Dor no coração? Veja as principais causas e como tratá-las.
Sempre que alguém sente dor no coração a preocupação logo vem à cabeça. Afinal, o coração é a parte fundamental para que possamos nos manter vivos.
Qualquer problema relacionado a ele pode ser fatal. No entanto, a dor no peito em grande parte das vezes não se trata de infarto.
Por incrível que pareça, é muito mais comum que as dores do lado esquerdo do peito estejam relacionadas ao excesso de gases, problemas respiratórios, crise de ansiedade ou uma fadiga muscular.
Ainda assim é preciso que se tenha atenção a ela pois isso pode ser também um sinal de que as coisas não estão bem.
Quais fatores geram dor no coração?
Como dissemos, nem toda dor no coração é sinal de que um infarto está acontecendo. Ele pode ser um ótimo indício para te informar que algum problema cardíaco pode estar acontecendo.
Se você tem pressão alta ou colesterol alto, deve ter uma atenção redobrada a esse fator. O infarto pode ser diferenciado por conta da sensação de aperto no peito prolongado que vai se espalhando para o pescoço e braço.
Existem muitas opções para que a dor no peito apareça, é importante que as idas ao cardiologista sejam frequentes nos exames de rotina.
Se a dor se prolongar por mais de 20 minutos, é sinal de que você deve ir ao médico para passar por exames e avaliar se está tendo algum princípio de infarto. Se a dor acompanhar sintomas como:
- Tonturas;
- Sudorese fria;
- Dificuldade para respirar;
- Formigamento nos braços ou dor de cabeça intensa.
O melhor que você tem a fazer é correr para a emergência o mais rápido possível. Abaixo, veja os principais sintomas e causas que podem levar a uma dor no peito.
Gases
O excesso de gases é o principal motivo de “dor no coração“, em especial naquelas pessoas que sofrem por conta da prisão de ventre.
O acúmulo dos gases pode fazer com que alguns órgãos sejam empurrados para cima e isso cause uma dor por conta do desconforto.
A dor de gases geralmente é aguda e desaparece, surgindo tempos depois de modo repetido. Quando se dobra a barriga pode-se senti-la melhor.
O tratamento nesse caso é mais simples. Massagens e caminhadas ajudam a eliminar os gases. Em casos mais intensos, o médico pode passar algum medicamento para gases.
Ansiedade e estresse

A ansiedade é um sentimento que, assim como o estresse, pode refletir no corpo com sintomas físicos. Sendo assim, ele pode causar um aumento de tensão que pode gerar uma dor muscular nas costelas.
Além disso, a ansiedade pode causar aceleramento do batimento cardíaco, falta de ar e estresse em excesso. Para identificar os sintomas se ansiedade ligados a dor no peito, preste atenção se:
- Está ofegante;
- Coração bate rápido;
- Tem náuseas;
- Alteração na função do intestino.
Procure repousar em um local calmo, tente relaxar e fazer atividades para que se possa distrair desse sentimento. O uso de calmantes pode ajudar em casos intensos.
Infarto
A primeira preocupação de quem sente dor no peito é se está sofrendo infarto. No entanto, a preocupação para a presença de infarto deve ser mais alta em pessoas com problemas pré-existentes.
Por exemplo, hipertensos, diabéticos, fumantes ou pessoas com colesterol alto devem ter mais atenção quanto às dores na região do peito.
A dor do infarto é intensa e como se fosse um aperto no peito. Só que ela não costuma passar rápido como as outras dores e pode acabar indo para braços, mandíbula, pescoço, causando uma sensação de formigamento.
O ideal a se fazer quando se sente esses sintomas é ir imediatamente para o hospital fazer exames de eletrocardiograma, conferência de enzimas cardíacas e raio-x de tórax para identificar e começar um tratamento.
Refluxo
Pessoas que não costumam ter uma boa dieta e sofrem de refluxo, geralmente têm chances de sentir com mais frequência as dores no peito.
Isso porque ela tem relação direta a inflamação do esôfago que acontece quando o ácido presente no estômago chega até a parede do órgão. Além da queimação sentida, a dor no peito também é outro sintoma.
O refluxo causa queimação e sensação de garganta apertada por conta dos espasmos no esôfago. Para resolver essa situação, o ideal é tomar chá de gengibre ou camomila.
O sal de frutas também é uma boa opção para que se possa diminuir a acidez.
Vesícula
Quando inflamada, a vesícula pode proporcionar uma dor ao lado direito do peito que pode passar para o coração, fazendo com que se pareça um infarto.
No entanto, as dores sentidas são do lado direito do peito acabam piorando depois de ingerir alimentos com gordura.
Para contornar a situação, é preciso beber muita água e evitar gordura dos alimentos.
