligados a hábitos inadequados e podem ser prevenidosOs outros tipos de diabetes estão ligados a hábitos inadequados e podem ser prevenidos, com exceção do diabetes tipo 1, em que o paciente está predisposto à má função pancreática desde o nascimento.

Portanto, entender os fatores de risco para o desenvolvimento da doença e como mudar hábitos precocemente ajuda a prevenir diabetes e até mesmo outras doenças.

Confira logo abaixo quais são os hábitos para ter uma vida mais saudável e prevenir a diabetes!

Ter uma boa dieta 

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, os cuidados alimentares adequados vão além de simplesmente não comer alimentos ricos em açúcar. Assim, é crucial incluir medidas adicionais, tais como:

  • Não fique muito tempo sem comer e faça pequenas refeições ao longo do dia;
  • Mastigue bem e coma devagar;
  • Evite consumir quantidades excessivas de alimentos ricos em carboidratos simples, como farinha branca e refrigerantes, e opte por alimentos integrais;
  • Inclua proteínas magras em suas refeições, como lentilha, grão de bico e ervilha;
  • Consuma alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais, como frutas, legumes e vegetais.

Reduzir o consumo de álcool e parar de fumar

Semelhante a outras substâncias, o álcool prejudica o metabolismo da insulina. Embora alguns estudos afirmem que uma taça de vinho por dia faz bem ao coração, é verdade que beber muito álcool também leva ao ganho de peso, o que aumenta o risco de desenvolver diabetes.

O mesmo ocorre com a nicotina, que também prejudica a insulina. Para piorar a situação, o tabaco também contém outras substâncias que são prejudiciais à saúde em geral.

Nesse caso, o ideal é mesmo é parar de fumar.

Praticar exercícios físicos

Não é necessário ser um atleta ou praticar exercícios com exagero. Praticar 30 minutos por dia de algum exercício físico, como caminhada, já ajuda a prevenir o diabetes, além de melhorar o bem-estar e a qualidade de vida.

Exercícios são cruciais para qualquer pessoa que esteja tratando sua doença, tão necessários quanto medicamentos, e se tornam mais eficientes quando combinados com exercícios aeróbicos como corrida e natação e exercícios de musculação.

No entanto, é fundamental ter em mente que essas atividades devem ser dirigidas por um especialista e não realizadas sem orientação. O tratamento com insulina em conjunto com atividade física requer certos cuidados.

Quando o corpo começa a esgotar a glicose durante o exercício e se administra a insulina de forma inadequada, pode ocorrer hiperglicemia.

Dormir bem todas as noites

Um dos maiores reguladores do metabolismo é o sono. Pois, o corpo processa a maioria das informações e nutrientes que absorveu durante o dia quando estamos dormindo.

Por isso, um sono de qualidade à noite é essencial para evitar diversas doenças, inclusive a diabetes. Vale notar, no entanto, que ter uma boa noite de sono não significa dormir muito.

Um sono ideal seria equilibrado e estável, em torno de 8 horas por dia. Nada se ganha ao ficar uma noite inteira acordado e tentar compensar na próxima.

A verdade é que o sono perdido não pode ser recuperado e seus efeitos nocivos continuam a se acumular no corpo.

Controlar a pressão e o estresse

O estresse estimula a produção de hormônios que interrompem a regulação da insulina. Como resultado, o problema exacerba as respostas inflamatórias no corpo, o que ajuda a fazer com que a glicose se acumule na corrente sanguínea.

Quanto à pressão alta, ela está ligada ao diabetes de vários modos. Um desequilíbrio de açúcar no sangue torna as artérias mais enrijecidas, o que aumenta a pressão.

Além disso, o pâncreas deverá se esforçar mais para produzir insulina, o que acelera os batimentos cardíacos e sobrecarrega o coração.

Fazer exames de rotina

O acompanhamento médico é crucial para a manutenção geral da saúde. Os exames mais solicitados no caso específico do diabetes são os exames de glicemia e, se o diabetes já tiver sido diagnosticado, o exame de hemoglobina.

Por fim, o que você achou deste conteúdo? Foi útil para você? Não esqueça de compartilhá-lo com seus amigos que também sofrem com essa doença ou têm interesse em saber mais sobre o assunto!

Dor nos Ossos: Quais são as principais causas?

A dor nos ossos, por vezes confundida com dores articulares ou musculares, tem origem no tecido ósseo e tem um grave impacto na qualidade de vida das pessoas devido à sua intensidade e dificuldade em movimentar as áreas afetadas.

A dor pode surgir por uma série de motivos distintos, que vão desde um acidente até doenças graves, confundindo a pessoa que é acometida por ela. Para saber quais são as principais causas das dores nos ossos e como mantê-los mais saudáveis, basta continuar lendo este conteúdo!

 

Quais são as causas de dores nos ossos?

Os ossos são protegidos por uma fina membrana conhecida como periósteo. Essas estruturas corporais têm o potencial de degenerar porque os nervos estão presentes nelas, o que é uma das principais queixas das doenças musculoesqueléticas.

Qualquer pessoa, independente da idade, pode sentir dor nos ossos, embora os idosos, principalmente as mulheres, pareçam senti-la com mais frequência.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 20% a 33% da população mundial sofre de algum tipo de dor nos ossos que pode ser persistente ou recorrente e prejudicar o sono, as atividades diárias, a saúde mental, a vida profissional e pessoal.

Confira logo abaixo quais são as principais causas das dores nos ossos!

1. Traumas

Os traumas dos ossos às vezes passam despercebidos no momento em que ocorrem. Mas, eles se manifestam como dores nos ossos.

Esses traumas surgem como resultado de vários fatores. O mais comum entre eles é após uma pancada, que pode ocorrer após um acidente ou até mesmo uma tarefa doméstica.

Após o trauma, ele tem o potencial de causar dores que tendem a durar por dias ou se intensificar. O que pode sugerir uma lesão mais séria e necessitar de testes.

2. Fraturas

As fraturas nos ossos ocorrem após um forte impacto. E uma das principais razões para que isso aconteça é após um forte impacto como uma queda. Uma fratura é um trauma, só que mais grave porque pode trincar ou quebrar o osso.

E esse problema ainda pode ser sentido pelas pessoas dias depois de ocorrer, o que torna ainda mais grave o quadro.

O teste mais comum e prático para determinar se existe mesmo uma fratura óssea é o raio-X. Após o procedimento, o resultado é rápido e dá ao médico a certeza de que há uma lesão óssea.

