Dezembro Laranja: 4 sinais do Câncer de pele e como prevenir!
O verão é o momento ideal para engajar as pessoas em campanhas de conscientização sobre o câncer de pele. Esse é o principal objetivo da campanha Dezembro Laranja, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
Como parte da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele, também realizada pela entidade, a iniciativa vem mobilizando milhares de pessoas em todo o Brasil desde 2014. Continue com a leitura deste conteúdo para entender a importância dessa campanha e como prevenir o câncer de pele!
O que é o Dezembro Laranja?
O tipo de câncer mais frequente no mundo é o câncer de pele, e seus sintomas raramente provocam desconfortos até que as lesões atingem um tamanho maior. Cerca de 180 mil novos casos da doença são diagnosticados a cada ano só no país, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).
Em outras palavras, um em cada quatro novos casos de câncer no país é de pele. A exposição em excesso aos raios solares e a ausência de proteção UV são fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de pele.
Em um país tão ensolarado como o Brasil, é importante ficar atento aos sintomas da doença e à necessidade de diagnóstico precoce. Sendo assim, conhecer bem a doença é a melhor forma de preveni-la, diagnosticá-la e tratá-la.
Outros fatores de risco incluem ter pele e olhos claros, ser albino e ter vitiligo. A exposição longa e repetida à luz solar, particularmente durante a infância e adolescência, é outro fator de risco.
Além disso, são mais vulneráveis aqueles que têm histórico da doença na família, bem como aqueles que recebem tratamento com medicamentos imunossupressores.
Com isso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia criou a campanha Dezembro Laranja com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o que é o câncer de pele e a importância da prevenção, que é a neoplasia maligna mais comum no Brasil.

Sinais do câncer de pele
Existe um teste chamado ABCD que é realizado a partir da observação das características das manchas e pintas para determinar se há sinais que possam indicar o desenvolvimento de câncer na pele.
As quatro características principais que podem sugerir que uma mancha ou pinta é um sinal de câncer de pele são:
- A – Assimetria da lesão: quando metade da mancha é diferente;
- B – Borda irregular: se o contorno do sinal, pinta ou mancha não é liso;
- C – Cor: caso o sinal, pinta ou mancha apresentar cores diferentes, como preto, marrom e vermelho;
- D – Diâmetro: quando o sinal, pinta ou mancha posso um diâmetro superior a 6 mm.
É possível observar essas características em casa para detectar possíveis lesões de câncer de pele. Mas, vale lembrar que o diagnóstico deve ser feito por um médico especialista.
Quais são as maneiras para prevenir o câncer de pele?
Devido ao seu papel na produção da conhecida e essencial vitamina D, a exposição solar é crucial para a manutenção da saúde. Mas, na maioria dos casos, essa exposição não é controlada e desconsidera as indicações médicas, o que representa um sério risco à saúde.
Além de prevenir o câncer de pele, o cuidado adequado da pele também melhora a aparência e a saúde geral. Confira logo abaixo as principais dicas para prevenir essa doença!
1. Diminuir a exposição ao sol
O principal fator de risco para o câncer de pele é a exposição excessiva ao sol, portanto, reduzir o tempo gasto ao sol é a primeira e mais importante dica.
Normalmente, a infância é o período de maior exposição solar. Por isso, é fundamental que mães e pais protejam os seus filhos, pois as consequências dessa exposição se manifestarão na vida adulta.
2. Usar proteção contra o sol
Você está ciente de que a radiação refletida na areia pode causar queimadura na pele? Para se proteger do sol, apenas um protetor solar é insuficiente.
Quanto mais acessórios você usar para bloquear os raios solares, melhor. Guarda-sol, roupas com proteção UV, chapéus, óculos e tudo o que achar essencial são bem-vindos. E dê preferência a locais com sombra sempre que puder.

3. Evitar se expor ao sol durante os horários de pico
A exposição excessiva ao sol prejudica a saúde, principalmente a pele e os olhos, além de provocar desidratação. Fique atento às horas críticas e às altas temperaturas que a previsão do tempo prevê.
As horas de pico solar são de 10 a 16 horas por causa dos níveis de radiação mais altos. Se for possível, tome sol antes ou depois desse horário.
4 Usar protetor solar todos os dias
Apesar de ter o nome “solar”, o protetor não se limita à exposição ao sol. Na realidade, o ideal é usá-lo todos os dias, independente do local ser aberto ou fechado, se o dia está ensolarado ou nublado, ou em que estação do ano estamos (inverno ou verão).
Mesmo que nuvens possam dar a impressão de que estão temporariamente bloqueando o sol, eles não impedem os seus efeitos na pele ainda. Além disso, mesmo as luzes artificiais, como as encontradas em escritórios e as que emanam de telas de computador, também podem queimar a pele.
Um dos aliados mais importantes no cuidado da pele e na prevenção do câncer de pele a longo prazo é o protetor solar.
O protetor solar estimula uma barreira protetora que diminui a absorção da radiação UV pela pele, auxiliando na proteção e retardando o envelhecimento cutâneo precoce. Aplique o protetor solar com fator de proteção de 30 (no mínimo) e reaplique-o a cada três horas, mesmo quando estiver em ambientes fechados.
5. Manter hábitos saudáveis
Uma rotina de hábitos saudáveis, como os que se seguem, beneficia o cuidado da pele, tanto por questões estéticas como de saúde:
- Beba bastante água para evitar a desidratação;
- Tenha uma alimentação equilibrada e saudável;
- Tenha boas noites de sono;
- Pratique algum exercício físico regularmente.
Sendo assim, a prevenção do câncer de pele e os cuidados diários com a pele envolvem um conjunto de hábitos diários que oferecem maior saúde e bem-estar. E não esqueça de compartilhar este conteúdo com os seus amigos e familiares, para que saibam sobre o câncer de pele e como prevenir!
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Qual a importância da Triagem? Descubra aqui na Acesso Saúde!
A Triagem hospitalar, é uma ferramenta da Gestão Internacional da Saúde, é um critério objetivo muito usado para ordenar o atendimento de pacientes em serviços de emergência hospitalar.
Esse processo busca sistematizar a classificação dos pacientes com base em sua urgência médica. A avaliação do paciente começa quando o paciente chega à unidade de atendimento.
Essa avaliação define qual o seu o quadro clínico, que é indicado por pulseiras de identificação hospitalar em diversas cores. Há muitos sistemas em vigor hoje que regulam a classificação de risco, mas o Protocolo de Manchester é o mais popular.
Criamos um conteúdo exclusivo sobre triagem para explicar o que é, como funciona, quais são as principais categorias e por que é tão crucial para os pacientes. Boa leitura!
O que é triagem?
A triagem é o processo pelo qual a gravidade do estado de um paciente determina a prioridade de seu atendimento. Quando os recursos não são o suficiente para tratar todos os pacientes de imediato, essa estratégia raciona o cuidado.
A palavra é derivada da palavra francesa trier, que significa separar ou selecionar. Há dois tipos diferentes de triagem: simples e avançada.
O objetivo da triagem pode ser estabelecer a ordem e prioridade do atendimento de emergência, a ordem e prioridade do transporte de emergência, ou até mesmo o destino do transporte do paciente.
A triagem surgiu durante a Primeira Guerra Mundial, realizada por médicos franceses que prestavam atendimento de emergência em hospitais de campanha próximos às linhas de frente das batalhas.
Muito pode ser atribuído ao trabalho de Dominique Jean Larrey durante as Guerras Napoleônicas. As decisões de triagem, feitas por um paramédico ou outra pessoa, eram feitas com base na intuição, antes de se tornarem o produto de avaliações sistemáticas e baseadas em critérios.
As vítimas eram divididas em três categorias pelos responsáveis pelo tratamento dos feridos de um campo de batalha ou pela prestação de cuidados médicos:
- Aqueles com chance de sobreviver independente do tratamento que receberem;
- Aqueles com chance de morrer independente do tratamento que receberem;
- E aqueles que precisam de atenção médica imediata que poderá ter um impacto no prognóstico.
Ainda hoje, esse conceito simples pode ser usado em uma ampla variedade de situações de emergência. Ainda mais quando há apenas um ou dois paramédicos disponíveis para cada 15 ou mais pacientes.
No entanto, depois de ter acesso tanto a recursos materiais e humanos, os paramédicos podem optar pelo modelo de triagem adotado por sua unidade de saúde.
Qual é a importância da triagem?
De modo geral, o objetivo da triagem é organizar o atendimento ao paciente e, ao mesmo tempo, fornecer suporte eficaz, mesmo em ambientes caóticos ou de alto risco.
Com isso, os profissionais podem prestar uma assistência mais objetiva, uma vez que tenham avaliado a gravidade do estado de cada paciente. Isso auxilia a otimizar os processos para atender o maior número de pacientes e, ao mesmo tempo, prestar assistência em situações de emergências repentinas.
A triagem no ambiente de saúde é obrigatória em casos de grandes hospitais e atendimento rápido, por exemplo. Devido à escassez de profissionais e recursos, é fundamental que os pacientes recebam uma avaliação adequada.
Não apenas para agilizar o atendimento, mas também para melhorar suas chances de sobrevivência. Ainda mais quando se utiliza inteligência artificial.
Além disso, esse procedimento permite que a equipe gerencie a situação de forma eficaz, fazendo a alocação adequada de recursos e tomando decisões com mais segurança.
Quais são os modelos de triagem?