Doenças do coração
Várias doenças podem fazer com que as dores no peito aconteçam. A angina e a pericardite são uma delas. Geralmente as doenças do coração acabam sendo acompanhadas por outros sintomas que levam a suspeita de sua existência.
A única maneira de identificar essas doenças é fazendo exames regulares ao cardiologista e pedindo um check-up completo da área.
Todo cuidado com a saúde de nosso corpo é necessário, por isso se atentar aos sinais e não negligenciar a ida ao especialista é fundamental para que se evite problemas futuros.
Especialmente quando se trata de doenças silenciosas que podem causar muitos problemas a longo prazo.
Conclusão
Vimos então algumas das principais causas de dor no coração, seus sintomas e como fazer para identificar e tratar elas.
É importante se atentar aos sinais para que o meio de tratamento possa ser ideal. Toda e qualquer dor sentida por mais de 20 minutos é motivo de preocupação.
Principalmente se você faz parte do grupo de pessoas com problemas anteriores, como pressão alta, diabete, colesterol alto, entre outras.
Conte aqui nos comentários se você já sentiu alguma dor parecida e se era algum desses problemas descritos. Além disso, compartilhe este conteúdo com mais pessoas para que elas fiquem atentas aos sinais.
Telelaudo: 5 coisas que você precisa saber como funciona
O telelaudo é tido como um dos maiores serviços disponibilizados pela telemedicina. Através do telelaudo, é possível ter um acesso mais extenso aos diagnósticos ao redor de todo o Brasil, tudo feito à distância.
Mas, o que é telelaudo? Caso você tenha algumas dúvidas sobre o que é, como funciona e quais são os benefícios do telelaudo, basta continuar lendo esse conteúdo!
Como surgiu o telelaudo?
Embora tenha se tornado popular durante os últimos anos, o telelaudo é mais antigo do que a maioria das pessoas imaginam. Antes mesmo da Internet surgir, os primeiros laudos feitos à distância já davam as caras.
O telelaudo passou a ser usado a partir do século XIX, por meio de telégrafo e ondas de rádio. No final daquele século, começaram a surgir redes de transmissão de dados baseadas em linhas telefônicas, em conjunto com um modem ou fax.
Com isso, foi possível enviar registros de eletroencefalogramas para salvar vidas dentro de áreas rurais. Desde então, graças aos avanços das novas tecnologias da comunicação e informação (TICs) foi possível aprimorar esse serviço.
O que é telelaudo?
De forma básica, o telelaudo é nada menos que um laudo médico gerado à distância. Em outras palavras, é feito por um médico que não está presente fisicamente ou próximo ao local onde o exame está sendo feito.
Isso é possível com a ajuda de ferramentas tecnológicas, incluindo plataformas de telemedicina e Internet, é claro. Desse modo, o documento junta os mesmos dados a respeito do paciente que também tem nos laudos manuais, tais como:
- Exame realizado;
- Hipótese diagnóstica;
- Conduta médica utilizada;
- Interpretação dos achados;
- Conclusões.
Ou seja, um telelaudo é bem parecido com a versão manual, a única e grande diferença é que o laudo pode ser feito de forma digital. Logo, não será preciso ter contato do médico com o paciente ou outros profissionais da área.
Com a ajuda desse laudo a distância, os pacientes que moram mais longe dos centros urbanos, poderão ter suporte de especialistas com mais comodidade e rapidez.
Enquanto para as clínicas, hospitais e outras unidades de saúde, com o telelaudo não será preciso ter, presencialmente, um profissional especializado na área.
Nos dias de hoje, essa tecnologia encontra-se bem evoluída, de forma que é possível compartilhar os dados e armazenamento em nuvem. Tudo feito em tempo real, com laudos prontos em questão de minutos e de fácil acesso.
Como funciona o telelaudo?
O modo como funciona um telelaudo é similar ao método tradicional. Como já dito, no caso do telelaudo, o responsável por realizar o processo não precisa estar no local onde será feito o exame.
De modo geral, um profissional passa por um treino para realizar o processo e garantir que as imagens serão captadas corretamente. Logo, ele faz o exame através de um equipamento digital com tecnologia para transformar os dados captados durante o exame em pixels.
Pixels são os pontos menores que constituem uma imagem digital. Após o exame, os dados obtidos ficam salvos em arquivos DICOM, JPEG, PDF, entre outros formatos, conforme cada equipamento.
Feito isso, esses arquivos serão enviados para uma plataforma de telemedicina. Onde ficam disponíveis para um especialista analisar, seja de qualquer parte do mundo e por meio de qualquer dispositivo.
Vale notar que, a Anvisa e o CFM (Conselho Federal de Medicina) regulamentam a prática da telerradiologia no Brasil por meio de normas que versam a respeito da:
- Segurança de imagens e informações clínicas dos pacientes;
- Tipos de exames passíveis de telelaudo;
- Exigência de transmissão de imagens em conjunto com dados clínicos do paciente;
- Entre outros temas.