3. Osteoporose

A osteoporose é outra causa comum de dor nos ossos. Resulta principalmente da diminuição da quantidade de vitamina D e cálcio na massa óssea, o que torna os ossos mais fracos e aumenta o risco de fraturas.

A osteoporose costuma ser mais prevalente em idosos e mulheres que estão na fase da menopausa. Porém, certas escolhas de estilo de vida, como sedentarismo, hábitos alimentares pouco saudáveis ​​e consumo de álcool, também podem contribuir para o desenvolvimento da osteoporose.

4. Osteomielite

A osteomielite é uma infecção bacteriana, fúngica ou viral dos ossos que pode afetar qualquer área do corpo. Juntamente com a dor, os sintomas também incluem febre, náusea, fadiga e uma área da pele com vermelhidão onde a doença acometeu.

Se diagnosticada nas primeiras quatro semanas, a condição é categorizada como osteomielite aguda, com potencial para evoluir para estado crítico se não identificada e tratada o quanto antes.

Aconselha-se procurar ajuda médica o mais rápido possível para iniciar o tratamento caso haja alguma suspeita da doença.

O periósteo é a membrana fica que protege os ossos e sua degeneração é um indício de doenas musculoesqueléticas, o que causa dores nos ossos

5. Câncer nos ossos

O termo “câncer nos ossos” é usado para se referir a um tipo de tumor que se desenvolve no tecido ósseo e pode causar dor nos ossos que pode ser pior à noite ou ao se movimentar.

Além disso, podem ocorrer inchaços nas articulações e aumento da fragilidade óssea, aumentando o risco de fraturas.

6. Leucemia

A leucemia é um tipo de câncer que se desenvolve na medula óssea. Junto com a dor nos ossos, a pessoa com leucemia também apresenta febre, aparente fadiga e ínguas no pescoço, virilha e axila.

Apesar desses sintomas, o mais famoso são as manchas vermelhas ou roxas na pele. É aconselhável procurar um médico se esses sintomas estiverem presentes, para confirmar as suspeitas e iniciar o tratamento.

É possível diagnosticar a doença com um hemograma completo, exames de sangue e de coagulação e análise bioquímica do sangue.

7. Metástases ósseas

A capacidade de um tumor de se espalhar por todo o corpo é conhecida como metástase, que tem sido associada ao desenvolvimento de tumores em vários órgãos e outras regiões do corpo, incluindo o osso.

Os sintomas de metástase óssea abrangem mais do que apenas a dor que acomete essas estruturas. Eles também podem incluir perda de peso rápida, fadiga excessiva, perda contínua de apetite e fraqueza no corpo.

8. Doença de Paget

A doença de Paget é uma condição rara que geralmente afeta o fêmur, a pelve, a tíbia e a clavícula. A doença resulta na destruição do tecido ósseo, que eventualmente se recupera, mas apresenta algumas falhas estruturais que prejudicam sua funcionalidade.

Essa deformação do osso pode torná-lo mais frágil e resultar em vários sintomas que tendem a variar conforme a parte do corpo afetada.

9. Fibromialgia

A fibromialgia é uma doença reumatológica que causa dor intensa e contínua em todos os músculos e articulações do corpo. Inúmeras vezes, a dor pode se tornar incapacitante e afetar todos os elementos da vida do paciente.

Embora não haja cura conhecida para esta doença, a fibromialgia pode ser tratada, e o diagnóstico precoce é o melhor meio de diminuir o sofrimento físico e psicológico de quem a sofre.

Para diagnosticar a doença, é realizada uma revisão do histórico médico do paciente e dos fatores de risco. Bem como um exame físico e possíveis exames de sangue para descartar outras doenças com sintomas parecidos.

10. Osteoartrite

A osteoartrite é um tipo de artrose capaz de deformar os ossos e suas articulações, além de causar dor, incapacidade e alta sensibilidade. Esta condição de saúde é crônica, mas é controlável com alguns medicamentos e evitando o trabalho manual repetitivo.

Uma pessoa pode ficar incapaz de mover as partes afetadas durante as crises de dor.

11. Anemia falciforme

A anemia falciforme é uma condição que dificulta que o sangue que nutre os órgãos chegue até eles. Como resultado, essa condição afeta a qualidade da massa e dos tecidos ósseos, e pode levá-los à morte.

Este quadro enfraquece muito os ossos, deixando-os menos rígidos e aumentando o risco de fraturas. A hereditariedade é uma das causas dessa doença.

 

O que é bom para aliviar dor nos ossos?

Uma dor nos ossos pode ter várias causas, portanto, o curso do tratamento dependerá do diagnóstico do médico. Sendo assim, apenas um especialista qualificado pode determinar o melhor tratamento para a situação, a dosagem adequada de remédio e a duração do tratamento.

O diagnóstico, que geralmente é feito por meio de radiografias ou ressonância magnética, é seguido por tratamento adaptado à causa subjacente da dor.

Por exemplo, em casos de infecção, medicamentos são administrados para aliviar a dor enquanto o processo inflamatório está sendo controlado. Alguns remédios caseiros também podem ser úteis para o alívio da dor, como o suco de couve.

Por ser rico em cálcio, que não só fortalece os ossos, mas também ajuda a diminuir a dor e a cicatrizar fraturas mais rápido, o suco de couve é um fantástico tratamento para a dor nos ossos.

Tende a ser recomendado em casos de:

  • Artrite;
  • Artrose;
  • Osteoporose;
  • Reumatismo;
  • Doença de Paget.

Essa receita também é útil para quem pratica esportes e crianças que ainda estão na fase de desenvolvimento ósseo. Para preparar o suco de couve, você irá precisar de:

  • 2 maçãs;
  • 2 folhas de couve;
  • Suco de 1 laranja ou 1 copo de água.

Para preparar, primeiro lave todos os ingredientes e corte-os em pedaços pequenos. Lembre-se de retirar as sementes da maçã e depois adicionar cada um dos ingredientes no liquidificador ou no mixer e bater tudo.

O ideal é ingerir este suco, no mínimo, 2 vezes ao dia.

 

Quais são os sintomas de dor nos ossos?

Entre os principais sintomas de dores nos ossos, é possível destacar os seguintes:

1. Dor

O sinal mais óbvio de que há um problema com os ossos é a presença de dor persistente, às vezes até enquanto você dorme. As dores nos ossos e articulações podem ser um indício de:

  • Osteoporose;
  • Artrite reumatoide;
  • Fibromialgia;
  • Artrose;
  • Até tumores ósseos.