Com o passar do tempo, a triagem sofreu uma série de modificações para melhor atender às necessidades de cada área de saúde. Como resultado, surgiram vários modelos desse procedimento, com diferentes versões para cada cenário e circunstância em diversos campos da saúde.
Veja alguns dos mais conhecidos:
1. Triagem hospitalar
O tipo mais conhecido de triagem é o hospitalar, feito em ambientes como hospitais e pronto-socorro. O seu intuito é priorizar cada caso e encaminhá-los para os níveis de tratamento adequados com base na urgência médica.
Esse método é utilizado em sua plenitude em hospitais com maior movimentação ou com recursos escassos, a fim de maximizar os processos locais e otimizar o tempo dos profissionais.
2. Triagem clínica
Em contrapartida, uma triagem clínica é um tipo de processo que avalia o estado de saúde do paciente. Pode ir desde uma triagem consultiva até a análise de candidatos à doação, como órgãos, medula e sangue, etc.
Devido ao nome, muitas pessoas tendem a confundir a prática, porém, ela não acontece só em clínicas, como também em ambulatórios e outros ambientes.
Nesse caso, é feita uma seleção que analisa os hábitos e comportamentos de um paciente, mesmo que ele não esteja em situação de emergência. Dessa forma, a triagem poderá agilizar a avaliação de outros profissionais e o processo de doação.
3. Triagem psicológica
Como o nome sugere, essa triagem analisa os pacientes que procuram atendimento psicológico e psiquiátrico para avaliar seus sintomas, causas e outros fatores.
Além disso, esta prática pode ser feita em clínicas públicas, privadas ou individuais. Descobrir mais sobre o paciente e o motivo pelo qual ele procurou esse tratamento é o objetivo aqui.
4. Triagem ambulatorial
Os serviços médicos de baixa complexidade e de emergência são prestados por uma unidade de atendimento ambulatorial sem risco imediato à vida dos pacientes.
Porém, eles também podem fazer uma triagem para separar e categorizar cada caso, mesmo em consultas de rotina. Por mais que não haja situações de urgência, a prática é útil para identificar quais profissionais são mais adequados para cada tipo de tratamento, melhorando o atendimento no local.
Leia também sobre: Dor no coração? Veja as principais causas e como tratá-las.
Protocolo de Manchester
O Protocolo de Manchester é o sistema de classificação de risco adotado pelo Ministério da Saúde do Brasil, e utilizado pela primeira vez na cidade de Manchester, por volta de 1997.
O enfermeiro ou médico responsável classifica o arquivo do caso clínico com base no fluxograma padrão utilizado no protocolo, através da avaliação inicial do paciente, que inclui revisão de seus sintomas, verificação de sinais vitais e medição de sua dor e temperatura.
Os profissionais de saúde responsáveis devem avaliar o quadro clínico onde o paciente se encontra antes de colocar uma pulseira na cor que corresponda à gravidade do caso.
Ao invés de buscar um diagnóstico nesta fase, deve-se apenas identificar o risco associado a esse quadro. Essa triagem é realizada por um profissional de nível superior, como médico ou enfermeiro, que tenha boa comunicação, capacidade e conhecimento clínico.
Isso indica o tipo de atendimento e a especialidade médica pela qual o paciente será responsável. O Protocolo de Manchester humaniza o atendimento médico, além de auxiliar na triagem hospitalar com base na classificação das doenças em cinco cores:
VERMELHO: EMERGÊNCIA
A pulseira vermelha é destinada aos pacientes que estão em um estado muito grave, com risco de morte e que precisam de atendimento urgente. Confira logo abaixo alguns exemplos:
- Problemas respiratórios;
- Queimadura em mais de 25% do corpo;
- Trauma cranioencefálico;
- Dor no peito relacionada à falta de ar;
- Tentativa de suicídio;
- Hemorragias incontroláveis;
- Crises de convulsão;
- Parada cardiorrespiratória;
- Etc.
LARANJA: MUITO URGENTE
Já a pulseira laranja é para os casos que são urgentes e que há um risco considerável de morte, tendo um tempo de espera de, no máximo, 10 minutos. Entre os casos que se encaixam, é possível citar:
- Arritmia cardíaca sem sinais de instabilidade;
- Dores severas;
- Cefaleia intensa com rápida progressão;
- Entre outras.
AMARELO: URGENTE
Essa cor é destinada a casos urgentes com um grau moderado de gravidade, com necessidade de atendimento médico, porém sem riscos imediatos. O tempo de espera é por volta de 60 minutos e abrange casos como:
- Hemorragia moderada;
- Desmaios;
- Vômito intenso;
- Dor moderada;
- Crises de pânico;
- Alteração dos sinais vitais;
- Picos de hipertensão;
- Etc.
VERDE: POUCO URGENTE
A pulseira verde é para os pacientes com problemas menos graves, cujo tempo de espera pode ser até 2 horas. Alguns casos são:
- Enxaqueca;
- Dores leves;
- Estado febril sem a presença de alterações vitais;
- Torcicolo;
- Náuseas e tonturas;
- Resfriados e viroses;
- Asma não diagnosticada como quadro de crise;
- Hemorragia controlada;
- Entre outros.
AZUL: NÃO URGENTE
Por último, a pulseira azul é para os casos mais simples, onde o paciente pode esperar para ser atendido ou ser encaminhado para outra unidade. Em média, o tempo de espera é de 4 horas e abrange os seguintes casos:
- Queixas de dores crônicas;
- Troca de sondas;
- Aplicação de medicação com receita;
- Etc.
Tipos de classificação de risco

Além do Protocolo de Manchester, há outros tipos de classificação de risco que são utilizados nos hospitais. Veja:
Australasian Triage Scale
A classificação Australasian Triage Scale é com base em várias prioridades decididas na década de 1970. O processo de triagem é realizado baseado nos fatores clínicos e comportamentais do paciente. As categorias são:
- 1: imediata ameaça à vida;
- 2: iminente ameaça à vida;
- 3: potencial ameaça à vida;
- 4: casos potencialmente sérios;
- 5: casos menos urgentes.
Canadian Triage and Acuity Scale
Enquanto a Canadian Triage and Acuity Scale é utilizada por médicos para categorizar doenças, estabelece uma ligação entre sintomas e diagnósticos, ela é baseada na Classificação Internacional de Doenças. Suas categorias são em níveis:
- 1: azul – reanimação: atendimento imediato;
- 2: vermelho – emergente: 15 minutos;
- 3: amarelo – urgente: 30 minutos;
- 4: verde – menos urgente: 60 minutos;
- 5: branco – não urgente: 120 minutos.
Emergency Severity Index
Essa classificação de risco identifica os casos que precisam ser priorizados usando um fluxograma que não especifica um tempo de espera. Confira quais são suas categorias:
- Emergência;
- Urgência;
- Sintomas de doenças agudas, com possível risco a órgãos e sistemas;
- Queixas crônicas menos graves;
- Pacientes estáveis.
Leia também sobre: Prevenção do HIV: veja as diferenças entre PrEP e PEP.
Quais as vantagens da triagem?
Para sua equipe e pacientes, incentivar a triagem em seu hospital, clínica ou consultório oferece vários benefícios. Veja logo a seguir algumas dessas vantagens:
1. Atendimento mais ágil
A principal vantagem da triagem é que ela pode garantir atendimento rápido em qualquer circunstância, emergencial ou não. Isso para que os profissionais possam direcionar cada paciente para o tratamento mais adequado, maximizando os esforços de outras equipes.
Bem como reconhecer os casos de sua expertise com maior rapidez e eficácia. Dessa forma, todos os procedimentos locais são aprimorados, permitindo que os pacientes mais graves recebam os cuidados o mais rápido possível.
2. Foco na prioridade
Sem a triagem adequada, pode ser difícil identificar os casos prioritários em alguns ambientes muito agitados ou em situações de emergência.
Isso pode afetar o atendimento e o bem-estar dos pacientes mais doentes. No entanto, com a prática efetiva, é possível concentrar-se em situações de emergência e identificar aqueles que precisam de cuidados imediatos.
3. Otimização de tempo
Diagnósticos ainda mais rápidos no passado exigiam tempo e recursos dos profissionais. Hoje, a triagem permite tempos de tratamento mais curtos, tratamentos mais rápidos e menos tempo de espera do paciente.
Embora essa prática não forneça um diagnóstico completo, ela pode encaminhar o caso direto ao médico responsável sem esperar por avaliações adicionais.
Isso é crucial para melhorar as chances de sucesso dos tratamentos iniciais.
4. Processos organizados
As orientações de triagem são sistemáticas e organizadas, o que permite um controle maior da situação.
Além disso, existem cartilhas oficiais da ANS (Agência Nacional de Saúde), com instruções de como fazer esse procedimento. Além dos médicos, outros profissionais também podem se beneficiar de um atendimento mais organizado.
Por exemplo, conforme a avaliação da triagem, auxiliares e enfermeiros podem fazer os prontuários dos pacientes de forma mais organizada.
5. Chances de salvar mais vidas
Por último, a triagem é uma prática que surgiu em meio a guerra, com o objetivo de salvar mais vidas. Nos dias de hoje, esse sistema pode otimizar o tempo e o atendimento em ambientes de saúde.
O que permite que os pacientes mais graves recebam atendimento prioritário e mais rápido. Ao fazer isso, é possível aumentar a chance de sucesso e, assim, salvar mais vidas.
Conclusão
Neste artigo, você pôde entender melhor sobre o significado de triagem e os diversos protocolos utilizados para classificação de risco em serviços de emergência.
Conhecer essas ferramentas é essencial para diminuir a superlotação nos hospitais e otimizar a eficácia do atendimento ao paciente. Caso este conteúdo tenha sido útil para você, não deixe de compartilhá-lo com os seus amigos!
Dificuldade para respirar: Conheça 8 causas e o que fazer | AGORA!
Quem nunca teve dificuldade para respirar depois de subir escadas, praticar alguma atividade física ou em momentos de estresse e ansiedade? Este é um sintoma comum e que muitas pessoas já passaram pelo menos uma vez na vida.
Pois, há sempre um aumento na frequência e na intensidade da respiração, o que pode ser causado por vários fatores. No entanto, nem sempre a falta de ar deve ser aceita como um costume no nosso dia-a-dia.
A sua frequência determina a gravidade da falta de ar. Ter dificuldades para respirar, mesmo sem fazer nada ou em situações normais, não é um bom sinal.
Continue lendo este conteúdo para saber o que pode causar a falta de ar e o que fazer!
Quais as causas da falta de ar?
Esse tipo de dificuldade para respirar, na maioria das vezes, está ligada à baixa oxigenação do sangue. Uma falta de ar é aquela que persiste mesmo depois que o corpo voltou à função e ao estado normal.
Mesmo em situações calmas, sem agitação ou emoção, as complicações persistem. A má oxigenação dos tecidos e do sangue do corpo pode ser causado por uma variedade de fatores. Os déficits de oxigenação são sempre causados por alterações no organismo.
Confira algumas causas potenciais para este sintoma!

1. Sedentarismo
Muitas vezes, o problema tem relação a um déficit de condição física (sedentarismo) e não a uma doença. Nessas situações, adicionar uma atividade física à rotina restaura o fôlego perdido.
2. Poluição
Dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que a cada ano, 7 milhões de pessoas em todo o mundo morrem como resultado de partículas de poluição do ar que entram em seus pulmões.
Vale notar que a poluição não é apenas um problema externo; dentro de casa, o uso de produtos de limpeza, poeira, tinta, tecnologia e até alguns combustíveis de cozinha (carvão, querosene, etc.) podem prejudicar a saúde dos pulmões.
3. Toxinas
A exposição a substâncias como o tabaco causa lesões pulmonares irreversíveis. Além da falta de ar, o tabagismo também pode causar câncer de pulmão e vários outros problemas de saúde.
4. Condições cardíaca
As doenças cardíacas que dificultam o sangue de bombear o suficiente para o corpo e podem resultar em falta de oxigênio, tais como:
- Infarto;
- Angina;
- Doença cardíaca congênita;
- Insuficiência cardíaca;
- Arritmia cardíaca.
5. Infecções e obstruções
As mais frequentes são os resfriados e as gripes, que são provocadas por vírus ou bactérias e causam irritação do nariz e da garganta. Assim como sinusite (inflamação nos seios da face) e faringite (inflamação na garganta), dando impressão de que não se está respirando direito.
6. Doenças pulmonares
A seguinte lista de condições pulmonares está ligada à dificuldade em respirar:
- Embolia pulmonar (coágulo sanguíneo nas artérias dos pulmões);
- Bronquiolite;
- Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC);
- Pneumonia;
- Hipertensão pulmonar;
- Bronquite;
- Asma;
- Câncer de pulmão.
7. Anemia
Pessoas com anemia ou que perderam uma quantidade alta de sangue devido a uma doença, têm menos glóbulos vermelhos. Nesses indivíduos, os glóbulos vermelhos responsáveis por transportar oxigênio para os tecidos passam a transportar uma quantidade menor.
A maioria das pessoas anêmicas se sentem confortáveis sentadas. No entanto, eles têm falta de ar durante a atividade física porque seu sangue é incapaz de fornecer a quantidade suficiente.
Pessoas que sofrem com essa condição passam a respirar mais rápido e com profundidade, por um reflexo provocado para tentar melhorar a concentração de oxigênio no sangue.
8. Outros problemas de saúde
Além dessas condições e doenças acima, há outros problemas de saúde que podem causar dificuldades para respirar, tais como:
- Alergias (por mofo, pelos de animais ou pólen);
- Compressão da parede torácica;
- Hérnia de hiato;
- Obesidade;
- Ataques de pânico;
- Tensões emocionais, como a ansiedade;
- Epiglotite (inflamação grave da epiglote – estrutura que impede a passagem de alimento da garganta para os pulmões – causada por infecção bacteriana).
O que fazer para respirar melhor?