Para que serve o telelaudo e qual sua importância?

O intuito central do telelaudo é garantir que os laudos sejam feitos com mais rapidez e por médicos especializados à distância. Dessa forma, ele é essencial tanto para as unidades e profissionais de saúde, quanto para os pacientes.
Para clínicas e hospitais, é uma opção para expandir o leque de serviços fornecidos. Levando em conta que os laudos são feitos à distância, apenas com a ajuda de uma plataforma de telemedicina.
Ou seja, não precisa contratar profissionais alocados, reduzindo os gastos. Enquanto que os médicos podem realizar os exames de modo mais prático e, como resultado, agilizar o diagnóstico de seus pacientes para iniciar o tratamento adequado.
Os pacientes também se beneficiam, uma vez que agiliza todo o processo de diagnóstico com o tempo de espera menor. Um telelaudo, na maioria das vezes, fica disponível em até 30 minutos.
Razões para adotar telelaudo
Há uma série de razões para adotar o telelaudo em sua clínica, sendo um deles o fato de que uma análise leva apenas 30 minutos para ocorrer. Já em casos mais graves e urgentes, é feita em tempo real.
Entre os diferenciais oferecidos por esse tipo de serviço, também se encontra o armazenamento mais simples e seguro dos laudos dos pacientes. Isso significa que todas as informações são feitas por uma plataforma segura.
Apenas os responsáveis pelo atendimento possuem o login e senha para acessar essas informações.
Não há dúvidas de que essa tecnologia pode garantir muitos benefícios tanto para sua clínica quanto para os pacientes atendidos. Veja alguns exemplos logo abaixo:
- Aumento do número de serviços oferecidos;
- Redução de custos por exames;
- Mais rapidez e agilidade;
- Armazenamento mais simplificado e seguro de laudos;
- Maior alcance dos pacientes;
- Adequação às tendências da tecnologia;
Já os pacientes também acabam usufruindo de alguns benefícios, incluindo:
- Menos custos;
- Mais comodidade, já que não precisa ir até a clínica;
- Mais agilidade e praticidade para realizar exames;
- Recebem laudos em questão de minutos;
Sendo assim, adotar um telelaudo será um grande diferencial para sua clínica e, com certeza, será útil para ambos os lados.
Conclusão
Como você pôde ver, o telelaudo é um grande avanço para a área da saúde, embora não seja uma novidade. Através dessa tecnologia, é possível que um profissional de qualquer parte do mundo analise laudos dos pacientes, etc.
Por fim, o que achou deste conteúdo? Foi útil para você? Compartilhe com os seus amigos!
Doenças tropicais: o que são e como se prevenir? DESCUBRA!
Algumas doenças tropicais acabam causando bastante perturbação em certas épocas do ano. No Brasil inteiro, dependendo da região, alguns casos de doenças acabam aumentando em épocas de veraneio.
Isso porque vários turistas viajam para esses lugares que não estão acostumados e acabam não tendo um organismo preparado para esses tipos de vírus, bactérias e parasitas.
Hoje em dia, com a existência da Covid-19, é muito importante que os cuidados sejam redobrados para que se possa prevenir um transtorno ainda maior.
Por essa razão, quem vai viajar ou passear em áreas onde essas doenças podem estar em alta precisa redobrar os cuidados. Veja abaixo um pouco mais sobre o assunto.
Quais são os tipos de doenças tropicais?

Grande parte das doenças tropicais não possuem vacina ou qualquer tipo de coisa que possa mantê-las afastadas da população. Porém, o que se pode ter é medidas preventivas para evitá-las.
As doenças tropicais são aquelas que surgem em regiões tropicais e que podem se espalhar de maneira muito rápida, atingindo milhares de pessoas. Dentre as principais e já conhecidas, podemos citar:
- Malária;
- Doença de Chagas;
- Febre amarela;
- Leishmaniose;
- Dengue.
Grande parte das vezes o micro-organismo espalhador das doenças são os insetos que acham nos trópicos seu habitat ideal. Tirando a febre amarela, todas as outras doenças não possuem uma vacina.
Sendo assim, os moradores devem adotar tratamentos que sejam eficazes se aplicados da maneira correta. As doenças tropicais têm esse nome justamente por conta do clima úmido favorecer a proliferação de insetos.
Hoje em dia, essas doenças se relacionam muito com a situação socioeconômica que os locais possuem. Isso porque, geralmente, acabam sendo bastante comuns nos países mais pobres.
Quase sempre os países mais pobres se localizam em regiões tropicais e por isso não há condições de realizar medidas efetivas que façam o controle, prevenção e tratamento dessas doenças.