Se for esse o caso, não há mais nada a fazer a não ser procurar assistência médica o mais rápido possível.

2. Inchaço

Inchaço em certos pontos, principalmente nas articulações das mãos, pés e joelhos, também pode ser um sinal de um problema ósseo. Assim como a dor, a presença de inchaço pode ter várias causas, desde uma lesão relacionada ao esporte até doenças como artrite e artrose, ou pode até ser um tumor ósseo.

Evite ignorar esses sintomas e procure ajuda médica o quanto antes se o inchaço não melhorar mesmo após o repouso e for acompanhado de calor e vermelhidão.

3. Dormência

Uma pequena sensação de dormência ou formigamento nas articulações das mãos, pés e pernas pode ser devido a postura inadequada e geralmente passa por conta própria.

Por outro lado, se o problema persistir por vários dias, pode indicar algo mais sério. Algumas doenças, como a artrite reumatoide, causam esse tipo de sintoma e exigem avaliação médica.

Tem também casos mais graves, como os de tumores nos ossos, que causam dormência e formigamento devido à pressão exercida sobre os nervos.

4. Unhas fracas

Unhas que quebram facilmente servem de alerta para os ossos fracos. Isso ocorre porque essa condição indica baixos níveis de cálcio e colágeno, tanto na estrutura esquelética quanto em suas unhas.

Além disso, procure ajuda médica se você notar outros sintomas de deficiência de cálcio, como:

  • Espasmos;
  • Câimbras;
  • Formigamento;
  • Problemas frequentes nos dentes.

5. Rigidez articular

Depois de passar muito tempo em uma posição, você pode sentir uma leve dificuldade em se mover. Essa dificuldade deve desaparecer à medida que você se move.

No entanto, há casos em que a rigidez articular pode indicar problemas ósseos que exigem uma análise mais aprofundada. A rigidez que restringe total ou parcialmente o movimento é um dos sintomas de doenças como:

  • Artrite reumatoide;
  • Artrose;
  • Fibromialgia.

 

Como manter a saúde dos ossos?

Para manter a saúde dos ossos, e não sentir dor, é importante cultivar bons hábitos de vidaAgora que você já sabe quais são as principais causas das dores nos ossos e quais são os sintomas, confira logo abaixo algumas dicas para manter a saúde óssea em dia e evitar esses problemas que podem prejudicar sua qualidade de vida!

Procure ingerir alimentos fontes de cálcio

Embora as principais fontes desse mineral sejam os laticínios, existem outros alimentos, como o suco de laranja, que também é uma boa fonte de cálcio. Outros minerais essenciais para a saúde dos ossos, como fósforo e magnésio, são encontrados em frutas, vegetais e grãos.

Garanta a absorção de vitamina D

A vitamina D tem um papel essencial na absorção de cálcio do corpo e na saúde óssea. Apesar de ser obtida através de alguns alimentos, como gema de ovo, peixe de água salgada e fígado, a exposição à luz solar é a principal fonte de produção dessa vitamina.

Não fume

As mulheres que fumam possuem níveis inferiores de estrogênio em comparação com as mulheres que não fumam, o que faz com que muitas vezes entrem na menopausa mais cedo.

Além disso, quem fuma tende a absorver menos cálcio do que os não fumantes.

Modere o consumo de bebidas alcoólicas

Mesmo em mulheres e homens, o consumo regular de álcool pode prejudicar os ossos. Devido à sua má nutrição e maior risco de queda, aqueles que consomem grandes quantidades de álcool são mais suscetíveis à perda óssea e fratura.

Pratique exercícios físicos regulares

Semelhante ao músculo, o esqueleto é um tecido vivo que reage ao exercício tornando-o mais forte. Os exercícios de sustentação do peso são melhores para os ossos, pois os fazem trabalhar contra a gravidade, tais como:

  • Musculação;
  • Caminhada;
  • Corrida;
  • Tênis;
  • Dança.

Por fim, o que você achou deste conteúdo? Foi útil para você? Não esqueça de compartilhá-lo com os seus amigos, para que eles saibam quais são as causas da dor nos ossos e como se prevenir!

5 transtornos psicológicos em crianças mais comuns (e como tratá-los)

Apesar de ser mais aparente em adultos, crianças também sofrem bastante com os transtornos psicológicos. Muitas vezes, os responsáveis podem ter uma certa dificuldade de saber identificar quais são esses transtornos.

É muito importante que os responsáveis estejam atentos ao comportamento das crianças a fim de que descubram qualquer atividade fora do comum e possam tratá-las rápido.

Ter um cuidado com a saúde psicológica da criança é tão importante quanto cuidar de sua saúde física. Afinal, a cabeça é nosso centro de controles.

Uma vez que ela esteja desordenada, todo o corpo pode adoecer por isso. Então, para que você fique atento a isso, continue lendo este conteúdo.

 

Quais os transtornos mais comuns em crianças?

As crianças, como estão ainda no processo de desenvolvimento, acabam não tendo um controle total de suas emoções e funções cognitivas

As crianças, como estão ainda no processo de desenvolvimento, acabam não tendo um controle total de suas emoções e funções cognitivas. 

Por isso, quando possuem algum transtorno psicológico, isso acaba refletindo de maneira muito diferente do que seria com um adulto. Abaixo, separamos alguns dos principais tipos de transtornos que acontecem com as crianças para que você conheça e preste atenção aos sinais.

1. Depressão

A depressão é um distúrbio que afeta o humor e que pode acontecer com pessoas de qualquer idade. Nas crianças, a depressão se manifesta por meio de uma tristeza excessiva, isolamento das pessoas, medo de separação dos responsáveis e uma falta de energia em geral.

É importante se manter atento quanto a isso para que a depressão não avance e gere problemas piores. Ao notar que sinais como esses são frequentes, inicie uma consulta com terapeuta especializado em transtornos psicológicos infantis.

2. Ansiedade

A ansiedade é um problema que pode iniciar na infância e, se não tratado, pode ser levado para a vida adulta, atrapalhando várias etapas e situações da vida daquela pessoa.

A ansiedade infantil acaba interferindo nas brincadeiras com os colegas, atrapalha no rendimento escolar e até na convivência em família. Uma característica muito ruim da ansiedade é que ela gera medos irracionais.

Esses medos podem acabar desencadeando fobias, crises de choro e um excesso de birra que os pais podem considerar como um drama.

Acaba sendo um transtorno de difícil identificação principalmente porque muitos responsáveis acreditam que essas características se tratam de uma fase que a criança está passando.