Confira logo abaixo algumas dicas que podem ajudar você a conseguir respirar melhor!
Pratique atividades físicas
Segundo evidências científicas, praticar atividades físicas pode melhorar a respiração. Porém, sempre que possível, procure a orientação de um médico e de um educador físico, ainda mais durante atividades de alto impacto.
Quando o corpo está em movimento, a ventilação dos pulmões melhora desde que a pessoa consiga controlar a entrada e a saída do ar, como em uma corrida ou caminhada.
Em contrapartida, em termos de musculação, o cenário ideal é expirar durante o esforço e inspirar durante o retorno. A respiração correta fortalece os músculos, o que ajuda a prevenir doenças respiratórias e potenciais crises no caso de problemas crônicos (persistentes) como a asma.
Medite
Uma boa maneira de melhorar sua respiração é através da meditação. Concentrar-se em si mesmo torna possível sentir os movimentos do corpo, o que aumenta a consciência física.
Além disso, a meditação acalma a mente e ajuda a manter o foco durante as atividades, adicionando mais serenidade ao dia a dia. O exercício também acalma a mente, trazendo mais paz e harmonia.
Entre os muitos exercícios, podemos citar a contagem regressiva de quatro tempos. Nele, você inspira e conta até quatro enquanto expira no mesmo ritmo. Aumente o período de retenção de ar sempre que se sentir confiante.
Busque orientação profissional
Não deixe de procurar ajuda de profissional se você tem falta de ar durante repouso, além dos sintomas abaixo:
- Dor torácica;
- Palpitações;
- Redução do nível de consciência;
- Agitação ou confusão;
- Dificuldades para inspirar ou expirar o ar dos pulmões.
A respiração correta também requer o auxílio de ferramentas que os médicos podem recomendar, como inaladores, nebulizadores ou bombinhas. Nunca se esqueça de sempre procurar orientação profissional nessas situações, mesmo que precise de algum tipo de medicamento para respirar mais facilmente.
Seguindo nossos conselhos, você pode viver uma vida de qualidade, mantendo as crises afastadas e sempre confiante de que boas atitudes levam a ótimos resultados.
E você, gostou do nosso post? Então aproveite e compartilhe em suas redes sociais e com os seus amigos e familiares que também podem sofrer com dificuldades para respirar!
Teste de controle glicêmico: O que é, e para que serve?
Aqueles que precisam de uma avaliação do diabetes têm acesso a uma bateria de teste glicêmico que ajuda a rastrear os níveis de glicemia no sangue. Por meio de exames, o médico é capaz de diagnosticar diabetes e pré-diabetes.
E, a partir do diagnóstico, recomendar a melhor conduta para o paciente. Você está precisando de exames glicêmicos, mas ainda tem dúvidas sobre suas funções? Então continue lendo e conheça os principais exames para determinar ou acompanhar o estado da doença. Boa leitura!
O que é teste de controle glicêmico?
O exame de glicemia mede o nível de glicose (uma taxa de açúcar) na corrente sanguínea após coletar uma amostra de sangue.
Ele é uma parte comum de exames de rotina e é útil para diagnosticar e monitorar diabetes, bem como diagnosticar condições, incluindo hiperglicemia e hipoglicemia.
O aumento dos níveis de glicose no sangue pode ocorrer de forma silenciosa, o que impede o corpo de produzir insulina o bastante para suas funções adequadas e leva a doenças como diabetes tipo 1 e tipo 2.
O diabetes é uma doença crônica que prejudica a função do pâncreas e a produção de insulina, que regula o nível de açúcar no sangue no corpo. Em alguns casos, a falta de sintomas por um longo período de tempo pode causar sérias complicações para o paciente se não tratar.
Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, 6,9% da população do país – ou 13 milhões de pessoas – vivem com a doença no Brasil hoje. Segundo estimativas da Federação Internacional de Diabetes, é uma das doenças que mais cresce.
Em 2045, 629 milhões de pessoas terão diabetes em todo o mundo. Sendo assim, o diagnóstico precoce é crucial para prevenir a doença e prestar os cuidados necessários.
Vale prestar atenção a algumas condições e alterações nos organismos, para ajudar no diagnóstico e, para isso, o teste glicêmico é crucial!
Para que serve o teste glicêmico?
Se tiver sintomas de açúcar alto no sangue (hiperglicemia) ou baixo nível de açúcar no sangue (hipoglicemia), o seu médico pode solicitar um teste de glicose.
O seu médico também poderá solicitar um exame de glicemia, caso você tenha certos fatores de risco para desenvolver diabetes, tais como:
- Não praticar exercícios físicos;
- Pressão alta;
- Ter algum parente próximo com diabetes;
- Excesso de peso;
- Doenças cardíacas.
Caso a paciente esteja grávida, é bem provável que deverá fazer um teste de glicose entre a 24ª e a 28ª semana de gestação, para ver se tem diabetes gestacional. Como o próprio nome sugere, esse tipo de diabetes só se manifesta durante a gravidez.
Tipos de exame de glicemia (glicose)
Existem muitos tipos de exames de glicemia, porém, todos têm o mesmo objetivo. E, após coletar as amostras de sangue, elas são enviadas ao laboratório, onde são feitas análises para determinar o nível de açúcar no sangue.
O resultado pode ser divulgado na forma de gráfico e mostra a quantidade de glicose no sangue em um dado momento, o que permite uma visão mais direta da situação. Ou na forma de resultados individuais, onde o médico faz o gráfico para analisar o estado de saúde do paciente.
O resultado pode estar disponível em menos de 24 horas e indicará se você tem hiperglicemia, hipoglicemia ou diabetes. Se os resultados forem anormais (acima ou abaixo do ideal), mas próximos do limite, é preciso repetir o exame, se o médico achar que deve.
Para pacientes com diabetes tipo 1 ou tipo 2, a frequência deve ser determinada pelos resultados. Porém, a frequência pode mudar de acordo com a necessidade do paciente.
Veja logo abaixo quais são os testes glicêmicos mais comuns!
1. Teste de glicemia em jejum
O teste de glicemia em jejum, muitas vezes conhecido como teste de glicose, é o processo usado para medir a quantidade de glicose presente no sangue. Ele é quem reconhece a presença de diabetes ou irregularidades relacionadas ao açúcar no sangue.
Este tipo de exame é feito através da coleta de uma amostra de sangue venoso do paciente. Para preparar-se para o exame, é importante seguir algumas orientações, tais como:
- Evitar fazer esforço físico antes da coleta de sangue;
- Crianças de até 3 anos devem fazer um jejum de 3 horas. Os demais pacientes devem fazer um jejum de 8 a 12 horas, no máximo. É crucial não ficar mais de 14 horas em jejum;
- Para não ter alterações no resultado do exame de glicemia em jejum, o ideal é que o paciente evite consumir álcool, fast-food, cafeína e praticar exercícios físicos de alta intensidade por cerca de 3 dias antes da coleta.
Confira a tabela de valores:
- Normal: abaixo de 100 mg/dl;
- Pré-diabetes: entre 100 e 125 mg/dl;
- Diabetes: mais de 125 mg/dl.
2. Glicemia capilar
Neste teste, a própria pessoa pode dar uma picada na ponta do seu dedo para obter uma pequena amostra de sangue. A análise dessa amostra é então realizada por meio de uma ferramenta conhecida como glicosímetro.
O glicosímetro é muito utilizado pelos diabéticos, por permitir um melhor controle de seus níveis de glicemia e ajuda a monitorar a doença e evitar alterações nos valores.
3. Hemoglobina glicada
Hemoglobina glicada, também conhecida como HbA1c, é um exame de sangue usado para determinar a quantidade de glicose presente no corpo em relação à hemoglobina.
Um dos exames mais comuns para diagnosticar o diabetes e ajudar a gerenciá-lo é este. Um valor de referência normal deve ser inferior a 5,7%; se o nível indicar que é superior a 6,5%, existe diabetes.
Veja tabela de valores:
- Baixo risco: inferior a 5,7%;
- Risco de diabetes: entre 5,7% a 6,4%;
- Diabetes: igual ou acima de 6,5%
O exame também é útil para determinar se o diabetes do paciente melhorou ou piorou. Quanto mais altos os níveis, maior o risco de o paciente desenvolver complicações adicionais relacionadas à condição, como doenças cardíacas, cegueira e insuficiência renal.
4. Curva glicêmica
O teste oral de tolerância à glicose (TOTG), também conhecido como exame da curva de glicose, exibe como o açúcar é metabolizado no sangue depois do consumo de alimentos como carboidratos.
Como será necessário preciso coletar o sangue várias vezes, esse teste pode durar até seis horas.
Para determinar o nível de glicose no sangue ainda em jejum, é colhida uma primeira amostra de sangue. Em seguida, deve-se ingerir uma dose de xarope açucarado, com glicose ou dextrosol.
Após o consumo deste líquido, várias medições de glicose são feitas 1, 2 e 3 horas depois. É necessário permanecer no laboratório durante todo esse tempo, em repouso.
No final, uma curva glicêmica mais baixa é relatada se o açúcar entrar no sangue lentamente. Ao contrário, uma curva glicêmica alta é indicada e a atenção é reduzida, pois isso pode indicar o surgimento de diabetes tipo 2.
Uma dieta rica em carboidratos deve ser seguida nos três dias anteriores ao exame, seguida de um jejum de 12 horas.
Tabela de valores após duas horas de ingestão:
- Normal: glicemia abaixo de 140 mg/dl e 199 mg/dl;
- Pré-diabetes: glicemia entre 140 mg/dl e 199 mg/dl;
- Diabetes: glicemia igual ou superior a 200mg/dl.
5. Glicemia pós-prandial
Este teste é feito para medir os níveis de glicose no sangue e procurar níveis elevados de hiperglicemia ligados ao risco cardiovascular ou liberação de insulina. É realizado entre uma e duas horas após a alimentação, e o valor de referência usual deve ser inferior a 140 mg/dL.
Tabela de valores após duas horas de ingestão
- Meta geral: 140 mg/dl;
- Casos especiais: até 180 mg/dl.
6. Frutosamina
Os níveis de glicação de albumina são medidos pelo exame de frutosamina. A albumina é uma proteína do sangue que pode ser usada para visualizar o controle glicêmico ao longo das últimas duas semanas.
O teste é recomendado quando o médico precisa saber o nível médio de glicose em períodos de tempo mais curtos ou quando a medição da hemoglobina glicada não é confiável.
No caso da frutosamina, os valores variam de acordo com o laboratório de análises clínicas.
Quando o exame de glicemia é solicitado?
Nos exames de rotina e check-up do paciente, um teste de glicemia pode ser solicitado primeiro. O monitoramento precoce da glicemia é fundamental para determinar se há alguma tendência na progressão de um exame para o outro.
E, se houver alterações significativas, fazer um tratamento preventivo para impedir o aparecimento de doenças graves. O médico pode solicitar o exame quando há sintomas que podem indicar diabetes, hiperglicemia ou hipoglicemia.
Dessa forma, se essa suspeita surgir durante o exame clínico, o médico pode solicitar um teste de glicose. Além de outros pontos cruciais de avaliação (como hemoglobina glicada, curva glicêmica e teste oral de tolerância oral à glicose).
Também é-lhe solicitado o acompanhamento dos quadros de diabetes já diagnosticados, de forma a acompanhar a evolução dos planos de tratamento e determinar se é necessário intervir para melhorar ou não o estado do quadro.
A análise deste ponto é crucial, pois pode ocorrer um aumento nos níveis de glicose no sangue sem sintomas óbvios. Como resultado, a pessoa pode já ter um diagnóstico pré-diabético e não conseguir tomar medidas preventivas devido ao desconhecimento.
Esse acompanhamento durante o exame de check-up periódico é essencial por isso e torna-se ainda mais essencial caso o paciente apresente os sintomas abaixo:
- Alta frequência de micção;
- Sede excessiva;
- Tonturas e náuseas;
- Mal-estar;
- Fome constante e intensa;
- Desmaios constante;
- Casos na família de hipoglicemia ou diabetes.
Como fazer a preparação para exame de glicemia?
Para garantir resultados mais precisos aos níveis do seu corpo, o teste de glicemia deve ser feito após um preparo. Os testes de glicemia são testes laboratoriais ou em jejum.
Os testes em Jejum são mais populares porque fornecem resultados mais precisos e fáceis de interpretar. Informe o seu médico sobre os medicamentos que está tomando, incluindo prescrições, medicamentos de venda livre e suplementos de ervas, antes do teste.
Os níveis de glicose no sangue podem mudar como resultado de alguns medicamentos. Com isso, o médico pode pedir que você pare temporariamente de tomar um determinado medicamento ou ajuste sua dosagem antes do teste.
Entre os medicamentos que tendem a afetar seus níveis de glicose no sangue, são:
- Corticosteróides;
- Diuréticos;
- Pílulas anticoncepcionais;
- Terapia hormonal;
- Aspirina (Bufferin);
- Antipsicóticos;
- Lítio;
- Epinefrina (adrenalina);
- Antidepressivos tricíclicos;
- Inibidores da monoamina oxidase;
- Fenitoína;
- Medicamentos sulfoniluréias.
Níveis altos de estresse também podem provocar um aumento temporário da glicose no sangue e, na maioria das vezes, pode ser decorrente de um ou mais fatores, como:
- Cirurgia;
- Trauma;
- Acidente vascular encefálico;
- Ataque cardíaco.
Lembre-se de informar ao seu médico também caso você tenha sofrido com algum desses problemas recentemente.
Sintomas de glicose alta
Como o alto nível de açúcar no sangue, também conhecido como hiperglicemia, pode passar despercebido por muitos anos, o monitoramento é crucial. Apesar de não causar sintomas no começo do ciclo, pode prejudicar o corpo e seus órgãos.
Os principais sintomas de glicose alta são:
- Excesso de sede;
- Excesso de urina;
- Fome excessiva;
- Perda de peso repentina sem redução da ingestão de calorias;
- Cansaço e fadiga frequentes;
- Visão embaçada;
- Pele seca;
- Dificuldade em cicatrização;
- Dor de cabeça;
- Tonturas;
- Dor abdominal e náuseas frequentes;
- Mudanças no hálito;
- Infecções mais frequentes.
Sintomas de glicose baixa
O baixo nível de açúcar no sangue, ou hipoglicemia, normalmente provoca sintomas e é um caso urgente que pode levar a acidentes de trabalho, acidentes de trânsito e quedas.
Muitas pessoas podem achar que os sintomas iniciais da hipoglicemia (glicose de 60 a 70 mg/dL) são vagos ou até imperceptíveis. Dor na cabeça, sonolência, fome e mudanças de humor são os primeiros sintomas de hipoglicemia.
Os sintomas pioram com a redução dos níveis de glicose para faixas abaixo de 60 mg/dL e podem resultar em convulsões, desmaios, coma ou até morte. Confira logo abaixo quais são os principais sintomas de glicose baixa:
- Dor de cabeça;
- Tontura;
- Fome;
- Alterações de humor;
- Tremor;
- Palidez;
- Confusão mental;
- Baixa coordenação motora;
- Baixa concentração;
- Desmaio;
- Crises convulsivas;
- Coma.
Por fim, como você pôde ver neste conteúdo, um teste glicêmico é essencial para medir o nível de glicose no sangue e saber se você tem hiperglicemia, hipoglicemia ou até mesmo diabetes.
Caso tenha gostado dessas informações, não esqueça de compartilhar em suas redes sociais, com amigos e familiares!
Conheça os 10 primeiros sintomas da gravidez!
Você sabe identificar quais são os primeiros sintomas da gravidez? É muito comum que as mulheres sintam dúvidas sobre a gravidez. Ainda mais se essa é a primeira gravidez.
Os sintomas podem variar de mulher para mulher. Algumas pessoas sentem logo nas primeiras semanas, outras não sentem nada e aí fica uma dúvida, em quais sinais prestar atenção?
Em geral, há uma série de pontos que você pode prestar atenção para avaliar os primeiros sintomas de gestação. Continue lendo este conteúdo para saber quais são.
Como saber se estou grávida?
Muita gente fica com dúvidas sobre estar ou não grávida. Se você teve relações desprotegidas há pouco tempo e está se questionando sobre isso, saiba que nos primeiros dias caso você realmente esteja grávida, não é possível sentir nenhum sintoma.
Isso porque a gravidez está muito recente e não tem como nenhum sintoma aparecer. Em geral, é depois de duas ou três semanas após a relação sexual que os primeiros sintomas podem surgir.
É nesse período que o embrião é implantado no útero. Depois que isso ocorre é que há a mudança de hormônios no corpo. Alguns dos hormônios são:
- Estrogênio;
- Progesterona;
- Prolactina;
- HCG;
- Testosterona.
Todos esses hormônios juntos são responsáveis por dar início aos sintomas de gravidez. Listamos abaixo os principais sintomas em ordem de acontecimento para que você possa ter uma ideia e comparar com o que você está sentindo.