Por essa razão que todos os anos essas doenças continuam sendo um problema grave. Principalmente porque geram alto índice de mortalidade.
A qualidade de vida e bem estar de pessoas que sofreram doenças tropicais negligenciadas (DNT) pode acabar sendo abalada por conta delas imporem limitações no dia a dia.
Como evitar doenças negligenciadas?
Para que se evite essas doenças, é necessário que toda a população colabore. Além dos alertas que o governo deve gerar para conscientizar as pessoas, as campanhas que acontecem e os movimentos de fiscalização, é preciso que a comunidade se junte.
Somente assim pode ser eficaz combater o aumento de casos, pois com os olhos e a ação da comunidade, se torna possível eliminar as fontes de procriação desses mosquitos.
Por exemplo, no caso da dengue, sabe-se que água parada pode ser um potencial foco de dengue, pois o mosquito coloca os ovos ali e depois de um tempo vários mosquitos nascem contaminando a população.
Então a melhor maneira de combatê-lo, é não deixando água parada, dedetizando os locais, fazer uso de repelentes e cuidar dos ambientes que possam vir a acumular água.
Orientação e prevenção
Dentre os principais tipos de doenças tropicais existentes aqui no Brasil, a maioria é provocada por mosquitos. O mosquito Aedes aegypti transmite além de dengue, zika e chikungunya.
Ambas podem ser evitadas ao seguirem as orientações do governo de prevenção à saúde. Não deixar água parada e fazer uso de repelente já previne três tipos de doenças.
A orientação então é para que nas épocas de verão, possa haver um cuidado maior em relação a isso.
Tipos de doenças tropicais

Abaixo, explicaremos algumas outras doenças que não tem tantas evidências ou acabam sendo pouco faladas. Dentre elas, estão:
Úlcera de Buruli
A doença é causada por uma bactéria chamada Mycobacterium úlceras que mata as células da pele e dos tecidos em sua volta. Em algumas situações, elas acometem os ossos, levando a feridas que não causam dor.
Não se sabe muito bem como ela se transmite. Mas, acredita-se que tenha a ver com a ingestão de água contaminada ou picada de insetos.
Doença de chagas
Esta é uma doença causada por um protozoário chamado Trypanosoma cruzi. Ela pode ter uma fase aguda sintomática ou uma fase crônica.
A fase aguda é a mais leve, dando sinais de febre, dor de cabeça, fraqueza, inchaço do corpo. A fase crônica pode não apresentar sintomas, porém, pode gerar problemas cardíacos e digestivos.
É transmitida por picada de inseto barbeiro, ingestão de alimentos contaminados com parasitas, transplante de sangue e órgãos ou contato acidental da mucosa com material contaminado.
Cisticercose
Esta é uma infecção causada pela larva T.solium que vai se desenvolvendo a partir do momento que se consome ou se entra em contato com ovos excretados nas fezes humanas.
Os sintomas podem ser gastrointestinais leves ou passagem de segmentos móveis nas fezes. Se houver invasão das larvas no sistema nervoso central, a pessoa pode ter convulsões e outros sinais neurológicos.
Dracunculíase (doença do verme da Guiné)
Esta é uma infecção causada por um parasita por meio de água infectada. As larvas então acabam sendo liberadas e penetram na parede do intestino, gerando vermes adultos em 1 ano.
Ao chegarem no período adulto, eles começam a migrar para fora do corpo, geralmente sendo na perna ou no pé. Este parasita há um tempo atingia 20 países do continente africano. Hoje, somente 3 ainda apresentam a doença.
Essas são só algumas das doenças. Ainda há várias outras que podem causar vários sintomas e complicações para quem as adquire como:
- Equinococose;
- Fasciolíase;
- Tripanossomíase africana (doença do sono);
- Leishmaniose;
- Lepra;
- Filaríase linfática;
- Oncocercíase (cegueira dos rios);
- Raiva;
- Esquistossomose;
- Parasitoses;
- Tracoma;
- Bouba.
Um dos objetivos da ONU é criar medidas que possam acabar com as epidemias de doenças tropicais negligenciadas. Existe um compromisso que conta com financiamento de doadores, governos, países e instituições para que em até 2030 a maioria dessas doenças diminuam.
Conclusão
Por fim, vimos aqui um pouco sobre as doenças tropicais, o que elas são, como surgem e quais medidas deve-se tomar para que sejam controladas.
Portanto, se esse conteúdo lhe ajudou, compartilhe-o com mais pessoas para que as mesmas estejam cientes dos riscos que correm em caso de não cuidarem do ambiente ao redor fazendo o possível.
Além disso, veja outros artigos no nosso blog como “Doenças dos olhos: os 13 problemas que atrapalham sua visão” e “4 cuidados com a saúde indispensáveis que toda mulher precisa ter!“