3. Transtorno disruptivo da desregulação do humor

A criança que desenvolveu esse transtorno, passa muito rapidamente de um humor a outro. Podem ter ataques de irritação por um longo período, podendo ficar descontrolados em certos momentos.

Os choros e as raivas que acontecem ao longo do dia a dia da criança, acabam sendo demonstrados de uma maneira muito mais intensa do que a situação condiz.

Crianças com esse transtorno facilmente possuem diagnósticos como bipolares. Geralmente, o transtorno acontece entre os seis aos dez anos. Por isso, toda atenção é fundamental nesses casos.

4. Transtorno de déficit de atenção

O TDAH como é conhecido, é um transtorno que causa hiperatividade e falta de concentração nas crianças. Portanto, a maioria tende a responder com impulsividade, não conseguindo esperar sua vez e cometendo diversos erros por falta de atenção.

Uma pessoa fundamental no processo de diagnóstico da criança é o professor, já que o aluno passa a maior parte do seu tempo na escola e ainda realiza diversas atividades que precisam de foco.

O professor, ao notar uma queda ou baixa de desempenho do aluno, pode comunicar aos pais para que eles tenham a iniciativa de marcar uma consulta com um psiquiatra, para que ele identifique essas situações.

5. Transtorno do espectro autista (TEA)

O autismo é um dos transtornos psicológicos que mais se vê no diagnóstico infantil. Ele quase sempre acaba sendo detectado antes dos três anos e a maior característica do transtorno é interferir nas questões de:

  • Linguagem;
  • Aprendizado;
  • Comunicação;
  • Aptidão social;
  • Dentre outros.

Uma criança autista faz a comunicação de uma maneira inesperada, ou não a faz de maneira nenhuma. Além disso, seus interesses são bem peculiares e cria um sistema de regras próprias para seu comportamento, os quais seguem rigorosamente em sua rotina.

 

Como saber se meu filho tem problema psicológico?

A principal maneira de saber se a criança tem algum tipo de transtorno é observar seu comportamento e realizar consultas de rotina com o pediatra

 

A principal maneira de saber se a criança tem algum tipo de transtorno é observar seu comportamento e realizar consultas de rotina com o pediatra relatando o dia a dia da criança.

Se ao notar uma diferença, isso for passado para o pediatra, o mesmo fará um encaminhamento para um especialista de transtornos psicológicos infantis, para que se possa avaliar melhor se tal comportamento é ou não característico de alguma patologia.

É muito importante que os pais se atentem a cada movimento e evolução da criança, pois assim, as chances de tratamento são mais altas e o controle do transtorno pode ser realizado com uma boa taxa de sucesso.

Além disso, realizar acompanhamento psicológico na criança através desse profissional é fundamental para que ele note pontos a serem estudados.

Papel do psicólogo

Apesar da maioria das pessoas terem a iniciativa de colocar a criança no psicólogo só depois de um trauma ter sido gerado, o acompanhamento com esse profissional antes mesmo que um trauma aconteça é muito bom para o desenvolvimento infantil.

O psicólogo tem um papel fundamental de compreender certos pontos e direcionar a criança a um caminho mais saudável por meio de suas análises.

Existem muitos outros tipos de problemas psicológicos infantis. Porém, esses são os que mais costumam aparecer nas crianças. Antes de mais nada, os problemas psicológicos não são “coisa de gente doida” como muitas pessoas espalham por aí.

Esses são problemas sérios que podem acometer qualquer pessoa. Acesso Saúde conta com uma equipe especializada de médicos que prestam total apoio aos pais e as crianças principalmente em seus tratamentos.

A saúde mental é algo a se levar a sério e em todas as fases ela precisa de um cuidado especial. Por essa razão, existem diversas campanhas ao longo do ano como o Janeiro Branco.

Ela tem como objetivo, chamar a atenção das pessoas para questões fundamentais que possuem relação com a saúde mental e emocional das pessoas.

 

Conclusão

Vimos então que esse assunto não é brincadeira e precisa ser tratado com respeito e seriedade. Todo suporte necessário para o diagnóstico da criança e seu tratamento são fundamentais para que sua saúde e desenvolvimento sejam os melhores possíveis.

Conte aqui então se este conteúdo te ajudou de alguma forma e compartilhe este conteúdo com pessoas que você acha que irão precisar lê-lo.

 

Como respirar melhor! Veja 5 Doenças respiratórias mais comuns!

As doenças respiratórias estão ligadas às causas mais comuns de morte no mundo. Por essa razão, é crucial estar consciente de seus riscos e características únicas.

Enquanto algumas doenças têm tratamentos simples, outras podem ser crônicas e exigir monitoramento de longo prazo, que em alguns casos pode durar pelo resto da vida da pessoa.

Continue lendo este conteúdo para saber quais são as principais doenças respiratórias e quais os tratamentos!

 

Quais doenças respiratórias são mais comuns?

Como o nome sugere, as doenças respiratórias são aquelas que afetam as estruturas e órgãos que compõe o sistema respiratório, o que inclui:

  • Faringe;
  • Brônquios;
  • Vias nasais;
  • Laringe;
  • Diafragma;
  • Traqueia;
  • Pulmões;
  • Alvéolos.

Em linhas gerais, essas doenças causam irritação e inflamação no sistema respiratório. A obstrução das vias nasais também é comum, tornando a respiração completa mais difícil.

Confira logo abaixo quais são as doenças respiratórias mais comuns!

As doenças respiratórias são aquelas que afetam as estruturas e órgãos que compõe o sistema respiratório

1. Asma

Essa doença afeta pessoas de todas as idades, porém, é mais prevalente em crianças. O quadro inflamatório das vias aéreas é uma inflamação crônica dos brônquios, os quais ficam comprimidos e reduzem a passagem de ar.

Os sintomas mais comuns são:

  • Dificuldade para respirar;
  • Tosses frequentes;
  • Chiado e dor de peito.

Essa doença não tem cura, mas pode ser tratada com o uso de medicamentos que provoquem uma broncodilatação, uma espécie de desobstrução das vias respiratórias.

2. Bronquite

Essa inflamação afeta os pulmões e pode ser causada por bactérias ou vírus, e pode ser tratada. Quando os bronquíolos estão inflamados, mais muco é produzido, e vale lembrar que há dois tipos de bronquite: crônica e aguda.

Crônica

É caracterizada por um excesso de muco secretado pelos brônquios e pode ocorrer a qualquer momento durante a vida de uma pessoa. As crises não desaparecem e podem piorar na parte da manhã.