1. Sangramento vaginal
Não é sempre que o sangramento vaginal acontece, quando ele surge, é em torno da terceira e quarta semana de gestação. O sangramento é discreto e nem todo mundo tem. Ele ocorre por conta da implantação do embrião no útero.
Esse sangramento pode durar três dias e causar uma pequena cólica. Muitas pessoas confundem o sangramento como menstruação por conta disso.
A coloração é um vermelho escuro ou um corrimento rosado pouco espesso. Se sua menstruação está diferente do normal e com essas características, pode ser que isso seja um sinal de gravidez.
2. Atraso na menstruação
O atraso na menstruação é o sinal mais claro de gravidez. Ela surge depois da quarta semana. Como o sangramento da primeira semana não é tão comum em todas as mulheres, o que mais indica sinal de gravidez é o atraso menstrual.
Esse é um sinal universal de que a chance de gravidez é real.
3. Cólicas
As cólicas são bastante comuns entre a quarta e quinta semana e podem apresentar também uma sensação de inchaço abdominal. Pode ser que as cólicas também surjam com um pequeno sangramento vaginal.
A cólica é um sintoma normal e pode surgir com uma sensação de peso e desconforto.
4. Dor nas mamas
Os seios costumam ficar doloridos também quando acontece a gravidez. Em geral, é na quinta semana que esse sintoma aparece. As mamas também ficam mais sensíveis.
Mulheres que não possuem sangramento e não conseguem identificar o atraso na menstruação, com as dores na mama podem acabar suspeitando da gravidez.
5. Aumento dos seios
Além da dor nas mamas, o aumento dos seios também passa a ser visível. Isso porque os hormônios fazem com que as glândulas se desenvolvam mais e preparem o local para a amamentação nos próximos meses.
6. Náusea e vômito
Náuseas e vômitos são um dos primeiros sintomas visíveis da gravidez. Em geral, na quinta e sexta semana elas começam a ser mais frequentes. A maior parte das gestantes sentem enjoos e eles podem ser intensos ou mais leves.
A partir da sexta semana eles começam a ficar mais intensos e tendem a desaparecer depois do segundo trimestre.

7. Salivação em excesso
É muito comum também que as grávidas tenham um estímulo maior da saliva, acontecendo na quinta ou na sexta semana. Elas aparecem junto com o enjoo.
Sua ocorrência pode ser por influência hormonal ou por conta da menor deglutição de saliva por conta da existência dos enjoos. Esse é um sintoma que pode persistir até o fim da gravidez.
8. Constipação intestinal
A constipação é muito comum sendo um sintoma de gravidez. Ela acontece por conta da produção de hormônio ser maior e fazer com que alguns órgãos fiquem mais “frouxos”.
Tudo isso ocorre para preparar a região para o útero se expandir. O intestino acaba sendo afetado porque sua capacidade de contrair é reduzida. Por isso o trânsito intestinal acaba não sendo comum.
9. Cansaço e sono em excesso
Essa é outra característica comum que indica gravidez. Às vezes as mulheres não notam nenhum outro sintoma além do cansaço e sono em excesso. Por isso, se você estiver tendo muita sonolência, considere realizar um teste de gravidez.
O corpo da mulher grávida dá mais sinais de que precisa descansar mais que o normal. Então se você sente a necessidade de ir pra cama mais cedo que o normal e tem sentido isso por muito tempo, talvez isso seja um sinal de gravidez.
10. Micção frequente
Depois de seis semanas de gravidez é comum que a grávida comece a sentir mais vontade de urinar que o comum. Isso pode acontecer inclusive durante as madrugadas.
As gestantes muitas vezes sentem dificuldades em descansar a noite por conta disso. A vontade de urinar com mais frequência acontece por causa da redução da capacidade de armazenamento da bexiga pelo mesmo motivo da constipação.
Sendo assim, no fim da gravidez o espaço para bexiga é muito pouco e o que fica disponível acaba enchendo rápido, tendo que ser esvaziado com maior frequência. Todas as mulheres acabam sentindo esse sintoma uma hora ou outra.
Conclusão
Por fim, listamos alguns dos principais sintomas da gravidez. É fundamental que ao surgir alguma suspeita, que você procure por um médico ginecologista.
Assim, em caso positivo, você já pode iniciar o acompanhamento da gravidez e os cuidados com o bebê. É crucial que você fique atento aos detalhes e busque por informações em caso de dúvidas.
Não deixe de fazer o teste de exame de sangue, assim você pode ter certeza sobre o que se trata os sintomas. E caso não seja gravidez, você pode investigar o que tem lhe causado tais sintomas.
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Colesterol bom e ruim: Saiba quais são as diferenças!
Muito se fala sobre colesterol bom e ruim. Mas você sabe a diferença de cada um deles? O colesterol é uma gordura que está presente no nosso organismo e é crucial que ela exista para que tenhamos um bom funcionamento interno.
Mas, há dois tipos de colesterol, o bom é conhecido pelas siglas HDL e o colesterol ruim é conhecido como LDL. Os dois tipos devem se manter em equilíbrio no corpo para o bom funcionamento do mesmo.
Porém, quando há um desequilíbrio no colesterol, há um risco de doenças serem desenvolvidas no organismo, principalmente de doenças cardiovasculares.
Acompanhe este conteúdo para saber mais.
Qual a diferença entre o colesterol bom e ruim?
É possível explicar a diferença entre colesterol bom e ruim da seguinte forma: o colesterol bom age no organismo fazendo a retirada de moléculas de gordura, incluindo o colesterol ruim.
Ela é responsável por levar essas gorduras para o fígado para que sejam metabolizadas e eliminadas em seguida. O HDL acaba impedindo que haja um acúmulo de doenças nos vasos sanguíneos.
Dessa forma, doenças cardiovasculares são prevenidas e as chances de infarto ou aterosclerose acontecer são menores. Por essa razão, recomenda-se que os níveis de colesterol bom se mantenham acima de 40 mg/dL.
Abaixo disso o risco de doenças acaba sendo maior. O HDL para que possa ser melhorado é necessário se alimentar com alimentos que contenham esse tipo de colesterol, como:
- Abacate;
- Castanha;
- Amendoim;
- Salmão;
- Sardinha.
Já o colesterol ruim é o chamado LDL. Apesar de ser importante para o organismo também, por agir na formação de hormônios, quando ele está muito alto o risco de doenças cardiovasculares é muito grande.
Isso porque ele acaba promovendo a oxidação de células de gordura e por isso as placas nos vasos sanguíneos acabam se formando. É fundamental que os níveis de LDL sejam monitorados.
Para que eles não ultrapassem a quantidade necessária no organismo, é crucial que o indivíduo faça atividades físicas e evite o consumo de comidas gordurosas, como frituras.