Aguda

É causada por bactérias ou vírus e se manifesta rapidamente, com crises pequenas. Os sintomas incluem:

  • Mal-estar;
  • Dor de estômago;
  • Tosse;
  • Secreção de muco.

As principais causas da bronquite são hábitos de fumar e exposição à fumaça. O tratamento envolve o uso de um soro fisiológico, bem como umidificadores de ar e anti-inflamatórios.

3. Sinusite

É uma doença inflamatória que acomete as cavidades que estão presentes ao redor do nariz. Essas cavidades devem ser ventiladas, mas devido à obstrução desses canais, a maior parte do muco que deveria ser liberado pelo nariz, se acumula.

Como resultado, a mucosa fica inchada, ocorrendo a inflamação dos seios nasais. As causas mais comuns são:

  • Gripes e resfriados;
  • Processos alérgicos;
  • Desvio de septo;
  • Mas também pode ser uma doença crônica.

O tratamento consiste em analgésicos, antibióticos, descongestionantes nasais, entre outros.

4. Rinite

Ela é definida por uma resposta anormal do corpo a elementos não agressivos como pelo de animais, pólen ou poeira. Essa alergia causa obstrução nasal, coriza, espirros e coceiras no nariz.

Para evitar crises, o ideal é manter o ambiente sempre arejado e limpo, evitar tapetes e carpetes e usar produtos antialérgicos. O tratamento envolve o uso de medicamentos, bem como imunoterapia.

5. Pneumonia

Devido à baixa imunidade, afeta principalmente os idosos, crianças e pessoas que têm outras doenças. Pode ser causada por fungos, vírus ou bactérias que afetam as vias aéreas dos pulmões e causam infecção.

Os sintomas mais comuns são:

  • Febre;
  • Tosse;
  • Calafrios;
  • Dor no tórax;
  • Falta de oxigênio.

Antibióticos são usados no tratamento. Quando um caso é mais grave, a internação pode ser necessária, especialmente para crianças e idosos.

 

 

Quais são as principais causas das doenças respiratórias?

As doenças respiratórias podem ser decorrentes de fatores externos, por hábitos ou até mesmo pela genética da pessoaAs doenças respiratórias podem ser decorrentes de fatores externos, por hábitos ou até mesmo pela genética da pessoa. Veja logo a seguir quais são as principais causas:

  • Poluição: com ênfase especial no monóxido e dióxido de carbono presente no ar, que favorece patologias pulmonares;
  • Infecções por vírus: causam inflamação dos bronquíolos, pulmões e passagens respiratórias, resultando em rinites, sinusite e pneumonia, entre outras doenças;
  • Fungos: suspensos no ar, ainda mais em ambientes fechados, são extremamente alérgicos, sendo ligados à asma, pneumonia, bronquite e rinite;
  • Má circulação de ar: além de fungos, bactérias e outros agentes alérgicos se acumulam em áreas muito fechadas;
  • Medicamentos: Algumas substâncias usadas para tratar outras doenças podem provocar reações alérgicas que afetam os pulmões e as vias respiratórias;
  • Outros produtos químicos: como produtos de limpeza e desinfetantes, podem causar reações alérgicas ou asmáticas;
  • Ácaros: Estes são pequenos aracnídeos que se acumulam em tapetes, colchões e pelúcias, sendo invisíveis a olho nu. Eles podem causar reações alérgicas em pessoas que são sensíveis a eles;
  • Tabagismo: O cigarro contém centenas de substâncias nocivas que irritam o sistema respiratório e promovem a disseminação de doenças na região;
  • Má alimentação e falta de hidratação: são fatores que enfraquecem o corpo e facilitam a ação de bactérias ou vírus;
  • Animais de estimação: pelos de cachorros e gatos geralmente causam alergias em pessoas mais sensíveis;
  • Tempo seco: causa difícil de respiração e, até, favorece a proliferação de bactérias;
  • Outras doenças: certas doenças em outras partes do corpo podem afetar o sistema respiratório, causando problemas nessa área;
  • Fatores genéticos: algumas doenças respiratórias são herdadas e podem ser transmitidas por gerações da família.

Quais são os tipos de doenças respiratórias?

As doenças respiratórias se dividem conforme o tempo de duração. Elas podem ser:

  • Agudas: aqueles que se ​​manifestam rapidamente, necessitam um tratamento curto e podem ser curados em apenas três meses, no máximo;
  • Crônicas: começam lentamente, requerem medicações e tratamentos de longo prazo e podem durar por mais três meses (podendo durar por toda vida).

Como detectar as doenças mais comuns?

Durante a consulta inicial, o médico conduzirá uma investigação clínica, isso inclui uma revisão dos hábitos e histórico do paciente. O médico verificará se:

  • Algum outro membro da família tem problemas respiratórios;
  • O paciente fuma;
  • Teve episódios anteriores de problemas respiratórios ou sintomas;
  • Tem tosse persistente;
  • Já tomou broncodilatador;
  • Entre outros.

Após este exame inicial, alguns laboratórios, testes físicos e exames de imagem são necessários para confirmar o diagnóstico e determinar a gravidade da possível patologia.

Os tipos de solicitações mais comuns são:

  • Teste de função pulmonar;
  • Broncoscopia;
  • Raio-X do peito;
  • Cultura de microrganismos de secreções;
  • Testes alérgicos;
  • Tomografia;
  • Ultrassonografia para detecção de fluidos;
  • Espirometria;
  • Biópsia do pulmão;
  • Polissonografia.

Quais são as melhores opções de tratamento?

Há uma série de possíveis tratamentos de saúde para doenças respiratórias. Como cada caso tem características únicas, a intervenção se baseia no diagnóstico, na condição física do paciente e na gravidade da doença.

Dessa forma, é necessária orientação médica para o uso adequado de medicamentos e métodos de tratamento. Eles podem incluir:

  • Inalação com oxigênio e soro fisiológico;
  • Fisioterapia respiratória;
  • Ventilação líquida e mecânica;
  • Vacinação;
  • Radioterapia;
  • Intervenção cirúrgica para casos mais graves.

Por fim, o que você achou deste conteúdo? Foi útil pra você? Não esqueça de compartilhar com os seus amigos!

Hipertensão: 3 perigos que a doença traz e como tratar!

A pressão alta, geralmente conhecida como hipertensão, afeta cerca de 30% da população adulta no Brasil, acima dos 60 anos de vida, este indicador supera 50%. No entanto, a maioria dessas pessoas desconhece sua condição ou, devido ao caráter assintomático do distúrbio, não procura tratamento para controlá-la.