Qual o nível ideal de cada colesterol?
Para que não haja dúvidas, separamos aqui os valores exatos de referência entre o colesterol ruim e o colesterol bom.
- Colesterol bom HDL: ideal é estar acima de 40 mg/dL;
- Colesterol ruim LDL: deve estar abaixo de 130 mg/dL. Fumantes, diabéticos, hipertensos, obesos e pessoas com arritmia devem manter o LDL no máximo em 100mg/dL.
O médico te dirá se seu nível de colesterol está bom através da análise dos exames de sangue. O profissional da saúde fará uma avaliação não só do colesterol, mas de outros valores importantes também que podem influenciar ambos.
Como manter um nível de colesterol adequado?
Para manter a saúde em geral saudável, é fundamental que algumas exigências sejam cumpridas. A maioria da população sabe que para ter uma rotina saudável e uma boa qualidade de vida é necessário se alimentar bem e fazer exercícios.
Deixar de consumir ou diminuir o consumo de comidas gordurosas, doces, sal e refrigerante é crucial para que a alimentação se mantenha equilibrada.
Além disso, realizar exercícios físicos regularmente e manter a rotina médica em dia é fundamental para que se possa se manter atento a qualquer tipo de situação que possa surgir.
O que fazer para baixar o colesterol?

Existem diversas dicas que podem contribuir para que uma pessoa tenha o seu colesterol mantido a níveis aceitáveis. Veja só:
1. Exercícios regulares
Há diversos exercícios que permitem com que o corpo e o organismo tenham um bom desempenho. Por exemplo, a natação, corrida, caminhada, corrida de bike, tudo isso contribui para que o corpo se mantenha ativo e que o colesterol ruim seja eliminado.
É fundamental que sejam mantidos pelo menos 30 minutos de exercícios por dia e no mínimo repeti-lo 3 vezes na semana.
2. Alimentação rica
Ter uma rotina de alimentos ricos em fitoesteróis e fitoestanóis pode auxiliar para que você tenha o colesterol ruim reduzido. Além disso, diminui-se o risco de doenças cardiovasculares acontecerem.
Os alimentos que possuem bastante substâncias assim são os óleos vegetais, nozes, leguminosas e a soja.
3. Aumento de fibras e probióticos
Ter uma alimentação que contenha fibras solúveis como a aveia, cevada e os legumes, contribui para que o colesterol se mantenha controlado.
Além disso, ajuda na eliminação do colesterol ruim pelas fezes. Consumir cerca de 5 porções de vegetais, frutas e outros legumes já é o suficiente para que o organismo funcione bem.
O uso de probióticos também contribui para a diminuição do colesterol. Assim, todos os riscos de doenças cardiovasculares são reduzidos.
4. Beber chá verde
O chá verde é uma bebida que ajuda o LDL por conta de ser antioxidante. Sendo assim, o indivíduo que esteja com o colesterol alto deve beber entre 2 a 4 xícaras por dia. Mas quem tem pressão alta deve beber o chá no máximo 3 vezes por dia.
5. Consumo de gordura saudável
Consumir alimentos ricos em ômega 3 é fundamental para aumentar o colesterol bom. Os peixes são as principais fontes de ômega 3.
Ainda que o peixe não tenha como função baixar o colesterol ruim, ele aumenta o colesterol bom e por consequência acaba fazendo uma proteção cardiovascular.
Para isso, é necessário consumir peixe pelo menos duas vezes por semana. Evite também o consumo de gorduras saturadas. Isso porque elas possuem uma alta taxa de LDL. Logo, evite:
- Margarina;
- Bolo;
- Tortas;
- Bolos;
- Industrializados.
Conclusão
Agora que você já sabe como funciona o colesterol bom e ruim, como ele atua no organismo e o que fazer para mantê-los controlado, marque já um exame para poder verificar como anda a sua saúde.
Além disso, se você tem o exame de sangue em mãos e já verificou que você está com as taxas de colesterol elevadas, comece a mudar seus hábitos fazendo exercícios, se alimentando melhor e evitando comer besteiras.
Não deixe de ir ao médico rotineiramente para que possa manter os exames em dia. Este conteúdo te ajudou? Deixe então o seu comentário abaixo.
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Sarampo: Descubra 4 principais causas | AGORA!
O sarampo é uma doença infecciosa de alta gravidade que é ocasionada por um vírus. Esse vírus, uma vez que esteja no organismo, pode ser fatal para o indivíduo.
Por essa razão, é fundamental que ainda quando criança, as pessoas sejam vacinadas contra a doença, pois a vacinação tem como propósito diminuir e impedir que mais pessoas sejam afetadas por essa infecção.
Se você já ouviu falar sobre a importância da vacinação, mas não sabe exatamente como a doença age no organismo e os efeitos que ela proporciona, então continue lendo este conteúdo.
O que é o sarampo?
O sarampo é uma infecção aguda que é viral, altamente transmissível e muito contagiosa. É muito comum que crianças peguem sarampo quando não são vacinadas.
Os principais sintomas da doença envolvem febre, tosse persistente, irritação nos olhos e corrimento no nariz. A princípio, pode ser confundida com uma gripe.
Mas depois desses sintomas, a doença costuma se agravar e com isso aparecem manchas vermelhas no rosto que vão se alastrando em direção aos pés. Isso pode durar cerca de 3 dias.
O sarampo também pode causar infecção no ouvido, pneumonia, ataques de convulsão, lesão cerebral e morte. Além disso, o vírus também pode chegar no sistema respiratório, pode causar diarréias e infecção no encéfalo.
Especialistas acreditam que tudo isso é desencadeado por conta do próprio sarampo, que pode atingir de forma grave pessoas desnutridas, recém-nascidos, gestantes e pessoas com imunodeficiência.

Como o sarampo é transmitido?
A transmissão da doença acontece de forma direta no contato de outra pessoa infectada. Em geral, por meio de:
- Tosse;
- Espirros;
- Fala ou;
- Respiração de pessoas infectadas.
Por isso, aconselha-se que os recém-nascidos não recebam visitas até que se tome algumas vacinas para reforçar o sistema imunológico. Por se tratar de uma doença muito fácil de pegar, as crianças e bebês acabam sendo os alvos mais fáceis.
A doença é transmitida quando a pessoa ainda está na fase febril, de mal estar e coriza. Esse período pode durar até 4 dias até o aparecimento de manchas vermelhas.
Como se prevenir da doença?
A suscetibilidade do vírus do sarampo é geral e o único meio de conseguir se prevenir é vacinando. Somente os bebês os quais as mães tiveram sarampo ou foram vacinadas têm de forma temporária anticorpos contra a doença.
Essa imunidade pode se prolongar até o primeiro ano de vida. O Brasil tem se esforçado para reforçar a importância da vacina e, por meio de estratégias de vigilância, o controle contra a doença tem se mantido desde o fim dos anos 90.
Hoje em dia, há alguns casos cujos registros são de pessoas de fora, que se não forem controlados de forma adequada, podem gerar princípios epidêmicos.
Dentre os principais grupos de risco, se enquadram:
- Pessoas de 6 meses à 39 anos de idade;
- Adultos que trabalham em porto e aeroportos, hotéis, e profissionais do sexo.
Para que se possa prevenir contra a contaminação da doença, é necessário que as crianças tomem duas doses da vacina. Elas se combinam contra a rubéola, sarampo e caxumba.
Essa é a tríplice viral, extremamente importante na infância. A primeira dose é tomada com um ano de idade e a segunda é tomada entre quatro e seis anos.
E os adultos?
Adolescentes e adultos que não foram vacinados ou que pertencem aos grupos de risco e querem reforçar a vacinação, devem tomar a tríplice viral ou a dupla viral que protege apenas do sarampo e da rubéola.
Em alguns estados que a doença tem aumentado, o sistema de saúde tem aplicado a chamada dose zero, que é dada nas crianças de 6 meses a 1 ano. Depois vem a primeira dose e a segunda dose.
Então, quem recebeu só a primeira dose, recomenda-se ir atrás da segunda para garantir a imunidade contra a doença. Quem tem as duas doses não precisa se vacinar novamente.
Até os 29 anos, as duas doses da vacina são necessárias. Depois disso, recomenda-se só uma única dose.
Grávidas podem se vacinar?
A vacina não é indicada depois que a mulher engravidou, justamente porque a vacina é um vírus do sarampo manipulado. A gestante no período de gravidez tende a diminuir a imunidade.
E isso faz com que ela fique mais vulnerável e, por essa razão, a vacina pode fazer com que complicações aconteçam. O Ministério da Saúde recomenda que se a mulher tem planos de engravidar e ainda não tomou a vacina, que a tome antes.
As recomendações são para que seja a tríplice ou a tetra viral. A mãe ainda deve manter toda a rotina prevista no calendário de vacinação para que possa se manter protegida, assim como seu bebê.

Quais vacinas protegem do sarampo e onde tomar?
A profilaxia do sarampo está disponível de diversos modos. Todas elas têm como objetivo prevenir a doença. Portanto, é função do profissional de saúde fazer a aplicação da vacina de forma adequada a cada pessoa.
Deve-se levar em consideração a idade e situação epidemiológica do momento. As vacinas podem ser tomadas em unidades públicas e privadas de vacinação.
Como essa é uma doença muito séria e que pode levar o indivíduo ao óbito, é fundamental que a prevenção aconteça o quanto antes, pois o tratamento pode ser complicado.
Aliás, não há um tipo de tratamento específico para combater o vírus e os remédios podem não ser tão eficientes para que se possa tratar a doença.
Por isso, fortalecer o sistema imune da criança e do adulto é crucial para manter longe a doença e suas complicações.
Conclusão
O sarampo é algo muito grave e que merece atenção. Por isso, não deixe de levar as crianças para realizar a vacinação e combater a doença.
Se você não tomou a vacina, vá até um posto de saúde solicitar sua dose. A vacinação é o único meio de proteger as pessoas contra o vírus por toda a vida.
Sendo assim, ela é a principal arma preventiva. em casos de suspeita, conte com a acesso saude.
Além disso, compartilhe este conteúdo para mais pessoas ficarem informadas.
Varíola do Macaco: O que é? Descubra aqui na Acesso Saúde!
Recentemente muitos casos sobre a varíola do macaco surgiram no mundo. E muitos brasileiros ficaram preocupados. Você sabe o que é isso?
A varíola foi uma doença erradicada no país por meio da vacinação e o último caso que se tem notícias de sua existência foi em 1971. Desde então, nenhum registro foi feito.
A doença é a única no mundo que já foi erradicada. Porém, algumas mudanças aconteceram. Isso porque diversos lugares estão tendo que lidar com a doença e as suas variações vinda de animais.
Se você quer saber mais sobre a doença e os riscos da mesma, então continue lendo este conteúdo.
O que é a varíola do macaco?
A varíola do macaco é uma doença transmitida pelo vírus monkeypox, que é do gênero orthopoxvirus. O vírus é transmitido aos humanos através de contatos com animais.
Os sintomas são bem parecidos com os dos pacientes que possuem varíola, porém, clinicamente ela é menos grave. O período de incubação acontece em geral entre 6 a 13 dias.
No entanto, pode haver uma variação de 5 a 21 dias segundo informa a OMS. A secretaria de saúde do Rio Grande do Sul, no dia 30 de maio de 2022 considerou suspeito um indivíduo que pudesse estar com a doença.
O paciente estava em observação desde o dia 27. O suspeito mora em Portugal mas estava viajando em Porto Alegre. Considera-se suspeita toda pessoa que tenha:
- Início súbito de febre;
- Aumento dos linfonodos do pescoço;
- Erupção cutânea aguda;
- E que apresente dor nas costas;
- Perda ou diminuição de força física;
- Dor de cabeça;
O indivíduo que procura por ajuda antes de ter seu diagnóstico confirmado passa por uma série de avaliações para que possa descartar outras doenças.
O vírus tem sido bastante relatado em Portugal, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos. Ainda que o vírus seja intitulado como varíola do macaco, ele é um vírus que infecta também roedores na África.
Os macacos muito provavelmente são apenas hospedeiros, assim como o homem. Os sintomas da doença são bem similares aos da varíola humana, porém a taxa de transmissão e sua letalidade acabam sendo menores.

Quais sintomas da varíola do macaco?
Como dissemos acima, as manifestações clínicas dos sintomas acontecem quando há uma febre acima dos 38° de repente, há o aparecimento de gânglios, erupções na pele de modo uniforme, dores nas costas, fraqueza nos músculos e dor de cabeça.
Apesar da varíola humana estar erradicada aqui no país, as secretarias de saúde têm orientado os estabelecimentos públicos para o risco de aparecimento da doença.
O alerta é justamente para que se possa conter e proteger mais pessoas para que menos casos surjam. Até o momento, apenas três casos foram confirmados. Dois em São Paulo e um no Rio Grande do Sul.
Como é transmitida a varíola do macaco?
A contaminação pela doença não é algo fácil de acontecer. Isso porque ela não é transmitida pelo ar. É necessário que se tenha contato muito próximo com um animal ou com outra pessoa infectada por meio da mucosa, lesões, ou gotículas do sistema respiratório.
Os roedores são o principal reservatório de doença para os humanos, por isso, aconselha-se a se manter distante deles para que a infecção não aconteça.
Pode-se adquirir a doença também por meio de contato com objetos que estejam contaminados com fluidos de lesões de pessoas infectadas. Por essa razão, o alerta para que mantenha o isolamento caso seja confirmada a suspeita, é fundamental.
Como prevenir a varíola do macaco?
A principal forma de se prevenir contra a doença é evitando ter contato com roedores ou com animais que possam ter tido esse contato próximo. Evitar as áreas de risco que já emitiram o alerta contra a doença também é uma medida protetiva.
A vacinação contra a varíola humana também previne que a varíola dos animais aconteça em até 85%. Isso porque os vírus pertencem à mesma família, por isso a proteção acaba sendo cruzada.
No Brasil, a varíola foi erradicada há 40 anos e por isso não existem vacinas disponíveis para o público. Porém, o governo já vem estudando a possibilidade de produzir vacinas para se prevenir contra a doença.
Ainda que tenha aumentado a procura, nenhuma vacina contra o vírus está disponível no SUS ou em clínicas particulares. A vacina é disponibilizada apenas a militares que saem em expedições e para profissionais de laboratório que manipulam o vírus.

A doença tem cura?
Grande parte das viroses agudas possuem cura e a varíola do macaco também possui. O próprio sistema imune das pessoas é capaz de fazer com que a pessoa se cure sem ter que passar por nenhum tipo de intervenção.
Existem medicamentos antivirais também que ajudam na recuperação para amenizar as possíveis complicações que podem surgir. Porém, são medicamentos que não se encontram com facilidade.
O risco de morte pela doença é baixo, mas ele existe. A principal causa de morte é por conta de infecções bacterianas secundárias da pele e dos pulmões. Elas podem se espalhar e atingir o sistema nervoso central.
O quadro de inflamação gerado por isso pode ser muito grave e pode trazer sequelas graves ao indivíduo ou a morte. A complicação ou não da doença dependerá muito do estado imunológico da pessoa.
Indivíduos com baixa imunidade podem sofrer mais por conta disso e ter complicações mais sérias por conta do organismo não conseguir combater a doença.
A prevenção e o controle da doença partem muito mais da conscientização das pessoas dentro de uma comunidade, do que na dependência de alguma vacina.
É papel dos profissionais da saúde fazer o alerta para que a população se mantenha atenta e longe dos riscos.
Conclusão
Vimos então que apesar da varíola humana ter sido erradicada na década de 80, hoje em dia variações da doença por conta de animais roedores e de hospedeiros, pode acabar acontecendo em humanos.
A vacina contra a doença não é acessível ao público justamente por não haver mais casos do vírus desde os anos 80. Por isso, o máximo que a população pode fazer é ficar em alerta e se prevenir.
Manter a distância de roedores e animais que possam ter tido contato com esses roedores é crucial para manter a possibilidade de contaminação, algo distante.
Ficou com alguma dúvida? Conte aqui então nos comentários e compartilhe este conteúdo com mais pessoas que queiram saber sobre a doença.
Leia também sobre: Doenças tropicais: o que são e como se prevenir? DESCUBRA!
Saúde das crianças: Saiba como se prevenir das principais doenças!
Mesmo com nossos melhores esforços para cuidar da saúde das crianças, elas acabam adoecendo, uma hora ou outra.
Como o sistema imunológico das crianças ainda está em desenvolvimento e não é totalmente capaz de lidar com vírus e bactérias, é normal que o corpo seja atacado por doenças infantis que causam uma série de sintomas.
Mas, existe uma maneira de manter esse o filho protegido contra esses sintomas? Quais doenças infantis são as mais comuns e o que pode ser feito para evitar que surjam?
Você vai aprender isso e um pouco mais neste post, basta continuar com a sua leitura!
Quais são as doenças mais comuns em crianças?
As crianças têm muita energia, elas gostam de correr, pular e brincar o tempo todo, o que indica que estão felizes e saudáveis. Mesmo que isso deixe os pais de cabelos em pé, o que gera maiores preocupações é quando as crianças não estão fazendo bagunça por aí.
Isso porque, pode indicar que há algo de errado com os pequenos. Sendo assim, confira logo abaixo quais são as principais doenças que acometem as crianças!
1. Catapora
O surto de catapora geralmente ocorre na primavera. Embora não haja uma razão específica para o aumento de casos nesta época do ano, a incidência da doença aumenta de forma significativa.
O vírus Varicella-Zoster, que se manifesta com mais frequência em crianças, é o que causa a catapora. É uma doença infecciosa que é muito contagiosa, mas muitas vezes inofensiva.
Sintomas de catapora
Os sintomas primários da catapora aparecem até 20 dias após o contato com o vírus, que são:
- Febre, que pode chegar à 39,5ºC;
- Manchas vermelhas e/ou pequenas bolhas, que podem conter líquido, coçam e que se espalham bem rápido pelo corpo;
- Feridas na pele, que se formam devido à coceira intensa;
- Fadiga;
- Falta de apetite;
- Mal estar geral.
As bolhas de catapora podem se manifestar em vários estágios, algumas com líquido, enquanto outras já começaram a cicatrizar e ter crosta. É crucial que as pessoas entendam que quando as bolhas ainda estiverem cheias de líquido, as crianças não devem ir à escola, pois corre o risco de infectar outras pessoas.
Os sintomas de catapora em um bebê são os mesmos que os de cima. Porém, secreção nasal e tosse também podem aparecer antes das bolhas. Em contraste, os sintomas são mais leves em bebês com menos de 1 ano de idade, resultando em apenas pequenas lesões na pele.
Como evitar?
O melhor meio de se proteger da catapora é manter o cartão de vacinação à mão, pois a infecção se espalha pela tosse, saliva, espirros ou objetos infectados.
Recomenda-se a imunização a partir dos 12 meses de idade, embora qualquer pessoa que ainda não tenha desenvolvido resistência à doença ainda pode receber a vacina.
Nessas circunstâncias, ela deve ser tomada duas vezes, com intervalo de um a dois meses entre cada dose. Quem já pegou a doença uma vez, não precisa vacinar-se.
2. Alergias
As reações alérgicas são muito comuns, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as alergias à asma e à rinite, mais comuns em crianças e adolescentes, respondem por até 30% das alergias respiratórias na população brasileira.
A alergia em uma criança ocorre devido a resposta imune que se manifesta quando o corpo reage a uma substância que muitas vezes não é prejudicial. Essas substâncias incluem;
- Certos tipos de alimentos;
- Poeira;
- Pólen;
- Pelos de animais;
- Picadas de insetos.
Ou seja, qualquer criança pode, em algum momento, desenvolver alergia.
Inúmeros tipos de alergias podem afetar as crianças, mas os quatro tipos mais prevalentes merecem atenção especial dos pais durante esse período de maior suscetibilidade. Eles são:
- Alergias respiratórias;
- Alimentares;
- A insetos;
- De pele.
Sintomas de alergia
Na energia de pele, é possível notar os seguintes sintomas:
- Vermelhidão;
- Sarna;
- Escamação;
- Irregularidade;
- Inchaço;
- Urticária;
- Coceira.
Já os sintomas de alergia no trato respiratório são:
- Espirros;
- Coriza;
- Vermelhidão nos olhos com coceira ou lacrimejamento;
- Sensação de pressão no rosto;
- Tosse, chiado e falta de ar.
E as alergias alimentares tendem a provocar:
- Coceiras;
- Erupções na pele;
- Diarreias;
- Dores abdominais e na cabeça.
Como evitar?
Nos casos de alergias alimentares, o tratamento é eliminar o alimento que está causando o problema. Quando a doença resulta em problemas respiratórios, um pediatra deverá prescrever o curso de tratamento adequado, que deve ser seguido de forma consistente ou em casos de crises.
Além disso, bons hábitos, como manter a casa limpa e livre de fumo e de objetos que costumam acumular muito pó, como tapetes, cortinas e bichinhos de pelúcia, trocar regularmente o travesseiro e evitar que a criança durma com animais estimação também ajuda a diminuir as crises.