De acordo com o Ministério da Saúde, episódios de infarto entre adultos com 30 anos ou mais aumentaram 13% desde 2013. Estresse repentino, que acredita-se ser a causa de cerca de 15% dos casos de infarto por causa do fechamento de uma artéria coronária, não “seleciona” idade.

Continue lendo este conteúdo para entender melhor sobre o que é essa doença e quais são os perigos que ela traz!

 

O que é hipertensão arterial?

Tontura, falta de ar e dor de cabeça: é provável que você já tenha ouvido alguém ligar esses sintomas à pressão alta. Sim, eles poderiam ser vinculados ao quadro de alguma maneira.

No entanto, na grande maioria dos casos, uma pessoa que sofre de pressão alta não apresenta sintomas de doença cardíaca ou outros indícios que causam a condição.

E esse é o maior perigo da doença, se ela não estiver sob controle, ela pode diminuir suas expectativas de vida. A hipertensão arterial, muitas vezes conhecida como pressão alta, é uma doença grave que está se tornando mais prevalente na vida das pessoas.

De acordo com o Ministério da Saúde, esta doença afeta um em cada quatro brasileiros. Apesar de ser em grande parte silenciosa, a hipertensão arterial é uma das principais causas de morte no Brasil.

Ela aumenta o risco de infartos, acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e insuficiência cardíaca. Dessa forma, a hipertensão arterial está vinculada às principais causas de morte no Brasil, e também outros problemas graves que prejudicam a qualidade de vida, como insuficiência renal e aneurisma cerebral.

Por essa razão, preveni-la é crucial.

Como a hipertensão arterial acontece?

O sangue exerce uma força nas paredes dos vasos pelos quais passa. Essa força é conhecida como pressão arterial, e as artérias, por outro lado, fornecem resistência ao fluxo de sangue.

O “duelo” entre essas duas forças determina a pressão do sangue. A pressão arterial ideal é 120 mmHg para pressão máxima e 80 mmHg para pressão mínima.

Ele é referido como 12/8 por profissionais de saúde (doze por oito). No entanto, nem todos podem manter esse estado recomendado e, mesmo assim, vivem em paz.

Porém, para evitar comprometer a saúde, a pressão arterial não deve exceder 135/85 mmHg.

Na maioria das pessoas, a pressão arterial excede esses níveis normais em grande parte do tempo. Dessa forma, se a leitura for predominantemente igual ou superior a 14/9 ou 140 x 90 mmHg, o paciente é diagnosticado como hipertenso.

Quando a pressão do sangue está bem alta, as artérias pelas quais o sangue passa são agredidas. Como resultado, elas ficam mais rígidas e abrasivas.

Isso faz com que a circulação seja dificultada e o estreitamento facilita o acúmulo de Gorduras e placas que podem causar a obstrução das veias e artérias.

Como uma pessoa pode ser diagnosticada como hipertensa?

O diagnóstico da hipertensão arterial é feito usando um dispositivo chamado esfigmomanômetro para medir a pressão do sangue. A boa notícia é que este é um aparelho muito acessível e é possível encontrar profissionais treinados para aferir a pressão em farmácias, postos de saúde, clínicas e hospitais.

É um procedimento comum e crucial para pessoas com hipertensão, que precisam manter sua pressão sob controle.

Para medir a pressão de forma adequada, é preciso tomar as seguintes medidas:

  • Ao fazer a aferição, não pratique nenhuma atividade física até 1 hora antes do processo;
  • Esvazie a bexiga;
  • Não fume ou consuma bebidas alcoólicas por pelo menos 30 minutos antes;
  • Esteja em repouso.

Após seguir estas etapas, é hora de fazer a aferição da pressão:

  • Sente-se e mantenha a coluna ereta;
  • Coloque a braçadeira do medidor no braço esquerdo, três dedos acima da dobra do cotovelo;
  • Relaxe o braço com a palma da mão voltada para cima em uma superfície que o eleve ao nível do coração;
  • O medidor de pressão começará a inflar a braçadeira assim que ele for ligado;
  • Mantenha uma postura relaxada e espere que o medidor exiba o resultado.

Não se esqueça que números até 120 por 80 (ou 12 por 8) são considerados normais. Se o resultado for maior que este, é necessário buscar por ajuda médica. Uma forma silenciosa de hipertensão arterial pode se desenvolver durante um longo período de tempo.

No entanto, há alguns sinais de aviso que devem levar uma pessoa a procurar atendimento médico, para avaliar as condições gerais de saúde e, após um exame clínico completo, poderá fazer um diagnóstico

Os principais sintomas de hipertensão são:

  • Dores de cabeça;
  • Tontura;
  • Dores no peito;
  • Zumbido no ouvido;
  • Falta de ar;
  • Visão turva ou borrada.

 

Quais são os perigos da pressão alta?

Os principais riscos da pressão alta são infarto e acidente cerebral vascular, uma vez que está ligado a um aumento na pressão do sangue nos vasos.A hipertensão piora quadros de infarto, AVC (Acidente Vascular Cerebral), aneurisma arterial e insuficiência renal. Os principais riscos são infarto e acidente cerebral vascular, uma vez que está ligado a um aumento na pressão do sangue nos vasos.

Confira logo abaixo os principais riscos que a pressão alta pode provocar!

1. Infarto agudo do miocárdio

Quando uma pessoa tem hipertensão, a entrada para o sangue se ​​torna muito mais obstruída. Como consequência, o primeiro órgão a sofrer dano é o coração, que para distribuir sangue por todo o corpo faz muito mais esforço do que o normal.

Além disso, à medida que os vasos sanguíneos se tornam estreitos, eles acumulam gordura mais facilmente. Torna-se mais fácil à formação de coágulos, que podem entupir as artérias. Se essa obstrução impedir o sangue de fluir para o coração, a pessoa terá um infarto.

Em alguns casos, o coágulo se separa das artérias e viaja pelo sistema circulatório. Ele pode parar em qualquer vaso do corpo, mas seu destino mais comum é o cérebro.

O que faz com que ele obstrua o fluxo sanguíneo neste órgão, resultando em um acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como derrame. Como o coração realiza um maior esforço para bombear o sangue, ele começa a se enfraquecer.

Por esse motivo, a hipertensão arterial é uma das causas mais comuns de insuficiência cardíaca, que é a incapacidade do coração de desempenhar suas funções com a mesma força e eficiência

O infarto é um ataque cardíaco que se caracteriza por um bloqueio do fluxo de sangue no coração. Isso impede que os músculos funcionem corretamente, o que pode resultar em danos irreversíveis ou morte.