3. Otite
A otite é a infecção mais comum em crianças: cerca de 90% das crianças apresentam um episódio até os cinco anos de idade. A otite é uma infecção que pode ser viral ou bacteriana e acomete entre 25% e 30% das crianças com menos de três anos de idade.
Na maioria dos casos, o que acontece é a inflamação após uma infecção das vias aéreas, congestionando as passagens nasais do bebê, a porção nasal da faringe e, como consequência, a orelha média.
Outros fatores que também podem ter impacto no desenvolvimento da otite incluem malformações que resultam em obstruções ou abertura anormal do ouvido.
Sintomas de otite
Os principais sintomas e sinais de otite podem incluir qualquer um dos seguintes, dependendo da localização:
- Dor no ouvido;
- Febre;
- Coceira no ouvido;
- Redução da audição;
- Vermelhidão ou inchaço da orelha;
- Presença de líquido no ouvido;
- Tontura;
- Sensação de pressão no ouvido;
- Zumbido no ouvido.
Bebês e crianças com otite média podem apresentar outros tipos de sintomas como:
- Esfregar ou coçar as orelhas;
- Chorar muito sem motivo aparente, ainda mais à noite;
- Ficarem irritadas;
- Ter dificuldades para dormir.
Como evitar?
É necessário manter o canal auditivo longe de muita umidade para se proteger de otite e outras infecções de ouvido. Toda vez que uma criança entrar em contato com a água, limpe com cuidado a área com uma toalha.
Evite usar cotonetes, pois eles retiram a proteção da região e empurram a secreção para o interior do ouvido.
4. Viroses
Os casos de virose em crianças tendem a ser mais comuns durante o verão. Nesta época, as pessoas passam mais tempo fora de suas casas, exploram novos lugares, interagem com mais pessoas, comem fora e entram em contato com mais tipos de vírus.
O termo “virose” é amplo e abrange uma variedade de doenças e infecções causadas por vírus. Adenovírus, influenza, rotavírus e o próprio coronavírus são apenas algumas das doenças que já foram identificadas e nomeadas.
Virose não é, portanto, “tudo a mesma coisa”; existem vários tipos, e cada um tem seus próprios sintomas, capacidade de disseminação e gravidade. Os vírus respiratórios e gastrointestinais são os que mais acometem as crianças.
Sintomas de virose
Na virose respiratória, os sintomas são:
- Tosse;
- Febre;
- Mal-estar;
- Falta de apetite;
- Coriza;
- Dor de garganta.
Enquanto os sintomas mais frequentes das viroses gastrointestinais são:
- Febre;
- Náusea;
- Falta de apetite;
- Vômito;
- Dor abdominal.
Vale notar que nem todos irão apresentar sempre os mesmos sintomas. E, ainda é possível que uma criança tenha o vírus sem apresentar sintomas.
Como evitar?
Para proteger as crianças contra viroses é importante:
- Sempre lembrá-las de lavar as mãos com água e sabão após usar o banheiro, antes de comer ou ao voltar da rua;
- Tenha um frasco de álcool em para limpar as mãos se não houver banheiro ou lavatório disponível;
- Lave bem as frutas e legumes antes de oferecê-las às crianças;
- Nunca compartilhe itens pessoais como toalhas, talheres e copos;
- É crucial higienizar os brinquedos, ainda mais na fase em que as crianças tendem a colocar objetos na boca;
- Evite contato com outras pessoas se estiver doente;
- E não esqueça de manter a carteira de vacinação do seu filho em dia. As vacinas são o método mais eficiente para prevenir as viroses.
5. Caxumba
As crianças se infectam com a caxumba pela inalação de pequenas gotículas de saliva infectada ou pelo contato direto com objetos contaminados.
Comparada ao sarampo e à catapora, a caxumba é menos contagiosa. Embora ocorra durante todo o ano em áreas densamente povoadas, é mais comum no final do inverno e início da primavera.
A caxumba, também conhecida como “papeira”, é uma infecção viral altamente infecciosa que pode afetar qualquer tecido glandular ou nervoso do corpo. Acomete, em principal, as glândulas salivares, sendo as glândulas parótidas as mais afetadas, seguidas pelas glândulas submandibulares e sublinguais.
Sintomas de caxumba
A maioria das crianças com caxumba apresentam:
- Calafrios;
- Dor de cabeça;
- Falta de apetite;
- Sensação de mal-estar geral;
- Febre baixa ou moderada.
Esses sintomas são seguidos 12 a 24 horas após o inchaço da glândula salivar, que é mais pronunciada no segundo dia e costuma durar de cinco a sete dias.
Como evitar?
A melhor forma de prevenir a caxumba, que se transmite através da saliva contaminada, é a vacinação. A primeira dose de vacina deve ser dada aos 12 meses de idade e a segunda dose deve ser dada três meses depois.
Como melhorar a saúde das crianças?

Confira logo abaixo alguns conselhos para ajudar a melhorar a saúde e qualidade de vida das crianças!
Tenha a vacinação em dia
Uma das formas mais importantes de manter a saúde de uma criança hoje em dia é dar-lhe todas as vacinas no momento adequado. Seguir o calendário de vacinação fornece resultados positivos que podem melhorar se a criança receber mais doses do reforço.
O programa de vacinação também ajuda a proteger outras crianças que não foram vacinadas porque não tinham idade suficiente. Este é um método de evitar que as doenças se espalhem facilmente.
Faça compras de alimentos mais saudáveis
Não guarde nada em sua casa que você não queira que seus filhos ou você consuma. Lembre-se de dar preferência aos alimentos frescos e naturais sempre que possível ao escolher o que comprar no supermercado.
Frutas, vegetais, legumes, iogurte natural, queijo fresco e grãos integrais são opções mais ricas em nutrientes e potentes do que aqueles que foram empacotados, pasteurizados e processados.
Além disso, também é importante:
- Limitar o consumo de alimentos processados e industrializados;
- Ensinar as crianças a mastigar bem os alimentos e não comer com pressa;
- Alimentá-las com regularidade e com mais de três refeições ao dia, evitando grandes porções;
- Incentivar o consumo de água durante o dia, mas não durante as refeições, nem qualquer outra bebida, pois pode atrapalhar o corpo a absorver os nutrientes.
Incentive a prática de atividades físicas
Por que não transformar o momento da atividade física em uma brincadeira com os pequenos? Os melhores exercícios para as crianças, mesmo as menores, são:
- Pular corda;
- Andar de bicicleta ou patins;
- Brincar com um cachorro;
- Amarelinha;
- Pega-pega;
- Pique-esconde;
- Correr no parque.
O mais importante é manter-se em movimento, que também ajuda na saúde mental. As crianças mais velhas também têm a opção de frequentar as aulas e praticar esportes individuais ou coletivos.
Nessa situação, aulas de dança (como balé ou jazz), aulas de luta (como judô ou caratê) e aulas de esportes (como natação e futebol, por exemplo) podem ser boas alternativas para manter as crianças ativas.
Ter uma boa noite de sono
Ter uma boa noite de sono é crucial para manter o sistema imunológico. Além disso, crianças e adolescentes podem recarregar suas energias e se recuperar de potenciais desgastes enquanto dormem.
As crianças e os adolescentes têm muita energia e a aproveitam ao longo do dia. Pode ajudar a ter uma noite de sono melhor, ter um horário definido para dormir e outro para acordar.
E, é necessário investigar as causas se uma criança ou adolescente tem dificuldade em adormecer.
Mantenha o acompanhamento médico e exames de rotina
É crucial que os pais e outros responsáveis assegurem um acompanhamento médico regular da criança para garantir um desenvolvimento saudável. Isso garantirá que a criança tenha um crescimento e desenvolvimento mais saudável.
Os pediatras costumam solicitar alguns exames durante as consultas de rotina para avaliar a saúde da criança. Além de examinar e coletar o histórico médico da criança.
Eles são essenciais não só para detectar a presença de patologias, mas também, e mais importante, para a prevenção de problemas em geral.
Por fim, você pôde ver quais são as doenças que mais afetam a saúde das crianças e quais são os cuidados cruciais para manter uma rotina saudável e garantir a segurança da criança.
Coloque em prática essas dicas, não deixe de agendar as consultas e exames periódicos e compartilhe com outras pessoas este conteúdo!
Tuberculose: Quais são os principais sintomas?
A tuberculose, também conhecida como “tisica pulmonar”, é uma doença infectocontagiosa muito antiga. Os órgãos mais afetados são os pulmões, porém, outros órgãos como pele, ossos e gânglios também podem ser afetados.
É crucial determinar o tipo de tuberculose com base nos sintomas da pessoa e nos achados dos exames. Pois só assim pode se iniciar o tratamento ideal para combater a bactéria e interromper a progressão da doença.
Para saber quais são os principais tipos e sintomas de cada um, basta continuar lendo este conteúdo!
O que é tuberculose?
Uma doença conhecida como tuberculose é causada pelo Mycobacterium tuberculosis, também chamado de bacilo de Koch (BK), que entra no corpo pelas vias aéreas superiores e se instala nos pulmões ou em outros locais do corpo.
É crucial que a pessoa procure um médico especialista assim que os primeiros sintomas sugestivos de tuberculose aparecerem. Isso permitirá o início precoce do tratamento, que é feito com uma combinação de antibióticos, na maioria dos casos.
Grande parte das pessoas podem servir como incubadoras do bacilo de Koch, embora nunca apresentem sintomas da tuberculose. Segundo o Ministério da Saúde, 70 milhões de brasileiros são diagnosticados com tuberculose a cada ano.
Quais os tipos de tuberculose e seus sintomas?