A hipertensão pode causar danos aos tecidos do coração ou nos vasos sanguíneos, resultando em um infarto agudo do miocárdio.

2. Acidente vascular cerebral (AVC)

O AVC é causado por uma interrupção ou redução no volume de sangue que flui para o cérebro, fazendo as células pararem de consumir nutrientes e oxigênio.

Uma ruptura de um vaso sanguíneo no cérebro também pode causar um acidente vascular, resultando em uma hemorragia cerebral. Problemas nos vasos de sangue causados pela hipertensão aumentam o risco de AVC.

Mesmo que uma pessoa não desenvolva um AVC, a hipertensão causará uma quantidade de danos encefálicos. Vasinhos que são bastante estreitos ficam obstruídos, e há também pequenas hemorragias.

Esses eventos, por mais imperceptíveis, destroem neurônios (células do sistema nervoso). Este quadro, também conhecido como demência vascular, causa perda de memória e outras deficiências cognitivas.

3. Insuficiente renal

Outra perigosa consequência da hipertensão arterial é o desenvolvimento de lesões nas artérias dos rins. Em decorrência desse tipo de agressão, os rins gradualmente perdem sua habilidade de filtrar sangue.

Como resultado, pressão alta aumenta o risco de insuficiência renal e a pessoa precisará se submeter a procedimentos como hemodiálise ou transplante de rins.

 

O que pode causar hipertensão?

Há uma variedade de causas para hipertensão arterial, algumas das quais são naturais e outras ligadas ao estilo de vida e hábitos. Confira logo abaixo mais sobre as principais causas da pressão alta.

Hereditariedade

Segundo o Ministério da Saúde, 90% dos casos de hipertensão são hereditários, em outras palavras, é uma condição genética. Logo, qualquer pessoa com pais hipertensos ou parentes próximos deve ter cuidado, pois pode haver pré-condições para que a doença se desenvolva.

Má alimentação

O consumo excessivo de sal, bebidas alcoólicas e consumo de alimentos que prejudicam a regulação do colesterol, como alimentos ultraprocessados ​​e frituras, são os principais fatores que podem levar à hipertensão.

E vale lembrar que uma má alimentação tende a aumentar os riscos de obesidade, outro fator que tem relação com a pressão alta.

Falta de atividade física

A falta de atividade física também pode contribuir para o desenvolvimento de hipertensão, visto que o exercício ajuda a manter o coração funcionando adequadamente e auxilia no controle de peso, prevenindo a obesidade.

Estresse

O estresse é um dos fatores de risco para doenças cardiovasculares, tendo em vista que ajuda a interromper a atividade cardíaca, o que pode levar à hipertensão ao longo do tempo.

Assim como é fundamental manter um corpo saudável, a mente deve ser protegida para que fatores emocionais não contribuam para o surgimento de doenças.

Meditação, caminhada ou a prática de outras atividades relaxantes pode ser benéfica em controlar o estresse ao longo do tempo e reduzir o risco de pressão alta.

 

Qual o tratamento para pressão alta?

Apesar do fato de não haver cura para hipertensão, na vasta maioria dos casos, ela pode ser controlada com medicamentos e adoção de hábitos saudáveisApesar do fato de não haver cura para hipertensão, na vasta maioria dos casos, ela pode ser controlada com medicamentos e adoção de hábitos saudáveis. Na grande maioria dos casos, uma mudança no estilo de vida é o bastante para resolver o problema.

A adoção de hábitos saudáveis ​​pode desativar genes que promovem o desenvolvimento de pressão alta, livrando a pessoa de todas essas consequências.

Há certos tipos de medicamentos disponíveis que ajudam a regular a pressão alta. É vital observar que eles não resolvem a raiz do problema.

Quando uma pessoa escolhe este curso de tratamento, ela deverá tomar a medicação pelo resto da sua vida. E cada remédio tem efeitos colaterais que podem resultar em uma variedade de desconfortos e transtornos.

Como evitar a pressão arterial?

Felizmente, há outros meios para tratar hipertensão arterial e até mesmo evitar o seu surgimento. Um destes, chamado Medicina do Estilo de Vida, emprega oito remédios naturais — às vezes conhecidos como fatores promotores da saúde — para tratar as causas da doença.

Esses princípios permitem que as pessoas não apenas controlem certas doenças, mas também vivam mais e melhor. Também há alimentos que ajudam a reduzir a pressão alta.

Por exemplo, alho e cebola são conhecidos por seu efeito hipertensivo. E alguns alimentos são benéficos para pessoas hipertensas, tais como:

  • Aipo;
  • Aveia;
  • Linhaça;
  • Sementes;
  • Alcachofra.

Vale observar que não há alimentos ou chás que fazem milagres. A redução da pressão arterial com a ajuda de recursos naturais ocorre como resultado de uma mudança no estilo de vida que inclui uma variedade de fatores.

Confira logo abaixo quais são os hábitos saudáveis que você pode praticar para reduzir e até mesmo evitar a hipertensão:

  • Medir a pressão regularmente;
  • Manter um regime de alimentação saudável;
  • Preferir alimentos cozidos, assados, grelhados ou refogados;
  • Optar por frutas, verduras, legumes e produtos lácteos;
  • Evitar açúcar, gordura, embutidos e alimentos processados como fritos, alimentos industrializados e enlatados;
  • Diminuir a sua ingestão de sal. Para evitar tentações, não adicione sal à sua comida depois de cozinhar e não deixe o saleiro na mesa;
  • Praticar atividades físicas;
  • Caminhar mais e adotar medidas simples, como trocar o elevador pela escada;
  • Reduzir o consumo de álcool;
  • Não fumar;
  • Caso estiver usando algum medicamento, siga as instruções do seu médico e não pare de tomá-lo;
  • Tente manter o seu estresse sob controle. Uma atitude mais calma em relação aos problemas o ajudará a viver uma vida mais saudável, mais longa e mais feliz.

 

Conclusão

Como você pôde ver neste conteúdo, a hipertensão é uma das doenças que mais acomete brasileiros que, na maioria das vezes, nem sabem que portam essa condição, até ser tarde demais.

Por essa razão é importante manter um estilo de vida mais saudável, para evitar que a doença piore. E você, o que achou deste conteúdo? Não esqueça de compartilhar com os amigos!

De pintas à feridas: 4 sintomas do câncer de pele | CUIDADO!

Identificar os sintomas do câncer de pele pode não ser tão simples quanto se pensa. Isso porque é necessário que haja uma avaliação da pinta ou da mancha para que se saiba se há sinais que batam com as características de câncer.

Em geral, o câncer de pele não provoca nenhum sintoma importante que vá causar incômodo até que as lesões acabem se agravando, fazendo com que haja coceira, sangramento e dor no local.

Porém, antes mesmo que cheguem a esse ponto é possível que ele seja descoberto e o tratamento aconteça. Para isso, é preciso ficar atento aos sinais que o corpo emite.

Quer saber que sinais são esses? Então continue lendo este conteúdo.

Quais são os sintomas do câncer de pele?

Quando se trata de câncer de pele, podem existir vários que afetem o ser humano. Os principais são o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma maligno.

Esses tipos de câncer acontecem por conta do crescimento descontrolado e fora do comum de vários tipos de células que vão compondo as camadas da pele e podem se dividir em categorias diferentes. São elas:

  • Câncer de pele não-melanoma: mais fáceis de tratar e com maiores chances de cura;
  • Câncer de pele melanoma: mais perigoso e com chances baixas de cura principalmente se forem identificados depois de muito tempo;
  • Sarcomas de pele: podem aparecer em várias regiões, o que gera um tratamento específico de acordo com cada tipo.

Ao notar o aparecimento de pinta ou mancha e o crescimento acelerado da mesma, procure um médico para investigar o local. Em geral, é preciso ficar atento a quatro coisas:

  1. Assimetria da lesão: se a lesão é muito diferente da outra parte pode ser um indício de câncer;
  2. Borda irregular: quando o contorno do sinal, pinta ou mancha não é liso;
  3. Cor: se o local apresenta diferentes tons;
  4. Diâmetro: se ele for maior que 6mm de diâmetro;

Ao notar a junção desses fatores, é bom procurar um dermatologista para que ele averigue de perto e indique a melhor alternativa para tratamento.

O melhor modo que você tem de identificar alguma mudança que tenha acontecido na pele, é fazendo uma observação no corpo todo, literalmente da cabeça aos pés.

Procure por sinais, manchas ou qualquer pinta irregular e com tamanho, cor ou forma diferente do que seria uma pinta normal. Feridas que não cicatrizaram em mais de 1 mês também são um bom indicativo.

Fotografar os locais suspeitos e ir acompanhando para ver se evoluem durante um certo tempo também pode ajudar você a avaliar a situação.

Como surge o câncer de pele?

O câncer de pele aparece quando uma célula sofre alteração no seu núcleo. Assim, acaba ocorrendo uma mudança que pode gerar uma multiplicação dessa célula.

É dessa maneira que surge o câncer de pele. A partir do acúmulo de novas células alteradas, acaba-se formando o tumor. A principal fonte causadora do câncer de pele é a exposição à luz solar.

Isso porque os raios ultravioleta podem causar alterações genéticas na pele por conta de sua radiação. Por essa razão é que o uso de filtro solar e outros acessórios é recomendado para que se evite essa exposição direta.

Como é uma pinta de câncer?

Saiba aqui quais as características do câncer de pele e como tratar

As pintas de câncer geralmente são bem diferentes das pintas comuns. Apresentam formatos diferentes, cores fora do padrão e características específicas. Abaixo, colocaremos quais são os tipos de câncer de pele mais comuns.

1. Carcinoma basocelular

Um dos cânceres menos graves e o mais recorrente. Cerca de 95% dos casos correspondem a ele. Surge na camada mais funda da pele deixando sua aparência  rosada e brilhante.

Cresce de modo devagar e pode apresentar uma crosta no centro da mancha podendo sangrar mais facilmente. Aparece mais em pessoas de pele clara e após os 40 anos.

Aparecem quase sempre em regiões de muita exposição solar. O tratamento é feito por meio de uma pequena cirurgia ou aplicação de laser para retirada da mancha.

2. Carcinoma espinocelular

Segundo tipo mais comum e surge nas células escamosas que ficam mais na superfície da pele. Costuma aparecer mais em homens do que em mulheres, principalmente em pessoas de pele mais clara.

Seu sintoma é a presença de um caroço avermelhado ou machucado que descama e forma uma casquinha. O tratamento acontece por meio de aplicação de frio, cirurgia ou radioterapia.

3. Carcinoma de Merkel

Esse é um dos tipos de câncer mais raros que existem. Acontece geralmente em pessoas mais velhas ou quem tem o sistema imunológico baixo.

Dentre os sintomas do câncer de pele, o carcinoma de Merkel aparece com a presença de um caroço indolor na cor da pele da pessoa. Podem se espalhar em várias partes do corpo, até mesmo as que não são expostas à luz solar.

Ao observar o aparecimento de um sinal característico, você deve procurar o dermatologista para que ele faça a avaliação adequada e dê o diagnóstico para que se possa iniciar o tratamento, que pode ser variado.

4. Melanoma maligno

Esse é o tipo mais perigoso de todos. Inicia como uma pintinha escura que ao longo do tempo vai crescendo e se deformando. Se não tratado logo de início, pode ser fatal.

Isso porque sua evolução é muito rápida, e faz com que ela possa atingir outros órgãos como o pulmão. O diagnóstico deve ser feito o quanto antes para que as chances de cura aumentem.

 

Conclusão

Vimos então os principais sintomas do câncer de pele e como eles aparecem. Ao saber como é uma ferida de câncer, fica mais fácil de poder acompanhar e investigar aquilo que é suspeito.

O ideal é que as pessoas se mantenham atentas aos alertas que o corpo dá. O Dezembro Laranja traz à tona a importância dos cuidados de pele, no uso de protetor solar, boné e outros fatores preventivos.

Portanto, não negligenciar esses cuidados achando que isso nunca irá acontecer com você é fundamental para que evite problemas futuros.

Comente aqui sobre o que achou desse tipo de conteúdo e se ficou alguma dúvida a respeito dele. Além disso, compartilhe-o com mais gente para que essa informação chegue a todos.

Acesso Saúde Manaus
Unidade Djalma Batista

Av. Djalma Batista, 579 – São Geraldo
Manaus – AM, 69053-355

Unidade Manoa

Av. Francisco Queiroz, 924 – Cidade Nova
Manaus – AM, 69074-02

Política de privacidade

Unidade Compensa

Av. Brasil, 2549 – Compensa
Manaus – AM, 69036-110

Atendimento / Informações

Segunda a Sexta: 8h00 às 18h00
Sábado: 8h00 às 13h00