Além da tuberculose típica, há outros tipos que têm ligação com a área do corpo que a doença afetou. Confira logo abaixo quais são eles!
1. Tuberculose pulmonar
Esse é o tipo mais comum da doença e é o resultado da entrada bacteriana no trato respiratório superior e alojamento nos pulmões.
A tuberculose pulmonar caracteriza-se por tosse frequente e seca, com ou sem sangue. Aliás, a tosse é o principal meio de transmissão porque as gotículas salivares liberadas durante a tosse têm os bacilos de Koch, que podem se espalhar para outras pessoas.
Sintomas e tratamentos
Entre os sintomas mais comuns desse tipo, é possível destacar
- Tosse forte por mais de duas semanas;
- Expelimento de catarro;
- Catarro com sangue;
- Febre;
- Dor no peito;
- Falta de ar;
- Cansaço;
- Perda de apetite;
- Rouquidão.
Como não há custo para o tratamento da tuberculose, quem estiver em dúvida se tem a doença, deve procurar atendimento médico imediato em um hospital ou unidade de saúde.
O curso do tratamento inclui o uso de medicações por cerca seis meses seguidos, ou conforme orientação do médico. O plano de tratamento ideal para tuberculose consiste em rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol.
A pessoa deverá ficar isolada nos primeiros 15 dias. Isso porque, ainda tem o potencial de espalhar a bactéria para outras pessoas.
Após esse tempo, poderá retomar a sua rotina regular e continuar tomando os seus medicamentos. Mesmo quando o paciente melhorou e os sintomas sumiram ainda é preciso continuar com os medicamentos prescritos.
Isso evita que a bactéria se torne mais forte e resistente aos antibióticos. Lembre-se que o médico deve decidir quais medicamentos o paciente irá tomar e por quanto tempo o tratamento será feito.
2. Tuberculose miliar
O nome “tuberculose miliar” vem das várias lesões microscópicas que se desenvolvem nos pulmões, do tamanho de sementinhas. Esse tipo de tuberculose pode afetar um ou mais órgãos ou todo o corpo.
Ela afeta com mais frequência os pulmões, o fígado e a medula óssea. Mas pode afetar qualquer órgão, como as meninges e a membrana de duas camadas que envolve o coração.
A tuberculose miliar tende a acometer mais:
- Crianças com menos de 4 anos de idade;
- Pessoas com um sistema imunológico fraco;
- Pessoas idosas.
Sintomas e tratamentos
Quando a tuberculose miliar acomete os pulmões e a medula óssea, os sintomas que pode gerar incluem:
- Febre;
- Perda de peso;
- Fraqueza;
- Dispneia progressiva.
O comprometimento pulmonar é difuso e o acometimento da medula óssea costuma provocar:
- Anemia;
- Trombocitopenia;
- Reação leucemóide.
Manifestações gastrointestinais costumam ser comuns e incluem:
- Dor abdominal;
- Náuseas;
- Vômitos;
- Hepatomegalia;
- Síndrome colestática.
A gama de sintomas e sinais associados à tuberculose militar é bem diversa e depende dos sistemas e órgãos afetados. Os antibióticos são administrados de seis a nove meses.
Caso as meninges sejam afetadas, usa-se antibióticos por nove a doze meses. Se as meninges ou o pericárdio forem afetados, os corticosteróides podem ser úteis.
3. Tuberculose ganglionar
A segunda tuberculose mais frequente é a ganglionar, que perde apenas para a pleural. No entanto, esse é o tipo mais comum em crianças e adolescentes.
De forma resumida, trata-se de uma doença infecciosa que atinge os gânglios linfáticos, que são pequenos órgãos de defesa presentes em todo o corpo. É mais sentida nas regiões do pescoço e tórax, porém, também pode afetar as axilas, a virilha e o abdômen.
Esse tipo de tuberculose é bem comum e se caracteriza pela presença do Mycobacterium tuberculosis, que também causa a manifestação mais convencional da doença.
Mas, vale ressaltar que as pessoas com tuberculose ganglionar tendem a não disseminar a doença com a mesma frequência que aquelas com o tipo pulmonar.
Sintomas e tratamentos
Devido à localização, os sintomas da tuberculose ganglionar diferem do pulmonar. Qualquer grupo de gânglios do corpo pode ser acometido por essa doença, mas a maioria dos casos ocorre na cadeia cervical, próxima ao pescoço.
Entre os sintomas, estão:
- Inchaço do gânglio que evolui com o tempo;
- Inflamação com vermelhidão local;
- Dor na região afetada;
- Redução no apetite;
- Palidez;
- Febre baixa e vespertina (no final da tarde);
- Emagrecimento;
- Sudorese à noite.
O curso do tratamento é longo, pelo menos seis meses, mas muito eficaz e indolor. É aconselhável que o paciente tenha uma combinação de quatro medicamentos, além de um plano de tratamento direcionado.
O curso usual de tratamento envolve o uso de antibióticos por pelo menos seis meses e, em certos casos, a remoção cirúrgica da glândula infectada.
É vital notar que, ao contrário de sua versão mais famosa, este tipo de tuberculose não é contagioso e pode ter relação a um sistema imunológico enfraquecido.
4. Tuberculose óssea
A bactéria Mycobacterium tuberculosis se espalha pela corrente sanguínea e se instala nos ossos e articulações, em principal na coluna, joelhos e quadril.
Sendo assim, leva ao surgimento de certos sintomas como dor onde a bactéria se encontra devido à perda de massa óssea, rigidez nas articulações e dificuldade de locomoção.
A ocorrência de tuberculose óssea é mais comum em crianças e idosos, tornando-se crucial o reconhecimento da infecção logo que surgem os primeiros sintomas e sinais.
Ao fazer isso, já pode iniciar o tratamento antibiótico e evitar possíveis complicações.
Sintomas e tratamentos
Os sintomas desse tipo de tuberculose passam a surgir conforme a bactéria gera a perda de massa óssea e inflamação as articulações, sendo os principais:
- Dor na coluna, articulação do quadril ou do joelho, que piora com o tempo;
- Dificuldade no movimento, ao dobrar a perna ou caminhar mancando;
- Inchaço no joelho, quando este é afetado;
- Diminuição da massa muscular da perna afetada;
- Pode haver febre baixa.
É possível que surjam complicações nos casos em que a tuberculose óssea não é devidamente identificada e tratada, incluindo deformidade óssea, fadiga, encurtamento da perna, o que pode favorecer a escoliose e até a paralisia.
Recomenda-se o uso de uma combinação de antibióticos para tratar a tuberculose óssea e auxiliar na remoção da bactéria.
Além disso, a fisioterapia pode ser boa para diminuir o desconforto e a dor causada. Ao mesmo tempo em que aumenta a mobilidade das articulações e fortalece os músculos.
5. Tuberculose pleural
A pleura é uma membrana fina que cobre os pulmões, quando infectada pelo bacilo de Koch, resulta em sintomas como febre, tosse, falta de ar e dor no tórax.
Esse é mais um tipo de tuberculose extrapulmonar, que se manifesta fora dos pulmões em órgãos como osso, gânglios, garganta ou rins, é um dos tipos mais comuns.
Essa condição é mais prevalente em pessoas com sistema imunológico comprometido, como aqueles com AIDS, câncer ou usam corticoides, por exemplo.
O bacilo de Koch não está presente nas secreções dos pulmões, dificultando sua disseminação por meio da tosse ou do espirro. Como resultado, a tuberculose pleural não é contagiosa.
Desta forma, a aquisição deste tipo de tuberculose requer o contato com indivíduos que tenham tuberculose pulmonar.
Sintomas e tratamentos
Os principais sintomas da tuberculose pleural são:
- Tosse seca;
- Dor no tórax, que surge durante a respiração;
- Febre;
- Aumento do suor noturno;
- Dificuldade para respirar;
- Perda de peso sem causa aparente;
- Mal estar;
- Perda do apetite.
Na maioria das vezes, o primeiro sintoma a surgir é a tosse, que vem com uma leve dor no peito. Depois de algumas horas, os outros sintomas começam a se desenvolver e piorar até que a pessoa tenha dificuldade para respirar e uma sensação de falta de ar.
Em certos casos, mesmo sem tratamento, a tuberculose pleural pode se curar por conta própria. No entanto, na maioria dos casos, a condição é tratada com uma combinação de quatro antibióticos chamados rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol.
Quais são as principais causas da tuberculose?

O agente patogênico (causador da tuberculose) é o bacilo de Koch, também conhecido cientificamente como Mycobacterium tuberculosis, que se espalha de pessoa para pessoa por meio de gotículas minúsculas transportadas pelo ar.
Quando uma pessoa com um tipo ativo de tuberculose não é tratada, esses germes microscópicos podem ser liberados no ar através da fala, ao tossir, espirrar ou até mesmo rir e cantar.
Mesmo que a tuberculose seja contagiosa, é difícil de se espalhar (causar a contaminação de outras pessoas). As pessoas que mantêm contato diário com outra pessoa (alguém com quem moram ou trabalham) têm maior probabilidade de contrair tuberculose.
O mais raro é que um estranho com quem você tenha contato esporádico espalhe tuberculose. Grande parte das pessoas que tiveram um tratamento adequado com fármacos por, no mínimo, duas semanas, já não são mais contagiosas.
Há grupos de pessoas mais propensos a contrair a doença?
As pessoas que têm um sistema imunológico comprometido (mecanismo de defesa do corpo) são mais propensas a contrair uma infecção. Muitas vezes, um sistema imunológico saudável é capaz de resistir bem às bactérias da tuberculose.
Como resultado da diminuição da capacidade de defesa do organismo, tanto os portadores do HIV quanto os diabéticos, fumantes, que bebem álcool em excesso e usuários de drogas, bem como aqueles com liberdade restrita.
As defesas orgânicas dos primeiros, de uma forma ou de outra, são diminuídas, e os últimos continuam em condições em que permanecem expostos ao bacilo.
Como se pega a bactéria da tuberculose?
Mycobacterium tuberculosis, muitas vezes conhecido como bacilo de Koch, é o micróbio que causa a tuberculose, como dito. A transmissão se dá por meio das vias aéreas.
Mas, ao contrário do que podemos pensar, acontece mais pelo contato com a pessoa que tem tuberculose do que com qualquer um de seus bens. Uma pessoa com tuberculose exala pequenas gotas de saliva infectada ao falar, tossir ou espirrar.
Essas gotículas podem entrar nas vias aéreas de outra pessoa e infectá-la. O risco de aspirar o bacilo aumenta quando se passa mais de quatro a seis horas por dia com a pessoa infectada.
Embora o contato com uma pessoa que tenha tuberculose seja a principal causa da doença, é necessário que ela tenha um sistema imunológico fraco para que a doença surja.
Os alvos mais suscetíveis à essa doença são pessoas imunodeprimidas, como pessoas com HIV positivo, que tratam algum tipo de câncer ou que tomam imunossupressores.
Há também certos fatores que tendem a diminuir a imunidade de uma pessoa, tais como:
- Má alimentação;
- Falta de higiene;
- Tabagismo;
- Alcoolismo.
É possível prevenir a tuberculose?
O principal método de prevenção da tuberculose é com a vacina BCG (Bacillus Calmette-Guérin), disponível gratuitamente no SUS. A vacina protege contra as formas mais graves da doença, como tuberculose miliar e meningite.
Deve ser administrada às crianças logo após nascerem ou, o mais tardar, até a idade de 4 anos, 11 meses e 29 dias. É necessário avaliar os familiares e outros contatos do paciente como outra medida preventiva para garantir que eles não desenvolvam a forma ativa da tuberculose.
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